Para miúdos e graúdos,

porque crescer também é difícil para os pais.

Pai faz um desenho por dia para os filhos desde 2008

terça-feira, 14 de Maio de 2013 16:07

 


David LaFerriere, designer norte-americano, há cinco anos que ilustra os sacos que os  filhos, Evan, de 15 anos, e Kenny, de 14,  levam diariamente para a escola.

O conjunto de desenhos está publicado no site de hospedagem e  partilha fotos Flickr  e resulta numa divertida colecção de ilustrações. “Faço os desenhos para os meus filhos, desde que eram pequenos”, explica o designer, num vídeo publicado no Flickr.  “Eles adoraram e não há nada que me faça mais feliz do que ouvir a reacção deles no final do dia”.

David começou a fazer os desenhos em Maio de 2008, quando numa manhã pensou preparar algo especial para os filhos. “Foi só uma forma de me divertir com os miúdos”, conta o designer. “E também começo a criar e a experimentar umas coisas antes de começar a trabalhar”.

Inicialmente, David tentou usar corantes e pintar diretamente no pão. O pão, no entanto, era demasiado rugoso e o processo levava muito tempo, por isso deixou cair a ideia.

Um dia, encontrou uns marcadores na cozinha e decidiu experimentar. “No início, utilizava apenas os marcadores vermelho e preto”, conta. “Depois comecei a usar mais cores e tornei-me mais criativo”.

A inspiração para os desenhos vem dos mais variado sítios. Como tem muitos animais em casa, em Massachusetts, nos EUA, desenha com frequência galinhas, coelhos e cães a fazerem actividades dos humanos, com um pato a apanhar banhos de sol. Outras, inspira-se na bolhas do pão para a partir delas fazer os desenhos.

Começou a publicar as fotos no Flickr porque sabia que eventualmente alguns dos sacos iriam perder-se e parar ao lixo e queria uma forma de os guardar. “Imagine, 180 dias de escola a multiplicar por dois”, contabiliza o designer. “E acrescente as férias de verão, nas quais eles vão para um campo de férias, nos últimos cinco anos. São cerca de 1082 sacos”.

Poucas semana após ter começado a partilhar o trabalho, David  LaFerriere, D FaFerriere no Flickr, começou a receber mensagens muito positivas e contactos de pessoas de todo o mundo. “Foi incrível, não estava à espera que alguém descobrisse as imagens ou que olhasse para elas”, conta. “Estava apenas a faze-las para mim e para os meus filhos, mas começaram a ter imensas visitas”.

 

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19 mitos sobre a amamentação

quinta-feira, 2 de Maio de 2013 14:57

O leite materno é a melhor alimentação que um bebé pode ter durante os primeiros seis meses, defende a Organização Mundial de Saúde. A prática, ancestral e adoptada sem constrangimentos ou mistérios em África, onde as mães oferecem o peito sempre que o bebé pede, origina em certos países europeus dúvidas responsáveis pelo abandono da amamentação.

Em Portugal, e de acordo com dados do Observatório do Aleitamento Materno, às seis semanas de vida 71,2% dos bebés são amamentados em exclusivo com leite materno. Entre o segundo o terceiro mês, o valor desce para 46,4%. E apenas 14,7% das mães mantêm a amamentação entre o quinto e o sexto mês.

Apesar de a maioria das mulheres portuguesas optarem por amamentar os filhos à nascença, uma grande percentagem desiste devido às dificuldades que enfrentam, por causa das dúvidas que ficam por esclarecer e por uma série de mitos herdados da “geração dos biberões”.`

Os 19 mitos mais frequentes da amamentação materna:

1 - O meu peito é demasiado pequeno, pode não ter leite suficiente. É falso. As mulheres não têm mais ou menos leite em função do tamanho do peito. O tamanho é definido pela gordura e não pelos canais onde o leite “é produzido”. O peito produz a quantidade de leite que o bebé precisa. Para assegurar a produção de leite, basta encontrar a postura correcta para amamentar e que o bebé faça tomas frequentes.

