O Jogo ao Vivo

Local

Meteorologia

17°
Hoje, 24 de Fevereiro

Opinião

Francisco Seixas da Costa

O arado

Alguns comentadores, dando boleia a certos atores políticos, sublinham, à obsessão, a fragilidade subjacente às conquistas macroeconómicas apresentadas pelo Governo. Se lhes é difícil rebater a surpreendente redução do défice das contas públicas, logo argumentam que isso foi obtido por truques contabilísticos, das cativações ao adiar de despesas. Se o turismo e as exportações ajudaram, isso é visto como algo em que o papel dos agentes públicos foi mínimo. E até a quebra do desemprego é mostrada como um mérito quase exclusivo dos agentes económicos. O Banco Central Europeu é o "bom da fita" no tocante à descida das taxas de juro, mas já desaparece do radar quando elas sobem, então regressando as culpas nacionais, pelos efeitos nefastos da geringonça e os malefícios da governação. O mesmo comissário europeu que era "prudente" nos avisos ao Executivo passa a complacente comparsa quando elogia o que foi conseguido. E o presidente da República, claro está, é já "um deles".

A sua Opinião

Quem segue em frente na Champions?