- Será a engrenagem política o problema estrutural?
- Até que ponto permitiria a Classe dirigente o país ter crescimento sem automaticamente contrair novas dívidas sem prestar contas a ninguém?
- Em que mãos põem, a população dos países em dificuldades, o seu dinheiro? Que qualidades se reconhecem nesses homens ou mulheres?
- Existirá algum escândalo capaz de derrubar um político?
- Quanto tempo conseguirá o Ministro das Finanças reter os 16 mil milhões? Que Deus o guarde pois no nosso caso nunca tantos dependem tanto de um, temos milhares de jovens e crianças nas suas mãos.
- Fora as previsões astrológicas, que o gabinete de marketing do governo o obriga a fazer, a sua postura mostra atitudes corretas. O Ministro da economia já sorria com a gestão deste fundo como forma de fazer um grande brilharete. Não estamos em tempo de brilharetes nem acredito em super homens. A situação atual resume-se a dois ministérios, o da economia e o da agricultura (não vale a pena falar da industria pois não?). É necessário tirar a venda a retalho dos bens essenciais aos hipermercados.
Esta é uma medida estrutural pois possibilitará relançar as atividades inseridas no atual ministério. Não é chocante pois já engordaram anos suficientes (1º Ministro Aníbal). O problema da quebra de receitas da venda sem impostos compete aos serviços fiscalizar que naturalmente têm que ser reforçados (tal como às condições sanitárias).
Ao distribuir esses lucros, tirados à aquisição de bens de necessidade essenciais, aos hipermercados serão distribuídos pela população mediante o desempenho de cada um.
O Sr. Rajoy pode tomar essa atitude.
O Sr. Krugman não compareceu com economista.
A sublevação do povo húngaro foi na realidade vergonhosa e aconteceu nos tempos modernos tal como a invasão do Iraque partindo de uma mentira (alienar o seu património para pagar despesas de guerra) e no presente assédio ao Irão com os mesmos métodos e propósitos. O Irão está a ser oprimido por esses países que se consideram vingadores, não pelo receio deste arrasar uma cidade mas sim pelo impedimento do mesmo poder ser invadido utilizando o mesmo método. É claro que foi dado um tempo útil ao presidente Sírio para resolver os seus “problemas” notório pelo ataque de desespero no penúltimo dia.
a Sra. Merkel e a Troika são um bode expiatório.