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Da minha parte, não considerei as palavras do presidente um apelo. Vi naquele discurso uma intromissão à minha liberdade e aos meus direitos mais elementares, e por isso sinto o dever, tal como uma obrigação, de dizer que o bom senso não lhe teria ficado nada mal.
Se de um pretenso fármaco prescrito para uma determinada maleita do foro oncológico resultam efeitos secundários que a cada toma reduzem o tempo de vida de quem o toma; pergunto, se seria razoável continuar com a medicação.
O mais sensato é parar imediatamente e aprender a viver um dia de cada vez criticando a entidade farmacêutica que o lançou no mercado . De nada nos serve evitar a morte pela doença, sabendo que vamos sucumbir na tentativa da cura.
Do mesmo modo, sabendo que venha quem vier, vindo todos da mesma fornada, e sabendo eu que é mais do mesmo, como quer o presidente que tanto eu como +- 43% dos portugueses tivessem votado?
Haja bom senso!
Se não for pedir muito: - Senhor presidente respeite quem não votou.&lt;img src="http://www.jn.pt/aggbug.aspx?PostID=2392816" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>SÉCULO POLÍTICO DE INCUBADOURA</title><link>http://www.jn.pt/blogs/13121957/archive/2009/05/16/s-201-culo-pol-205-tico-de-incubadoura.aspx</link><pubDate>Sat, 16 May 2009 11:22:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">fb4e9426-7c22-44e5-bf7d-a1c82e742f8a:216361</guid><dc:creator>13121957</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.jn.pt/blogs/13121957/rsscomments.aspx?PostID=216361</wfw:commentRss><comments>http://www.jn.pt/blogs/13121957/archive/2009/05/16/s-201-culo-pol-205-tico-de-incubadoura.aspx#comments</comments><description>Continuação...
O homem político de incubadora, por conta própria, não vai descobrir a fórmula para uma economia social nem o caminho para a paz duradoura .
A América [país] tem a liberdade como o principal instrumento de acção; outros têm a servidão. Seus caminhos [são] diferentes; não obstante, cada um parece ter sido chamado por algum projecto secreto da Providência para algum dia ter nas mãos os destinos do mundo.
     Como um carro atolado na lama, a economia mundial está atolada. Existe até mesmo o aviso de que, como um automóvel encalhado com o motor acelerado e as rodas patinando, os sistemas económicos mostram sinal de colapso sob a pressão. E todos nós sentimos os efeitos. 
       
        Sendo a economia um sistema de produção e distribuição de bens e de serviços a economia é basicamente um sistema de troca cooperativo. O dinheiro deve ser usado para compensar os participantes por seus bens e serviços. 
      Mas a inflação galopante gera uma espiral viciosa de aumento de preços. A produção é menor do que a demanda, o desemprego aumenta e os preços continuam a subir. Em vez de uma equitativa troca de riqueza, o abismo entre as nações ricas e as pobres aumenta.
      Os países em desenvolvimento, não-produtores de petróleo, mergulham desesperançadamente cada vez mais fundo na dívida à medida que importam os bens necessários e a energia a preços sempre crescentes. Provocando estrago adicional, o instrumento do comércio  o dinheiro  valoriza e desvaloriza erraticamente a moeda de uma nação com relação a de outra. Claramente, a economia virou fera. 
     Os políticos do século académicos prematuros, reúnem-se em colóquios e reuniões mundiais de economia. Mas a recuperação tarda em chegar. Em termos simples, a economia ainda está atolada. E ninguém tem certeza de como conseguir movimentá-la. A inflação persiste teimosamente.
      Nos anos recentes, adicionou-se uma nova complicação no emaranhado de problemas que atola a economia  altos recordes nas taxas de juros, especialmente nos E.U.A. 

       Assim como uma pedra atirada num lago, as ondulações das taxas americanas invadiu a economia de todas as nações ocidentais industrializadas, restringindo o fluxo de dinheiro nos investimentos comerciais, grandemente necessários para manter em movimento a estagnada economia.
&lt;img src="http://www.jn.pt/aggbug.aspx?PostID=216361" width="1" height="1"&gt;</description></item></channel></rss>
