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PJM não sabe onde estãoarmas dos Comandos

Publicado

CARLOS VARELA E SUSANA OTÃO
 
 
foto José Carlos Pratas/Global Imagens
PJM não sabe onde estãoarmas dos Comandos
Sistema de segurança do quartel da Carregueira não foi violado por intrusos
 

A Polícia Judiciária Militar ainda não sabe onde estão as dez armas furtadas do quartel dos Comandos da Carregueira, após quatro dias de inquirições aos 350 militares daquela unidade de elite. Mas já há certeza de que o sistema de segurança não foi violado.

As armas foram furtadas da arrecadação de material de guerra de uma das três companhias operacionais, mas a fechadura electrónica e o alarme ali instalados não foram alterados. Entre o meio da tarde e o princípio da noite de ontem, período em que os militares tiveram autorização para, finalmente, abandonar o quartel, a Polícia Judiciária Militar (PJM) ainda não tinha feito detenções.

Segundo soube o JN, o acesso às arrecadações de material de guerra está protegido por uma fechadura electrónica, com código, mas também por um sistema anti-intrusão que detecta presenças no interior do espaço. O sistema, por sua vez, está ligado a telemóveis de serviço que registam os alarmes e avisam os militares encarregados da segurança através de uma chamada automática.

No entanto, os telemóveis do sistema que estavam na posse do pessoal de serviço na quadra de fim de ano - período em que as armas foram furtadas - não registaram actividade e a peritagem da empresa que instalou o sistema concluiu, anteontem, que não tinha havido qualquer violação.

A ser assim, alguém terá usado um código de acesso para entrar e as suspeitas incidem sobre um militar que possa ter sido aliciado por um grupo de fora para praticar o crime. Num comunicado divulgado ao fim da tarde de ontem, o Estado-Maior do Exército dava conta de que "estava concluída a fase inicial de inquérito", havendo já a certeza do "modo como ocorreu este incidente no CTC" (Centro de Tropas Comando). O comunicado referia ainda que as "investigações vão prosseguir no sentido do total esclarecimento da situação, dando origem aos processos subsequentes que se revelarem adequados". O processo de averiguações na unidade, soube o JN, está também praticamente concluído.

O desfecho aguarda apenas algumas diligências que a PJM deverá desenvolver ainda este fim-de-semana, podendo chegar a detenções, mas o mais importante acaba por ser a descoberta das dez armas furtadas. A suspeita de que o acto criminoso teve por detrás um encomenda específica, virada para um determinado tipo de armas, mantém-se como segura para os investigadores e os receios de que as armas tenham caído nas mãos de grupos de crime organizado são fundados.

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