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Baidek: O empresário que nunca despacha a bagagem

Publicado

RUI MIGUEL MELO
 

Jorge Baidek, jogador, treinador, empresário. Jogou até aos 35 anos, entre Grémio, Belenenses, Madureira e Alagoas. Tirou o IV Nível de treinador com Jorge Jesus, licenciou-se em Sociologia e Educação Física, mas uma colaboração com a Superfute, de José Veiga, abriu-lhe as portas do mundo do agenciamento de futebolistas. "Mesmo quando jogava, já ajudava os jogadores mais jovens com os contratos", lembra.

Como treinador do Madureira, orientou Derlei e levou o brasileiro para a União de Leiria. Foi o primeiro grande negócio. Em 2001, tirou a licença de agente FIFA. Fundou a Championsdek S.A. e é um dos empresários com mais ligações ao Brasil e à Ásia, sobretudo Médio Oriente. Foi Baidek quem colocou Mourinho na União de Leiria, após sair do Benfica. "Veio ao meu escritório e disse que estava sem clube. Encontramo-nos com João Bartolomeu, em Fátima, e fizemos o acordo".

Baidek não tem uma carteira fixa. Aposta em parcerias em muitos países e coloca jogadores no Qatar e Arábia Saudita. Assim, não se limita a negociar no Verão e em Janeiro. Está sempre em movimento. "Os comissários de bordo da TAP brincam muito comigo. Dizem que não vivo sem eles". E já adquiriu truques. Nunca despacha a bagagem: "Já estive em Londres com voo para Istambul [Turquia] e, quando ia embarcar, recebi uma chamada e fui a Baku, no Azerbaijão".

É obcecado por futebol. No escritório, em Lisboa, tem inúmeros DVD de jogadores. E vai ao estádio observar o futebolista em acção. Diz que basta meia-hora para ver se há qualidade. Foi assim com Helton: "Fui com o Mourinho e com o Mladenov ao Brasil, ver um central, e vi o Helton no Vasco da Gama". Detesta propor jogadores que, mais tarde, se revelam más escolhas. É muito exigente com centrais e guarda-redes. Não admite… mãos à cintura. "Nunca marquei um autogolo porque estava sempre atento. Um jogador com as mãos à cintura está desatento", refere.

Passa a vida ao telefone e admite que a vida pessoal seria difícil se não fosse a compreensão da mulher, com quem está casado há 32 anos. Mas chegam a dormir em quartos diferentes. "Por causa das diferenças horárias, recebo chamadas de madrugada. É melhor ir para outro quatro".

 
 

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