Nem a sombra do "Antenagate", apelido dado ao problema gerado pelas falhas do iPhone 4 na recepção de sinal de rede, demoveu os fãs da marca. No dia 26 deste mês, a FNAC anunciava que já tinha 945 reservas de compra do telemóvel.
Perante as reclamações relativas à antena, a Apple fez saber aos compradores que tudo se devia à forma como pegavam no telemóvel. Em comunicado, os responsáveis da marca recomendavam os utilizadores a fazerem chamadas com a mão direita, o que bastaria para resolver o problema. Steve Jobs, o lendário CEO da Apple, chegou a fazer uma conferência de Imprensa para tentar defender a marca do problema que enfureceu muitos dos consumidores. Na altura, Jobs anunciou a oferta de capas protectoras para o telefone, e ainda se predispôs a aceitar de volta os telemóveis de quem estivesse satisfeito, devolvendo-lhes o dinheiro.
Em Portugal, o iPhone 4, que está disponível nas operadoras Optimus e Vodafone, apresenta-se em duas versões: uma de 16 gigabytes, que custa 659,9 euros, e outra de 32 gigabytes, que se fixa no preço de 779,9 euros. Quem pretender o equipamento desbloqueado terá apenas como opção a versão de 32 GB, que custa 1299 euros.
Em relação ao anterior modelo (o iPhone 3GS), a nova versão chega com algumas inovações.
O iPhone 4 possui uma câmara secundária, que permite a execução de chamadas de vídeo, e uma câmara principal de cinco megapixels e flash LED integrado.