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Hoje, 04 de Dezembro

Opinião

Afonso Camões

As mortalhas da União

A língua tem destas ironias: como a de dar o mesmo nome ao lençol que envolve um cadáver ou à tira de papel fino que embrulha o tabaco num cigarro. Há 75 anos, em plena guerra mundial, foi em mortalhas que se escreveu um dos textos inspiradores da paz e da União Europeia. Detidos na antiga cadeia italiana de alta segurança, no arquipélago de Ventotene, dois antifascistas redigiram um manifesto clandestino que clamava por uma Europa onde os países se unissem em estados federativos, como meio de evitar guerras no futuro. Escrito em papéis de cigarro, o Manifesto de Ventotene haveria de chegar à resistência italiana e daí aos movimentos aliados, como sinal de esperança.

Carvalho da Silva

O trabalho é a nossa política

"O trabalho é a minha política". Quantas vezes já ouvimos esta frase? Em regra, tal afirmação tem por objetivo passar uma mensagem de perigosa desvalorização da política. Mas se quem a usa e dela abusa for capaz de refletir dois minutos sobre o que diz, pode descobrir que a frase talvez tenha impregnada uma excelente afirmação do sentido que a política deve ter. O trabalho é mesmo central, não apenas na economia, mas sim nas mais diversas áreas da sociedade e nas dimensões individual e coletiva da vida das pessoas. Por isso, ele tem de estar no centro da política.

A sua Opinião

O Governo geriu bem a entrada de novos gestores na CGD?