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DAE, a secreta tropa de elite portuguesa

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Hoje, 23 de Julho

Opinião

Afonso Camões

Armas de distração massiva

Nós aqui ainda envergonhados com o assalto ao paiol de Tancos, quando hoje mesmo, em solo europeu, do Báltico ao mar Negro, muitos milhares de soldados estão envolvidos nas maiores movimentações militares de que há memória desde os tempos da Guerra Fria. De um lado e do outro, NATO e Rússia dizem que os exercícios, que envolvem aviões e navios de guerra, tanques e artilharia pesada, são de natureza defensiva. Mas todo o Mundo percebe que, neste tilintar de esporas, os dois blocos tradicionais só arreganham os dentes para mostrar músculo. São jogos de guerra, e condizem com a crescente pressão americana para que os europeus do bloco atlântico aumentem os seus orçamentos militares. Entre os nossos parceiros, bem podem Espanha, Bélgica, Dinamarca, Holanda e Noruega comprar mais caças de combate, à razão de 120 milhões de euros por cada unidade voadora. E até Portugal, cuja frota de F16 (são 30, mas nunca mais de uma dúzia prontos a descolar) está "em final de vida", há de ter de decidir até 2020.

Carvalho da Silva

A Altice e o antiemprego

A Altice construiu um enorme império internacional, de França aos EUA, num muito curto espaço de tempo, através de uma estratégia de aquisições que se serve de mecanismos perversos da financeirização da economia e tem o endividamento como instrumento fundamental. A Altice beneficiou do ambiente de baixas taxas de juro dos últimos anos para a maior expansão da sua breve história. Utilizando sociedades veículo endivida-se junto da banca internacional e de fundos de investimento para financiar as suas aquisições.

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