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Outubro 2011 - Posts

Danica nasceu nas Filipinas e a população mundial cresceu para os sete mil milhões

segunda-feira, 31 de Outubro de 2011 10:15

As Filipinas comemoram o nascimento de Danica Maio Camacho, simbolicamente designada como representante do cidadão sete mil milhões. Nasceu domingo, dois minutos antes da meia noite, com 2,5 quilos cheios de vida num hospital da capital, Manila.

 

 

 

“É muito linda. Ainda nem acredito que seja a habitante sete mil milhões do planeta”, disse a mãe Camille Dalura, ainda na sala de partos, invadida por jornalistas e repórteres de imagem.

 

Os pais, Florante e Camila, foram felicitados pelo representante das Nações Unidas que lhes levou um bolo para, juntos, festejarem o nascimento da pequena Danica, que receberá uma bolsa de estudos. Os pais receberão dinheiro com o qual pensam abrir uma loja.

 

À falta da precisão necessária para determinar onde nasceu ou vai nascer o cidadão 7 mil milhões, as Nações Unidas aproveitam esta segunda-feira para marcar simbolicamente o acontecimento.

 

Danica foi simbolicamente escolhida como bebé sete mil milhões por ter nascido no continente que alberga dois terços da população mundial. Na Ásia, vivem 4,2 mil milhões de pessoas.


De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a População, as Filipinas são o 12.º país mais
povoado do Mundo. Tem 94,9 milhões de habitantes, dos quais 54% têm menos de 25 anos.


A China é o país mais povoado do Mundo, com  1359 milhões das imagens, seguido da Índia com 1240 milhões.


Há 12 anos, Adnan Nevic foi o bebé seis mil milhões. Nasceu em Saravejo, na  Bósnia- Herzegovina.


Em várias partes do Mundo, foram anunciados, esta segunda-feira, nascimentos de outros bebés  7 mil milhões. Só na Rússia, nasceram dois: em Kaliningrado, um bebé chamado Piotr, e o Alexandr, em Kamchatka.


Já a Organização Não Governamental Plan International assegura que o habitante sete mil milhões é uma menina, Nargis, nascida no super-povoado estado de Utar Pradesh, na Índia.

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Bebé apanhado em flagrante a fugir do berço

sexta-feira, 28 de Outubro de 2011 16:12

A mãe de Dayne não conseguia descobrir como é que um dos filhos conseguia sair da cama de grades a cada  sesta. Achou que a ousadia só podia ser resultado do esforço conjunto de Dayne e do irmão gémeo, que dorme com ele na mesma cama.

 

 

Para ter a certeza dos movimentos dos gémeos, instalou uma câmara de vídeo no quarto. Assim que fechou a porta do quarto, os gémeos trocaram um olhar, do género, “sabemos mesmo o que vai acontecer”.

Dayne levanta a perna, escala as grades e lança-se para literalmente para o outro lado. E apesar de aterrar mal no chão, Dayne não deixa cair uma única lágrima, habituado que deve estar a fazer a habilidade. Chegado ao chão, Dayne vai direito à câmara que, deve suspeitar, capta a traquinice.

O irmão observa-o, sem se decidir a juntar-se na ousada manobra. Veja o Vídeo.

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Bebés são muito mais inteligentes do que aquilo que se pensava

quinta-feira, 27 de Outubro de 2011 12:47

Crianças de 18 meses conseguem fazer complexas análises estatísticas e os seus dias parecem ser uma notável sucessão de experiências científicas. Aos 18 meses, já são capazes de perceber e agir em conformidade com o que acham ser a perspectiva dos outros.


Filósofos, psicólogos e até o conceituado teórico do desenvolvimento infantil suíço Jean Piaget julgaram bebés e crianças muito novas como seres irracionais, individualistas, ilógicos e amorais, incapazes de perceber a perspectiva de outros ou de perceberem a causa-efeito.


