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Hoje, 24 de Março

Opinião

Francisco Seixas da Costa

As sombras sobre a festa

Passam amanhã 60 anos sobre a data em que um grupo de seis democracias europeias decidiu instituir entre si aquele que é, sem a menor sombra de dúvida, o mais bem-sucedido processo de cooperação internacional que a História regista. Aquilo a que hoje chamamos União Europeia resultou do aprofundamento dessa ideia, nascida para curar as feridas da guerra e para dar solidez a um espaço onde a economia de mercado se contrapunha ao modelo das "democracias populares". Com os Estados Unidos, a Europa viria também a partilhar a vitória na Guerra Fria, simbolizada pela implosão da União Soviética e pela recuperação da soberania plena por parte dos países que, no Centro e Leste do continente, deixaram então de respeitar a tutela de Moscovo.

Rafael Barbosa

Os vícios do Norte

Dijsselbloem é xenófobo e sexista. É uma evidência e é bom que se diga. Se é xenófobo e sexista, não pode presidir ao Eurogrupo. É outra evidência e também é bom que se diga. Foi o que fez, e bem, António Costa. Acontece que dar largas à indignação, com frases contundentes, pode ter efeitos na autoestima coletiva, merecer umas citações em alguns jornais europeus e excitar os militantes das redes sociais. Mas não é fazer política, é distribuir propaganda. O primeiro-ministro vai ter de fazer mais qualquer coisa.

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Quem vence o clássico na Luz?