Novo ano começa com protestos na Síria

01/01/2012
O primeiro dia do ano tem sido marcado por marchas de milhares de sírios que exigem a queda do regime de Bashar al-Assad, cujas forças continuam a reprimir com violência as manifestações dos activistas pró-democracia.
 
REUTERS
Forças do regime continuam a tentar reprimir manifestações
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No centro da Síria, em Hama, uma criança de sete anos foi mortalmente atingida por disparos feitos pelas forças de segurança contra o carro onde o menor seguia com o pai, relatou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), que fala mesmo do "primeiro mártir de 2012".

Três outros civis foram hoje mortos em Homs, também no centro do país, dois dos quais às mãos de apoiantes do regime de Assad.

Na província de Damasco, onde se situa a capital, 20 manifestantes que haviam hasteado a bandeira da independência da Síria ficaram feridos pelo disparo das tropas, informou o OSDH.

Sob o lema "liberdade para a vida", centenas de manifestantes juntaram-se na cidade de Idleb (noroeste), carregando tochas e cantando "unidade nacional e fraternidade entre muçulmanos e cristãos", tendo pendurado numa rua da cidade, lado a lado, a lua crescente e uma cruz.

Em Aleppo (norte), a segunda cidade da Síria, que até agora não tinha sido afetada pelo movimento de protesto, os jovens gritaram 'slogans' em apoio de cidades rebeldes de Homs (norte) e Deraa (sul). "Assad é o inimigo de Deus", gritavam os manifestantes.

"Ano Novo sem correntes de ferro. Queremos um bom ano para os irmãos cristãos. Viva a Síria livre", lia-se numa das faixas exibidas no protesto.

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