| foto ANTONIO COTRIM/LUSA |
 |
|
Diogo Costa Monteiro, da Federação Prótoiro, disse hoje à Agência Lusa que, além de "uma machadada na cultura, identidade e liberdade dos portugueses", a proibição conduziria a um "flagelo económico e ambiental".
De acordo com a Prótoiro, o distrito de Viana do Castelo e a Madeira são as únicas zonas em Portugal onde não existem manifestações tauromáquicas.
Nas últimas três décadas, os números de espetáculos em praças de toiros aumentaram em "35 por cento", estimando-se em "três milhões de pessoas", anualmente, em espetáculos tauromáquicos (corridas de toiros, largadas, vacadas, esperas e picarias, entre outros).
"As corridas de toiros, inseridas na tauromaquia geral, são o motor de muitas economias locais, que sofreriam um rude golpe se fossem proibidas", alertou.
Em Portugal, existem cerca de "70 mil hectares de montado" afetos à criação de toiros bravos e "cerca de 110 ganadarias", onde, a par com as "30 mil cabeças de gado bravo", coabitam outras espécies animais.