Diogo Leite Campos, vice-presidente do PSD
Coleccionar reformas é um hábito de algumas elites do país sendo quase uma inevitabilidade para os que pertenceram à administração do Banco de Portugal onde se passa a receber um subsídio vitalício quando se cessa o desempenho do cargo. O problema é que Diogo Leite Campos pertence à liderança de um partido que num gesto oportunista propôs que propôs um tecto máximo de 5030,64 euros por pensionista.
Será que Diogo Leite Campos vai prescindir da diferença em nome da coerência e do bom nome político do seu líder? Também seria interessante perguntar ao vice-presidente do PSD se não estará também cansado da advocacia onde ganha muito mais no activo do que reformado.
«O ex-professor catedrático da Universidade de Coimbra vai auferir uma pensão de 3240,93 euros, valor que soma à reforma que já recebe do Banco de Portugal, de onde se aposentou como administrador em Fevereiro de 2000. O fiscalista exerceu aquele cargo entre os anos de 1994 e 2000.
"Já me aposentei [da Universidade de Coimbra] desde 1 de Setembro. Decidi fazê-lo este ano, apesar de poder estar mais cinco anos, porque entrei para a universidade aos 16 anos, como aluno, e agora faço 66. Achei que 50 anos, meio século, ligado à Faculdade de Direito é suficiente. Tive a tentação de esperar até aos 70 anos, mas não gosto de sair empurrado. Foram 43 anos no serviço docente, primeiro como assistente, depois como professor", disse ao Correio da Manhã o vice-presidente do PSD.» [CM]
A AMÉRICA NO SEU MELHOR
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Soldados acusados de matar civis por "desporto" no Afeganistão
12h45m
Doze soldados norte-americanos estão a ser acusados de criarem um "esquadrão da morte" que assassinava civis afegãos e coleccionava os seus dedos como troféu.
O grupo era constituído por cinco soldados que terão morto três homens afegãos em diferentes ataques. Outros sete são acusados de encobrir os crimes e de atacar um outro soldado que denunciou o sucedido aos superiores.
De acordo com a versão online do jornal britânico "The Guardian", os soldados envolvido integram a brigada de infantaria "Stryker" colocada na província de Kandahar, no Sul do Afeganistão. O "The Guardian" afirma que esta é uma das mais graves acusações de crimes de guerra no Afeganistão. Todos os soldados negaram os facto que, a serem provados, podem resultar em pena de morte ou prisão perpétua.
De acordo com os investigadores e os documentos que integram o processo, a discussão sobre as mortes começou com a chegada do sargento Calvin Gibbs à base Ramrod, em Novembro passado. Nessa altura, o comando foi informado que Gibbs exibia dedos que havia conseguido quando esteve colocado no Iraque e contaca aos restantes soldados como era fácil "lançar uma granada para alguém e matá-lo".
De acordo com as provas coligidas, Gibbs, de 25 anos, arquitectou um plano, juntamente com o soldado Jeremy Morlock, de 22 anos, e outros elementos da unidade para formar um "esquadrão da morte" que acabou por matar três afegãos durante as patrulhas.
A primeira vítima terá sido Gul Mudin, sobre quem "atiraram uma granada e disparam uma espingarda" quando a patrulha entrou na aldeia de La Mohammed Kalay, em Janeiro. Após o ataque, Morlock terá afirmado ao soldado Andrew Holmes, de 19 anos, e que se encontrava de guarda nesse dia, que o assassinato tinha acontecido por "desporto" e ameaçou-o caso contasse alguma coisa sobre o ocorrido.
A segunda vítima, Marach Agha, foi morta a tiro no mês seguinte. Gibbs matou-o e colocou uma espingarda Kalashnikov ao lado do corpo para justificar a morte. Em Maio, Mullah Adadhdad foi morto após ter sido atingido por tiros e uma granada.
O jornal "Army Times" relata ainda que pelo menos um dos soldados acusados coleccionava os dedos das vítimas como recordação e que alguns deles posavam para fotos com os corpos.
A nostalgia com o sorriso distante das crianças, que estas excelentes fotos nos mostram, dizem muito do martírio, dor e revolta destes povos, perante o que o capitalismo internacional e as suas tropas de elite lhes impõe.
Esta é a demonstração do género de liberdade que é cultivada no espírito da juventude americana, a que alguns por aqui tantas loas cantam.
CAF
ó fialho, não tentes fingir que estás interessado nas fotos, tu só falas nelas para justificar a propaganda baratucha que fazes a seguir ao terror comunista
não estás bem em capitalismo? desanda e deixa cá a reforma!
VIVA A AMÉRICA!
VIVA A JUVENTUDE AMERICANA LIVRE!
VIVA A JUVENTUDE IRAQUIANA LIBERTADA DO JUGO DE SADDAM PELO GLORIOSO EXÉRCITO AMERICANO!
CAF:- O Fidel "pirou" de vez ou andou 50 anos a enganar e a oprimir o povo cubano?
Afinal a culpa nao era do embargo americano.Em Cuba tambem ha muitas criancas simpaticas e sorridentes,quando a porta dos hoteis estendem a mao aos turistas a espera de qualquer coisa.A distancia,estao os adultos a controlar.
Mas vai mudar,nao tarda.