2 – Ter os mamilos planos ou invertidos inviabiliza a amamentação. É falso. Os mamilos vão sofrendo transformações no final da gravidez e durante a amamentação. Os bebé também não se agarram somente aos mamilos, mas seguram uma boa quantidade do peito que pode incluir toda a auréola. As mães que tenham dificuldade devem consultar um especialistas em amamentação.

3 – Até à subida de leite é preciso dar biberão. É falso. No início, o colostro – o primeiro leite – é tudo o que um bebé, que mama sempre que pede e com frequência, precisa. São muito poucas as mulheres que não têm leite nenhum.

4 – O leite é aquoso e não alimenta. É falso. O leite de todas as mães alimenta. Só é preciso dar tantas vezes quantas o bebé pedir. Quando se inicia a mamada, o primeiro leite que sai tem maior quantidade de água e de açúcares. Após um período de sucção, o leite fica mais espesso por ter mais gorduras que saciam e engordam.

5 – Para ter mais leite é preciso beber muita água. É falso. A produção de leite aumenta ou diminui em função do esvaziamento da mama e não dos alimentos que a mãe ingere. E assim como não há alimentos que aumentem a produção de leite, também não existem alimentos que produzam gases no leite ou no bebé.

6 – É preciso dar de mamar de três em três horas, para que o peito volte a encher. É falso. Funciona precisamente ao contrário. Para assegurar uma produção adequada de leite e o fluxo de leite, durante os seis meses de amamentação materna em exclusivo, o bebé precisa de ser amamentado tão frequentemente quanto o deseje, tanto de dia como de noite.

É a chamada amamentação em regime livre. Os lactantes alimentam-se de acordo com o seu apetite, obtendo o necessário para um crescimento satisfatório. Os bebés não esvaziam completamente o peito, extraindo apenas entre 63 e 72% do leite disponível, revelam estudos científicos. Podem obter mais leite, o que prova que o bebé deixa de beber leite porque fica saciado e não por que o peito ficou vazio.

A capacidade de armazenamento de leite varia de mulher para mulher. Os filhos de mulheres que têm menos capacidade para armazenar podem necessitar de alimentar-se com maior frequência, para extrair leite, assegurar uma ingestão e uma produção de leite adequadas.

7 – Se se der peito sempre que o bebé pedir, não se habituam a comer regularmente e podem danificar o estômago. É falso. Se a criança come quando deseja, o estômago irá desenvolver-se de forma adequada. Impor horários e quantidades que não se ajustam às necessidades do bebé é o que pode originar mal-estar e irritabilidade.

8 – O bebé continua a chorar porque quer comer mais e não tem. É falso. Os bebés choram por muitas razões e não necessariamente por causa da insuficiência de leite. As crianças que são amamentadas sem restrições, durante o tempo e com a frequência que desejam, não costumam ter cólicas. Se achar que o bebé chora porque tem mais fome, pode oferecer mais leite. O leite materno é de fácil digestão e é bem tolerado.

9 – Quando as tomas começam a ser mais frequentes do que o que é normal é sinal de que o bebé fica com fome. É falso. Umas vezes querem comer, outras têm sede e precisam só de mamar um bocado, o que acontece sobretudo em alturas de calor. Também pode acontecer devido a surtos de crescimento. As crianças tornam-se mais exigentes para que a mãe aumente a quantidade de leite que precisa. Depois de dois ou três dias, recupera-se o ritmo mais relaxado, sem serem precisos biberões extra.

10 – Já não se nota o peito cheio, talvez não tenha leite suficiente. É falso. Quase todas as dúvidas acabam com a mesma pergunta: “Será que tenho leite suficiente?”. É normal sentir-se o peito menos inchado ao fim de algum tempo, o que não indicia que haja menos produção. A produção depende das tomas do bebé.

11 – Se com a bomba de extração de leite tirar pouca quantidade, não posso continuar a amamentar. É falso. A extração manual ou com bomba, não serve para medir a quantidade de leite que tem cada mulher. Um bebé extrairá sempre muito mais leite.

