Avanço das portagens nas SCUT agita autarcas

 | 16/10/2009
Falta de alternativa e cobrança indiferenciada motivam críticas do Grande Porto ao Minho.
 

O anúncio feito pela Ascendi (ex- -Aenor), do acordo das concessionárias com o Estado sobre as portagens nas SCUT no Grande Porto e Costa de Prata, voltou a reanimar a discordância de autarcas dos concelhos afectados.

Em declarações ao JN, o reeleito presidente da Câmara da Maia, Bragança Fernandes, disse estar "contra a existência de portagens no concelho, uma vez que para a construção da A41 os munícipes já pagam um imposto acessório e, além disso, não existe qualquer alternativa, a não ser a que atravessa a cidade".

Referindo-se à estrada A41, o autarca frisou que se trata "de uma via de distribuição viária que serve todas as freguesias, tal como a VCI no Porto".

Para explicar o seu total desacordo, dá dois exemplos. Num deles, traça o trajecto para chegar ao aeroporto Francisco Sá Carneiro. "Ora, não compreendo, nem aceito que tenha de se pagar portagens para tal".

No segundo, Bragança Fernandes vai mais longe e questiona se "os camiões de recolha de lixo, cujo único acesso à Lipor é pela A41 (não existe outra alternativa), também vão pagar portagens".

O presidente da Câmara da Maia recordou ainda que "em sede da Junta Metropolitana do Porto (JMP) ficou decidido que a colocação de portagens e os pontos a fazê-lo seria definido na JMP. Tal não aconteceu, e quem lançou a notícia quer é desestabilizar".

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