A operação, que terminou ao final da tarde de segunda-feira, resultou de uma "investigação que decorria há cerca de um ano", tendo culminado com esta apreensão de material que estava depositado em dois armazéns situados na freguesia de Guilhabreu, em Vila do Conde, explicou Rute Serra, inspetora-diretora do Norte daquele organismo.
Da operação resultou ainda a identificação de uma mulher, que já estava "referenciada pelas autoridades" por práticas semelhantes, sendo que foi "constituída arguida" e vai aguardar julgamento com termo de identidade e residência, avançou ainda a inspetora.
Os artigos apreendidos vão desde malas de viagem, sapatilhas, cintos, carteiras, biquínis ou roupa interior, de marcas como Adidas, Nike, Carolina Herrera, Louis Vuitton, Gucci, Calvin Klein, Burberry, Prada, entre outras.
Segundo Rute Serra, estes artigos, de origem chinesa, entraram em Portugal por via "terrestre, através de países como Rússia e Polónia ou então chegaram à Península Ibérica por via marítima".
A ASAE alega que a mercadoria seria para abastecer "o mercado nacional e, eventualmente, o espanhol".