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| Christine Lagarde |
"Se os compromissos não forem cumpridos, há revisões apropriadas a fazer e isso significa tanto financiamentos suplementares e tempo suplementar como mecanismos de saída, que devem ser ordenados, nesse caso", afirmou.
"É uma coisa que será extraordinariamente dispendiosa e que iria apresentar grandes riscos, mas faz parte das opções para que estamos obrigados a olhar tecnicamente", acrescentou a responsável.
O dirigente socialista grego, Evangelos Venizelos, anunciou, esta terça-feira, que a Grécia deverá voltar às urnas para as eleições legislativas, em princípio, dentro de um mês, devido à falta de acordo entre os dirigentes dos partidos políticos para formar um governo de coligação.
"Eles fizeram reformas importantes, fizeram uma série de sacrifícios. Hoje, este desacordo político profundo é realmente muito lamentável para o povo grego", disse Christine Lagarde.
"Espero que seja encontrada uma solução de compromisso que permita avançar no que se refere a um programa que certamente estaremos abertos a examinar à margem, não nos termos fundamentais", afirmou a diretora-geral do FMI, acrescentando que "nos fundamentais, infelizmente não há 36 soluções".