quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009 21:21 Indignadamasnaocalada

A Alegoria do Empurrão - Professores vs Ministério

Dedicado a todos os que não percebem por que razão é que os professores não se aquietam, depois de o Ministério da Educação já ter cedido...

 Dedicado a todos os professores que se têm calado de cada vez que levam um empurrão.


"Era uma vez um homem que tinha um patrão. Um dia, o patrão resolveu começar a ignorar as leis laborais ou, pelo menos, as do bom senso. Começou por impor que passaria a dar ao empregado - conhecido anteriormente por "um homem que tinha um patrão" - um empurrão por dia. Não é que o empregado tenha gostado da ideia, esboçou um protesto, mas pensou "Um empurrão não é grave, prontos!". Havia dias em que o empregado até chegava a achar graça e lá ia produzindo o que tinha a produzir.No mês seguinte, o patrão pensou, pensou, pensou e decidiu acrescentar ao empurrão um beliscão igualmente diário. O empregado voltou a não achar graça, chegou mesmo a dizer que isso até podia afectar a produtividade. O problema é que patrão é patrão e não convém dizer que não. Assim, o empregado lá foi aguentando. Teve alguns problemas em casa para explicar à mulher a origem daquela marca de beliscão e só não acrescentamos um divórcio à história porque não interessa à alegoria propriamente dita.

 

Passado mais um mês, o patrão, depois de muito matutar, decidiu que devia acrescentar ao empurrão e ao beliscão uma cotovelada no diafragma. Aí, o empregado começou a levantar a voz, até porque uma cotovelada já é uma dor significativa e no diafragma chega mesmo a dificultar a respiração, podendo ser mais um factor de baixa de produtividade. Nada demoveu o patrão. "Era o que faltava!", dizia ele, cofiando o longo bigode dos patrões das alegorias, "Daqui a bocado, isto era uma democracia a sério em que andávamos a ouvir a opinião dos trabalhadores!"

Um mês depois, o patrão, tendo cogitado mais um bocado, decidiu que era tempo de começar a incluir no rol dos "incentivos", como lhes chamava sem se rir, a bofetada. O empregado continuou a trabalhar, mas, estranhamente, já não sentia o mesmo prazer e chegou a queixar-se a alguns amigos de outras empresas. O problema era que, nas outras empresas, alguns patrões já há muito que tinham passado a fase da bofetada e alguns já iam na serra eléctrica ou no picador de gelo. Por isso, alguns amigos diziam ao empregado: "Tens é muita sorte, não sabes o que é bom! Havias de ter um picador de gelo nas costas todos os dias para veres como uma bofetada é uma coisa maravilhosa! Quem me dera a mim levar bofetadas de hora a hora!"

Quando chegou o dia em que o patrão determinou que o empregado também ia passar a levar um pontapé nos testículos, foi uma gritaria lá na empresa e o empregado nunca mais parou de reivindicar, aproveitando os sábados para marchar em protesto contra o empurrão, o beliscão, a cotovelada no diafragma, a bofetada e o pontapé nos testículos. Para além disso, deu-lhe para fazer greve.

O patrão começou a ficar preocupado com a reacção do empregado e até chegou a pedir-lhe desculpa, mas, como muitos patrões de tantas alegorias, pensava que, por um lado, não podia voltar atrás, embora, por outro, estivesse com um bocado de medo de perder o controlo da situação. Foi então que, pondo o ar magnânimo e paciente de todos os patrões, se lembrou de propor o seguinte: não havia mais empurrão nem beliscão durante um ano e não se falava mais nisso. Fez esta proposta de maneira a que toda a gente na aldeia pudesse ouvir.

Mas não é que o empregado nem assim se aquietou nos seus protestos? Os amigos falavam com ele e não percebiam por que razão o nosso herói continuava tão abespinhado, se o patrão já tinha cedido tanto. Alguns chegaram mesmo a dizer-lhe que ele não queria era trabalhar, que era um malandro, um privilegiado sem vergonha. Foi aí que o empregado se apercebeu da verdadeira importância de ter testículos e nunca mais se calou."

F. N.

NOTA: Apesar de o texto não ser da minha autoria, este é um espaço para "dar a conhecer" as injustiças que proliferam por aí! Como o mau tempo continua amanhã, talvez os deputados não prolonguem o fim-de-semana. Sei que os socialistas não vão "fugir", até porque o esquema está montado para na hora da votação, as sms circularem...e todos votarem! A ver vamos...

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Comentários

AZULCLARINHO // quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009 21:55

Um abraço

GeneralTorres // quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009 22:36

Sabe qual é o problema?

