Projeto Casa será "revolução" para crianças institucionalizadas

27/07/2012
O secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social, Marco António Costa, diz estar a preparar "uma revolução" no apoio ao estudo acompanhado das crianças institucionalizadas, nomeadamente através do acesso a meios multimédia.
 
Projeto Casa será "revolução" para crianças institucionalizadas
foto José Mota/Arquivo JN
Crianças em instituições terão mais apoios

"Relativamente às crianças sem família, colocadas em instituições à guarda do Estado, o Governo está a preparar uma revolução. Estamos a trabalhar, com o ministério da Educação, na preparação do Projeto Casa. As crianças em lares de infância e juventude e centros de acolhimento temporário vão ter acesso a meios multimédia e a mais 300 profissionais a acompanhar o seu estudo", revelou hoje, em Gaia, Marco António Costa.

Entre as "várias componentes" do Projeto Casa "está o apoio ao estudo acompanhado, através da disponibilização de meios educativos complementares para que crianças possam ter as mesmas condições para puderem ter sucesso", descreveu o secretário de Estado, alertando que entre estes jovens a taxa de insucesso escolar "é próxima dos 50%".

"Vamos disponibilizar meios informáticos e conteúdos multimédia. A Porto Editora disponibilizará gratuitamente esses conteúdos numa lógica de mecenato", afirmou, adiantando que o projeto será apresentado em setembro e terá "outras vertentes" de apoio ao estudo em meios carenciados.

Marco António Costa referiu ainda ter assinado "recentemente" um despacho de criação do programa Ser Mais, com vista a "criar um nível de estabilidade permanente no apoio psicossocial a jovens institucionalizados".

O secretário de Estado anunciou ainda a criação de "mais 23 turmas PIEF [Programa Integrado de Educação e Formação]" a nível nacional.

"A proposta apresentada ao Ministério da Educação, é criar condições para, este ano, termos mais 23 turmas PIEF, que garantem um acompanhamento diferente e inclusivo dos jovens no programa educativo, direcionando-os para uma lógica educativa diferenciada que combata o abandono escolar e desmobilização desses jovens na sua formação", descreveu.

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