Maio 2011 - Posts
"Temos 1,5 % de possibilidade de vencer a eliminatória"
terça-feira, 31 de Maio de 2011 às 17:52


Joel Rocha continua a fazer história ao serviço do Fundão. No primeiro ano à frente da equipa, o jovem técnico, de 29 anos, conduziu os beirões às meias-finais do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão e está a uma vitória de conseguir um inimaginável apuramento para a final da prova. O Sporting que se cuide…

Alguma vez pensou que, no ano de estreia, iria comandar a equipa a estes resultados?
Sinceramente, não estava nada à espera. No entanto, trabalhámos com o objectivo de fazer sempre mais e melhor. Somos competentes, dedicados e apaixonados pelo trabalho que realizamos, o que nos tem possibilitado superar as sucessivas metas que nos têm surgido. Depois, ao sábado, tentamos fazer o melhor possível.

É possível, á semelhança do que fez com o Belenenses, o Fundão eliminar o super-favorito Sporting?
Os candidatos ao título demonstram-se dentro de campo. As oito equipas que chegaram ao play-off tinham a ambição de chegar o mais longe possível e, para já, nós estamos entre as quatro melhores. Na eliminatória anterior o que veio ao de cima foi a nossa grande capacidade colectiva e de sacrifício. Não é qualquer equipa que ganha dois jogos consecutivos ao Belenenses.

O Fundão está na frente da eliminatória. É, por isso, favorito a eliminar o Sporting e chegar à final?
Não! Temos 1,5 % de possibilidade de vencer a eliminatória. Mas uma coisa ninguém nos poderá tirar: o acreditar. O Sporting é o grande favorito, por todos os motivos, mas a qualidade dos jogadores é semelhante. Temos é menos opções. A obrigação de ganhar é deles e nós temos o prazer de lutar por algo histórico.

Nos cinco jogos disputados em Loures o Fundão ganhou dois e venceu um. Estes números aumentam a confiança da equipa?
Temos sido felizes em Loures, mas isso não significa nada. Não há vencedores antecipados. Continuaremos a ser fiéis aos nossos princípios e vamo-nos apresentar como sempre o fizemos. As duas equipas conhecem-se muito bem e a estabilidade mental é que vai decidir o jogo.

Está a fazer história no primeiro ano à frente do Fundão. Considera-se o principal rosto do sucesso?
Nem pensar. Tenho consciência que é um trabalho de muita gente envolvida. Sou o rosto principal porque dou a cara, mas quem está por detrás tem igual ou maior importância nos resultados que temos apresentado. No entanto, os jogadores é que são os grandes obreiros de todo este percurso.
 

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Foz acaba com o futsal
terça-feira, 31 de Maio de 2011 às 14:43

O Foz vai extinguir a equipa principal de futsal, que na presente temporada terminou em 7.º lugar no Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, Série A. A decisão já foi tomada pelos responsáveis do emblema portuense, em virtude das sucessivas faltas de apoios, colocando um ponto final num percurso de sete anos recheado de sucesso. Foi campeão quatro vezes consecutivas, chegando, em apenas cinco anos, da 3.ª Divisão Distrital da A. F. Porto até ao segundo patamar mais importante do futsal nacional.

“A principal razão da nossa desistência passa pela falta de apoios para conseguir manter um projecto com o qual já não nos identificávamos. Ou apostávamos para andar a discutir os primeiros lugares ou não valia a pena andar nesta situação. A partir desse momento, achamos que era melhor sair”, disse, com muita mágoa à mistura, Luís Figueiredo, o principal responsável pela secção de futsal de um clube que muitos definiram como “especial”.

“Não tínhamos capacidade para continuar a lutar com outras realidades, quase profissionais. Não recebemos qualquer apoio, nem para pavilhões ou transportes. Quando assim é torna-se muito difícil sustentar uma equipa a este nível, mesmo quando jogadores e treinadores nada ganham”, sublinha o dirigente, assegurando que o orçamento anual do clube rondava os 25 mil euros.