12 – Com o regresso da menstruação é preciso deixar de amamentar. É falso. A produção de leite mantém-se desde que haja estimulação e esvaziamento das mamas, até que a mãe e o bebé queiram.

13 – O stress pode acabar com o leite. É falso. Muito receios têm a mesma explicação e é a de que o leite se mantém, desde que haja estimulação e esvaziamento das mamas.

14 – Estar constipada, gripada ou a tomar medicamentos é incompatível com a amamentação. É falso. Não é preciso deixar de dar peito porque a mãe está constipada, gripada ou porque está a tomar medicamentos. Pelo leite, são transferidas defesas ao bebé que o protegem da infecção. Nestes casos, antes de pegar no bebé, deve lavar-se sempre as mãos e, se necessário, usar uma máscara ou um lenço para tapar a boca e o nariz.

No caso dos medicamentos, os que são autorizados durante a amamentação são em muito maior número do que o que se pensa. Em caso de incompatibilidade, pode sempre procurar-se um alternativo. Caso não haja, é possível manter a produção de leite, extraindo enquanto dura o tratamento, para depois retomar a amamentação após o tratamento.

15 – Se o bebé não dorme de um sono só é porque precisa de leite artificial. É falso. Não existe relação. Quando são pequenos, precisam de comer com frequência e não dormir de uma vez só. Depois, vão espaçando as tomas e dormem mais horas por noite, apesar de alguns bebés continuarem a querer comer com frequência. Não depende se tomam leite materno ou artificial, mas sim cada criança.

16 – O aumento do peso do bebé não está a ser tão rápido quanto seria de esperar. Não está a alimentar-se bem. É falso. Cada criança tem um padrão de crescimento. Não têm todos de crescer dentro do mesmo padrão.

17 – A gravidez  obriga a parar com a amamentação. É falso. Não é uma obrigação, mas sim uma decisão de cada mulher. Pode amamentar-se durante toda a gravidez, sempre que o bebé queira e caso não se trate de uma gravidez de risco. Quando chegar o bebé mais novo, pode continuar a amamentar os dois, dando-se sempre prioridade ao mais novo.

18 – Com seis meses, o bebé já é muito grande para ser amamentado. É falso. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Direção-Geral de Saúde recomendam a introdução de alimentação complementar a partir dos seis meses. Primeiro, preconiza a OMS, deve oferecer-se o peito e só depois os restantes alimentos, de forma gradual. Até ao ano de vida, o leite materno deve continuar a se o alimento principal. E quando o bebé já comer de tudo, deve continuar a ser a principal fonte de leire até aos dois anos ou mais.

19 – Depois de voltar ao trabalho, não é possível  continuar com a amamentação. É falso. Depende de muitos fatores, do tempo que a mãe e o bebé passam separados, se a mãe extrai leite durante esse tempo, se a pessoa que fica a tomar conta do bebé lhe pode dar o leite materno, a idade da criança e a expectativa que a mãe tenha. Em certas situações, a mãe acaba por optar por uma lactância complementar ou mista.



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E por que não telefonar a Jesus para pedir sol?

quarta-feira, 27 de Março de 2013 17:32


Num destes dias, a mãe do Pedro disse-lhe que tínhamos de conversar com o Jesus, porque não parava de chover.
 
Então, o Pedro perguntou: "Tens o telefone dele?"
 
Pedro, quatro anos e meio

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Bebé nasceu com 7 quilos em Inglaterra

quarta-feira, 27 de Março de 2013 13:12

George King nasceu com 7,1 quilos, há seis semanas, em Bristol, Inglaterra. Os pais e os médicos desconheciam que George era um bebé assim tão grande, pelo que o parto foi muito complicado.


O bebé esteve sem oxigénio durante cinco minutos à nascença e os médicos deram-lhe apenas 10% de hipótese de sobrevivência.


George King foi transferido para o Hospital de St. Michael's, também em Bristol, de onde teve permissão para ir para casa quase semanas e meia depois.

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Maria Cláudia Monteiro: claudia@jn.pt

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