É que em portugal com a  grande quantidade de analfabetos que há e mais uns tantos ileterados que é pior ainda ,porque julgam saber algo dado o ensino obrigatório, e sabem nada,por passagens obrigatórias,com baixo nível de vida e desemprego,falam de alguém que tem ordenado minimamente digno e emprego (+/-) assegurado  e a instrução que lhes falta.Somar ainda inveja ,despeito e sem.. respeito.

É  quase como estarem a falar dos ordenados milionáros dos jogadores,com  ou sem  mérito,não distinguem ( deixam isso para os dirigentes)),porque para eles a bitola é o futebol,e depois  é irem a seguir pagá-lo através do cartão de sócio ,ou da TV.por cabo!

Assim se aguentam os ordenados dos futebolistas e os votos nos partidos da salvação nacional!

O mesmo é dizer :dirigentes desportivos e dirigentes partidários ,que pagam os ordenados milionários .. aos seus colaboradores de circo, com o dinheiro dos pobres de espírito!

Com analfabetos, não se pode contar com  votos para ...a educação nacional!

É aguentar...

Cumprimentos!

zedasiscas // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 11:04

Muito boa alegoria.

Já em tempos o afirmei que isto é o culminar de uma sequência de humilhações. O que me faz espécie, é ler alguns que estão sempre a defender os "desfavorecidos", e neste caso acusarem os profs de não quererem ser avaliados, não se apercebendo que o triste é não se verificar o mesmo procedimento em outras classes trabalhadoras! E são contra a meritocracia...

CAF // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 11:08

BOA! Desta gostei. Um retrato fiel deste povinho e de muitos outros ao longo de muitas dezenas de anos.

Pedraensapatos // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 12:12

Se a alegoria não é sua cumprimento-a pela ideia de a publicar aqui.

Posto isto também gostaria de dar a minha opinião sobre esta situação política e não laboral.

Assim sendo, diria: aos professores o que é dos professores; aos alunos o que é dos alunos; aos pais dos alunos o que é dos pais dos alunos.

E, para terminar, uma dúvida que será também a de muitos portugueses: os professores querem ser avaliados ou não?

Responda só se souber.

Cumprimentos.

Josol // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 12:29

Ó Zé, anda aí uma grande confusão na carola…

Que é que tem os desfavorecidos a ver com os professores? Está a chamar-lhes desgraçadinhos?

O que se passa na realidade é esta: Os professores não querem ser avaliados.

Todos os funcionários privados, e muitos dos públicos, já são avaliados há muito tempo.

Veja a quantidade de pessoas que estão a pedir a reforma antecipada, com medo das avaliações. Ou duvida disso?

Perante tudo isto, alguém me diga: Porque não vão os professores dar aulas para os particulares?

Na minha ideia, é porque, muitos, não têm capacidade para isso.

E se é tão mau ser professor, porque ainda andam os cursos cheios de futuros professores?

Na minha ideia, é porque não é assim tão mau como pintam…

CR_7 // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 13:09

Humildade senhores, humildade precisa-se.

Arrogância nunca nos leva a nenhum lado.

Por estas e por outras que este cantinho à beira mar plantado foi e sempre será um zero à esquerda.

CAF // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 13:48

Òh josol, isso é um bocado forte e não corresponde à realidade.

Toda a gente quer ser avaliada, mas tem de ser pelo seu desempenho e não por ser bonito ou feio. Se não existicem as quotas, secalhar não havia contestação. Fui um funcionário público e em mais de dois terços da minha vida de trabalho, sempre fui avaliado, pelos meus chefes, que nada tinham a ganhar directamente com a minha avaliação, não como querem fazer aos professores, cuja avaliação iria depender em muito, das notas dos alunos, acabando por fazer um circulo vicioso de empolamento de notas, prejudicando todo o desenvolvimento do país.

zedasiscas // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 13:56

Só para informar que:

- Quando não se quer entender não vale a pena explicar;

- No privado, em geral, se ganha bastante menos.

- A meritocracia (que indicia a avaliação...), é uma bandeira de Direita;

- Os cursos andam cheios de "futuros professores" porque simplesmente não existe planeamento neste campo e é mais fácil deixar abrir cursos superiores que nem mini-medios deviam ser;

- Nunca ouvi um professor dizer que a profissão era má!

Na situação actual até eu pedia a reforma e ainda me faltam 30 anos! Porquê a admiração?

O problema deste governo vai muito mais além da ideologia - são mentirosos e fazem as pessoas de parvas.

Josol // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 14:35

Ó CAF, foi funcionário público e era avaliado, exactamente o que eu disse.

Muitas vezes os chefes dão mais valor aos graxas que aqueles que trabalham. Isso sei eu...