Mas através de novas técnicas científicas foi possível perceber que, mesmo as crianças mais novas têm um grande conhecimento acerca de objectos, pessoas e linguagem, são capazes de aprender muito mais. Descobriu-se, até, que têm implícito métodos de aprendizagem tão poderosos e inteligentes como os mais destacados cientistas.


Inconscientemente, as crianças conseguem fazer complexas análises estatísticas e os seus dias parecem ser uma notável sucessão de experiências científicas. “Experienciam a vida de uma forma muito mais intensa do que nós”, explicou Alison Gopnik, professora de Psicologia e de Filosofia na Universidade da California, em Berkeley, durante uma palestra TED Talk.


Um dos maiores problemas para os adultos é tentarem perceber o que é que as outras pessoas querem, pensam e sentem. “E é algo especialmente difícil quando o que os outros querem não coincide com o que queremos”, precisa  Alison Gopnik. Tradicionalmente, os psicólogos consideram, até, que as crianças até aos oito anos não conseguem perceber a perspectiva das outras pessoas.


Durante a palestra, Alison Gopnik partilhou a experiência que, juntamente com uma das suas alunas, fez com crianças de de 15 e de 18 meses.


Distribuíram duas taças às crianças, uma cheia de brócolos, a outra cheia de bolachas. Claro, que todas preferiram as bolachas aos brócolos.


Depois, e com as crianças a verem, Betty Repacholi, a estudante que participou no estudo, provou a comida de cada uma das taças, fazendo no final uma cara de agrado ou de desagrado no final de cada uma das provas.


As taças foram devolvidas às crianças, às quais Betty estendeu a mão pedindo: “Podes dar-me um bocadinho?”. Os bebés de ano e meio, que mal conseguem andar ou falar, deram-lhe bolachas, no caso em que antes demonstrou gostar mais dos doces, e brócolos, quando mostrou preferir o legume.


“Estas crianças muito pequenas tiveram um profundo conhecimento que outra pessoa – neste caso a Betty – podia ter uma perspectiva diferente do Mundo, ou pelo menos, dos brócolos, e ajudaram-na a obter o que ela queria”, constata  Alison Gopnik.


Os bebés de 15 meses apenas entregaram as bolachas. “E isto revela algo ainda mais notável, é que os bebés aprendem de alguma forma, entre os 15 e os 18 meses, este factos tão profundos da natureza humana”, acrescentou a investigadora, que atribuiu essas aquisições “a análises estatísticas e às experimentação a que chamamos brincar”.


A investigação partiu, diz, de questões puramente científica, filosóficas, até. “Como podemos nós seres humanos aprender tanto quanto aprendemos a partir de uns poucos fotões que atingem as nossas retinas e de umas perturbações de ar que chegam aos nossos tímpanos? De que forma é que os poucos genes que nos separam dos chimpanzés pode conduzir-nos a diferenças tão grandes na forma como pensamos e vivemos? Como poderemos alguma vez saber o que é que outra pessoa pensa ou sente?


“É surpreendente como, ao estudarmos bebés e crianças pequenas, podemos encontrar respostas para estas grandes questões. Do ponto de vista evolucionário, parece que a nossa excepcionalmente longa infância pode desempenhar um papel crucial em muitas das habilidades que nos distinguem enquanto humanos”, faz notar a docente universitária.

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Veja o que as crianças fazem quando um amigo não tem de comer

quarta-feira, 19 de Outubro de 2011 12:54

Uma mulher explica a duas crianças que as terá de deixar por cinco minutos, enquanto vai buscar um fotógrafo, mas que as deixa com um lanche que poderão comer assim depois de contarem até três. No final da contagem, e destapado o prato, as crianças vêem que apenas uma delas tem uma sande para comer. Nenhuma das crianças duvida quanto ao que fazer: dividir o lanche com o parceiro que não tem nada para comer.


“Experimente partilhar” é a mensagem da Organização Não governamental “Accion contra el hambre” (Acção contra a fome). “Num Mundo com capacidade para alimentar o dobro da população, 3,5 milhões de crianças continuam a morrer anualmente por desnutrição aguda”.



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Maria Cláudia Monteiro: claudia@jn.pt

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