Democracia representativa em Angola

 | 11/09/2008
Desde o passado dia 7 que se restabeleceu a Democracia Representativa em Angola, país que considero a minha segunda pátria. De facto, mesmo com limitações, a democracia é o mais justo dos processos políticos que permite a promoção individual e colectiva dos cidadãos. Desta forma, a democracia representativa constitui o primeiro passo para se desencadear uma democracia participativa para o desenvolvimento da nação angolana num futuro próximo.
 

Para tal, é fundamental partir para a criação de áreas regionais que sejam responsáveis pela execução do programa político do Governo central.

Desta forma, a enorme riqueza de cada zona pode ser justamente aproveitada na luta contra as desigualdades e conduzir a uma democracia participativa capaz de conduzir aquele país a níveis de progresso pessoal e colectivo que são possíveis e desejáveis.

Posso afirmar que, após este acto eleitoral, estão criadas as condições para que o povo angolano usufrua das condições naturais que se acumulam neste país, no solo, como no subsolo, associadas à riqueza do meio hídrico e à acumulação da riqueza mineral, particularmente a diamantífera, que estimula todas as formas de roubo e especulação a combater.

Para tal, é imperativa a necessidade de existir um diálogo interventor entre o Poder Executivo, constituído pelo Governo e a Presidência da República, o Poder Legislativo que constituirá o Parlamento e os partidos, agora eleitos.

Estimular a participação cívica representa uma etapa fundamental a partir de agora num ambiente de solidariedade e de fraterna cooperação, integrando as diversas etnias no absoluto respeito pelas diferenças e pelos diferentes,

Devem formar-se colonatos que aproveitem as condições excepcionais para a agricultura, juntando "quiocos" e "buchimanes" no trabalho agrícola comum. Esta é uma das sugestões possíveis para a democracia participativa que Angola deve adoptar.

 
 
 
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