Agora vejamos. Todos querem subir na vida, até nós, os funcionários privados, no entanto existem os quadros de pessoal onde, como exemplo, se pode dizer que em 50 funcionários 1 é chefe de serviços; 2 são chefes de secção; 8 serão escriturários de 1ª; 15 escriturários de 2ª; 20 escriturários de 3ª; 1 telefonista; 1 paquete e 2 serventes.

Depois, até determinada categoria, vão subindo por tempo de trabalho mas, a partir daí, sobem conforme o patrão quer…

Isto a propósito de, seja qual for a classe profissional, as pessoas não poderem exigir chegar todas ao topo máximo.

Zé, no privado, nem sempre se ganha menos, tem é que se trabalhar mais, porque as avaliações mexem com a carteira. Eu que o diga...

Realmente os professores não diziam que a profissão era má, porque o ordenado não era pequeno, e as horas de trabalho eram, muitas vezes, reduzidas.

Havia alguns que só iam às escolas 3 vezes por semana, uma ou duas horas de cada vez, mas o ordenado ia certinho para a conta… Todos sabem que isto é verdade.

Será que por saírem “n” professores por ano, o governo teria obrigação de lhes dar emprego?

Claro que não, e como a procura é muito maior que a oferta de trabalho, impõem-se regras.

Quem quer aceita quem não quer… deixa.

Os professores deveriam exigir condições para trabalhar nas escolas, na preparação de aulas, correcção de textos, etc. Aí dar-lhes-ia todo o meu apoio...

Trabalhar em casa… não.

Josol // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 14:44

Só para descontrair...

Aconteceu com uma professora que dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres.

Júlia levanta o dedo:

- Meu pai tem tudo: televisão, telescópio, DVD...

- Tudo bem - diz a professora - mas será que tem uma lancha?

Júlia reflecte e diz:

- Bem, não...

A professora disse

- Estás vendo, é como eu disse, não podemos ter tudo.

- Professora - disse Artur - meu pai tem tudo: ele tem TV, telescópio, DVD, lancha...

- Sim - responde a professora - mas será que tem um avião particular?

Depois de reflectir, Artur responde:

- Bem, não..

- Estás vendo que não se pode ter tudo na vida - disse a professora.

Joãozinho levanta o dedo e diz:

- Meu pai agora tem tudo, pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o namorado BENFIQUISTA, papai disse:

- P*T* QUE P*RIU!!!!! ERA SÓ O QUE ME FALTAVA!!!!!!!!!!!

(Recebido por e-mail)

CAF // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 15:07

Amigo josol...

Sem duvida que nem todos podem chegar ao topo. Mas em qualquer momento, todos os que forem subindo devido ao seu valor profissional, devem estar em condições de igualdade para, por exemplo, poder ingressar num lugar de chefia, por concurso, que era o que acontecia na função pública. Pode dizer-se, que depois os concursos eram uma fantochada...!? Sim. Na maior parte das vezes, assim era. Mas isso, não tirava mérito à lei.O que se tinha a fazer, era procurar impor o cumprimento da lei, e havia mecanismos para isso.

Agora, o que se contesta, é a passagem a uma categoria superior, estar condicionada a um numeros clausos, a que se chama quotas. Em cada vinte trabalhadores, só cinco podem esperar, estar prontos a participar numa "corrida" à chefia da respéctiva repartição, e desses cinco, só um pode ser muito bom. Como se pode garantir que não há seis capazes de concorrer ou que há dois muito bons?

Com respeito a vencimentos, no global os privados ganham menos, porque a maioria dos trabalhos são precários, mas se se estabelacer uma paridade temporal entre o sector privado e o público, por exemplo, qualquer cozinheiro num hotel de 5 estrelas - o equivalente a um hospital central -   com 30 anos de serviço, ganha muito mais (nem tem comparação), que o funcionário hóspitalar, que embora não tenha muita certeza, neste momento, deve rondar os 900 a 1000 euros.

AZULCLARINHO // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 16:01
Josol // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 16:48

Caro CAF, estamos quase lá. Se for necessário só um chefe, não podem subir dois...

Então o que haverá a fazer, é dar a melhor pontuação a um, que deverá ser ao melhor.

CAF // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 17:13

Estamos a falar de igualdade de oportunidades, o que está logo inquinado no novo sistema, à partida.

Fui trabalhador suberdinado e depois estive dois anos e meio a exercer funções de chefia interina. Sei bem que nem todos os trabalhadores têm as mesmas faculdades, mas sei também, que o numero dos que as têm, é incerto e passa muitas vezes a barreira dos 20%.

Indignadamasnaocalada // sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009 20:45

Os Professores querem ser Avaliados e Sempre, repito, Sempre Foram Avaliados. O Modelo de avaliação poderia ser "Primitivo" mas existia e era cumprido por todos os professores.

