quarta-feira, 29 de Setembro de 2010 23:20 ricardoplemos

Palmyra e Damasco - Síria

Palmyra - A noiva do Deserto

Depois de centenas de quilometros de Deserto, chegamos a um Oasis de onde se ergue Palmyra. Esta noiva com milhares de anos ja foi ocupada por Gregos, Persas e Romanos. Hoje em dia, no entanto, apenas os Beduinos fazem dela a sua casa.










 

 

Damasco

Damasco é a maior cidade da Síria e, para quem chega de carro,atravessar os subúrbios pode ser um pesadelo. Mas quando chegamos ao centro voltamos atrás no tempo. A cidade velha, aladinesca, é um labirinto de arcos e ruelas, becos e entradas.

Aqui vivem juntos Xiitas, Sunitas e Cristãos. A população judaica de Damasco, outrora significativa, foi diminuindo desde a criação do estado de Israel. Hoje em dia, se existem, estão escondidos.

A Síria, historicamente religiosamente tolerante, com uma grande percentagem de cristãos, mantém-se um estado secular com liberdade religiosa (excepto para judeus, devido ao grande ódio entre a Síria e Israel que se mantêm em litígio em relação as Colinas de Golã, anexadas por Israel em 67 durante a guerra dos seis dias). No entanto, na realidade é um governo bastante repressivo que não admite oposição e que esmaga qualquer indícios de pensamento politico livre.














 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários

sjacome // quarta-feira, 29 de Setembro de 2010 23:30

Também vou começar a ler o Gonçalo Cadilhe. Para qundo uma reportagem sobre o Yemen e Oman?

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trolhacosursos // quinta-feira, 30 de Setembro de 2010 0:39

"Palmira (hoje, chamada de Tadmor) era uma antiga cidade na Síria central, localizada num oásis a cerca de 210 km a nordeste de Damasco.

A localização estratégica da cidade, aproximadamente a meio da distância que vai do Mar Mediterrâneo até ao rio Eufrates, tornou-a num ponto de paragem obrigatório para muitas das caravanas que seguiam aí a sua rota comercial.

O nome "Palmira" refere-se, tal como o prenome feminino, às palmeiras - árvore que supostamente existiria aí em grande quantidade.

História

Palmira tornou-se parte da província romana da Síria durante o reinado de Tibério (14 d.C - 37 d.C.). A cidade continuou a desenvolver-se e a ganhar importância até que se tornou uma cidade livre, sob o império de Adriano, em 129.

No século III, a sua rainha, Septímia Zenóbia criou alguns embaraços ao império romano ao autoproclamar-se rainha do reino de Palmira mas, em 272, o imperador romano Aureliano capturou-a e levou-a para Roma. Depois de a expor, numa parada triunfal, acorrentada a cadeias de ouro, deixou-a retirar-se para uma villa em Tibur (hoje, Tivoli, Itália) onde continuou a ter um papel activo, politicamente, durante anos."

In: Wikipedia

QuimdaQuinta // quinta-feira, 30 de Setembro de 2010 3:41

As fotos,como sempre,sao excelentes.

Alem disso,agora que tem um secretario de servico,tudo e muito mais claro.

As descricoes,evidentemente.

sjacome // quinta-feira, 30 de Setembro de 2010 9:44

Sempre gostava de saber por que vem para aqui o Des Contente constantemente a desrespeitar o blog com os seus copy-pastes de textos sobre o PSD sabendo ele que ninguem quer saber, ninguem fica a ler aquilo, e que lamentamos o estado de abandono a que foi sujeito desde os finais dos blogs JN mas que nada podemos fazer para o debelar!

O Quim tem razao: um secretario que copia tudo certinho da Wikipedia da jeito!

arcoseganchetas // quinta-feira, 30 de Setembro de 2010 10:56

Se fosses fêmea, ahahahh...

trolhacosursos // quinta-feira, 30 de Setembro de 2010 12:35

Na mais recente viagem que fiz, dois dos parceiros mais sociáveis e cultos eram norte-americanos.

Da classe média/alta.

Está patente porque é que eles não se misturam com a pretenciosidade balofa de alguns conterrâneos e/ou migrantes.

Reforça a minha teoria de que não há nenhum país exclusivamente habitado por gente estúpida.

QuimdaQuinta // quinta-feira, 30 de Setembro de 2010 18:14

Nao so,mas tambem.De qualquer modo nao creio que tenha sido melhor a escolha para se misturarem.

o_rapido // quinta-feira, 30 de Setembro de 2010 20:44

Em resposta ao Post anterior (aos comentários), informo o amigo "troulha....", de que, normalmente, bebo tinto da Carvoeira ou da Abrigada, mas que em tempo de crise, entorno GM.

Já agora, informo, que, tal como não há país habitado exclusivamente por gente estúpida, também não há país algum, habitado só por inteligentes e bem informados. O problema, está em quem forma a maioria. Onde estará integrado Portugal???

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