Com o intuito de fechar um ciclo de sete anos recheado de vitórias da melhor forma, a direcção do clube vai promover um jantar, no domingo, com todos os atletas que o representaram. Uma festa que servirá, certamente, para relembrar grandes momentos de um emblema que, pela sua maneira de estar, vai deixar saudade nas quadras nacionais…

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"O Benfica é quase imbatível"
segunda-feira, 30 de Maio de 2011 às 17:22


O Instituto D. João V venceu o Benfica no primeiro jogo das meias-finais, por 2-1, e está a um pequeno grande passo de fazer história no futsal nacional. Apesar de estar na frente da eliminatória, Nuno Dias, técnico do conjunto do Louriçal, continua a dar o favoritismo às águias, reconhecendo que “é quase impossível” vencer na Luz. Uma missão que a garra e ambição que caracteriza a equipa poderá ajudar a torná-la real. Até porque, o sonho ficou muito mais perto...

O Instituto D. João está na frente da eliminatória. É possível surpreender o Benfica, na Luz, e chegar, pela primeira vez na história, à final do Campeonato?
O Benfica continua a ser favorito a marcar presença na final. É a segunda vez que estamos nas meias-finais e temos o sonho de chegar mais longe. No entanto, sabemos que o nosso adversário é superior e temos poucas possibilidades de seguir em frente. Além disso, temos a perfeita noção que na Luz o Benfica é quase imbatível.

É da opinião que o Instituto nada tem a perder...
Temos uma mentalidade desportiva forte e podemos discutir todos os jogos. Conhecemos a nossa realidade e se as coisas correrem normalmente a eliminatória penderá para o lado do Benfica. Um dos nossos grandes objectivos passava por fazer melhor do que na época transacta, o que já conseguimos. Na pior das hipóteses, vamos fazer três jogos nas meias-finais, algo nunca conseguido pelo clube. Temos os pés bem assentes no chão.

A garra que caracteriza a equipa poderá ser a chave para chegar à final?
Chegar à final é um sonho muito difícil de se concretizar. Era preciso conciliar uma série de inúmeros factores para que tal acontecesse. Temos uma vontade muito grande de fazer algo diferente, mas tem de ser tudo muito bem pensado. Somos um grupo com muita qualidade e ambicioso e no qual tenho conseguido impor-lhe a garra que coloco em tudo aquilo que faço. 

O que é preciso fazer para voltar a vencer o Benfica?
Estou a estudar o que vamos fazer. No entanto, tenho a perfeita noção que o Benfica tem poucos pontos fracos e muitos fortes, mas vamos jogar desinibidos. Vamos ter de trabalhar bastante e ser muito felizes para os conseguir surpreender.

A eventual ausência do Joel Queirós poderá ser mais um trunfo para o Instituto?
O Joel é um dos três melhores jogadores do Campeonato e se não jogar será melhor para nós. Contudo, o Benfica continua a ser muito forte. Nós também não iremos contar com o Ruizinho e o Eric está em dúvida.

Correm rumores de que poderá acompanhar o Paulo Tavares, caso este vá orientar o CSKA de Moscovo...
Neste momento, apenas estou preocupado e motivado em fazer história ao serviço do Instituto D. João V. Sair do clube é uma possibilidade, o resto é especulação. Se surgir uma boa oportunidade, gostaria de abraçar o profissionalismo, mas para já a minha vida passa por ser professor.

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Miguel Mota no Sangemil
segunda-feira, 30 de Maio de 2011 às 15:17

Miguel Mota vai englobar a equipa ténica do Académico de Sangemil na próxima época, em que os maiatos regressam à 3.ª Divisão Nacional. O ex-internacional luso, que na presente temporada foi jogador/treinador dos veteranos do Bonfim, fará dupla com Bruno Guimarães no comando técnico da equipa. Moka será o treinador de guarda-redes.

A apresentação de Miguel Mota, que dispensa qualquer tipo de apresentações na modalidade, está marcada para as 22 horas de amanhã, terça-feira, no Pavilhão de Corim, na Maia.

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