Gostaria de transmitir alguns dados, neste caso pessoais, aos que aqui expressaram a sua opinião.

Quando se deu o 25 de Abril eu tinha 13/14anos. Nesse ano todos os alunos passaram administrativamente, ou seja, com a nota mínima de 10 valores. Após o ano de 1974, eu frequentava o 3ºano do liceu (hoje 9ºano) e os meus professores apenas leccionavam, isto é, as faltas que os alunos davam eram os funcionários (contínuos) que as registavam, as matrículas eram realizadas pelas secretarias (Serviços Administrativos) e os alunos não passavam o dia na escola, tinham apenas 6 disciplinas e aulas ao sábado. Sou professora há 26 anos e os primeiros 9/ 10 anos, os procedimentos ainda eram assim, apesar de não existir um Director mas um Conselho Directivo.

Alguns governos começaram a fazer reformas no ensino, a todos os níveis, aumentando  a carga horária dos alunos, alargando a escolaridade obrigatória (esta muito acertada), mas as condições das escolas eram as que já existiam. Depois resolveram atribuir tarefas aos professores como registar as faltas, despedindo assim os funcionários que o faziam e, depois, agiram de igual modo com o pessoal administrativo e os professores "passaram" a fazer as matrículas, os termos, as turmas, etc.

Com o passar do tempo, em Portugal "decidiu-se " que todos tinham de ser doutores, se não entravam nas Universidades do Estado pois as capacidades físicas das mesmas, não albergavam tanta procura começaram a surgir as "imensas" Universidades Privadas,  um número "arrepiante" de Cursos sem nexo e, por aí adiante. E como todos sabem,  essas Universidades Privadas tinham e continuam a ter, os tais "padrinhos".

Ora, não sejamos ingénuos ao ponto de pensar que todos temos as mesmas capacidades, sejam elas intelectuais, físicas ou práticas. O que aconteceu? O País passou a ter "manadas de licenciados" e carência de bons técnicos, electricistas, carpinteiros, etc.

De reforma em reforma (de 2 a 3 anos) mais umas novidades, tanto para alunos como para professores.

CONCLUSÃO

1ºOs alunos passam os dias inteiros na escola sem condições nem físicas nem materiais.

2ºOs funcionários (auxiliares de Acção Educativa) são uma minoria que deixaram de ter categorias (cozinheira, limpeza, bar, etc) e passaram a ser mão-de-obra para todo o serviço.

3ºOs Serviços Administrativos foram os únicos beneficiados, pois estão quentes no inverno, frescos no verão e ainda, "mandam" os professores fazer o trabalho deles...

4ºOs alunos, com tantas disciplinas, com tanto tempo "longe" dos pais, fizeram da escola a casa da vida no pior sentido. Assim surgem os denominados grupos "imos", "góticos", etc.

5ºOs professores "passaram" a ter um enorme quantidade de filhos e, num ápice, passaram a ser psicólogos, conselheiros, padres, etc.

6ºPOR ISSO, é que as escolas fecham quando os professores fazem greve! Quando a greve é dos funcionários, as escolas não fecham pois o ARMAZÉM está garantido.

RESUMINDO

Os pais demitiram-se das suas funções, de educar e acompanhar os filhos em todos os momentos da vida deles. Para garantirem que eles tiram um curso recorrem aos colégios privados porque sabem que as notas estão garantidas.

Quanto à qualidade dos professores que temos posso dizer que os que pediram a reforma antecipada já tinham atingido o topo da carreira, apenas "não têm mais paciência" para aturar alunos indisciplinados, quase analfabetos e a prepotência de uma ministra que não sabe como é o Ensino nas nossas escolas.

Quanto aos mais novos, os que estão no ínicio, esses são fruto da massificação das faculdades  privadas, em que a a média de ingresso necessária nem precisa de ser positiva. Restam os Professores entre os 40 e 50 anos, pois são esses que não vão progredir por muito bons que sejam!

Os Professores sempre quiseram trabalhar apenas na Escola e não levar trabalho para casa... o problema é que as escolas não têm as condições nem para dar as aulas, quanto mais espaços para os professores trabalharem.

Na minha escola somos 258 professores, os livros de ponto são em suporte informático e na sala dos docentes temos 3 computadores, uma impressora (tudo fora de prazo!) e ... etc.

POR FIM, bons e maus profissionais há em todas as profissões. Acrescento ainda que os professores do privado, descontam a recibos verdes e ganham muito mais, não têm ADSE e, em alguns colégios (sei do que falo) recebem "uns bónus", se participarem em actividades fora do horário lectivo, como ao sábado ou ao domingo.

Os professores chegaram àquele ponto em que o "balão encheu, encheu... até que pumpum (rebentou).

Obrigada por terem perguntado

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