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Nós na Rede

um blogue de Daniela Espírito Santo

tag: Internet

Publicado em 29.Setembro.2014

Depois de um fim de semana de protestos em Hong Kong, a China parece ter bloqueado o acesso ao Instagram. 

 

Para além da alegada proibição da rede social de partilha de fotografias, também algumas palavras-chave foram bloqueadas de serviços populares como o Weibo (um serviço de microblogging similar ao Twitter).

 

Segundo reporta a BBC, não é possível pesquisar expressões como "Occupy Central" ou "estudantes de Hong Kong" (os responsáveis a liderar o movimento) neste serviço, uma medida que poderá servir para impedir a disseminação de material fotográfico sobre os protestos pró-democráticos que decorrem em Hong Kong.

 

As notícias que relatam a utilização de gás lacrimogéneo contra os manifestantes têm sido, igualmente, bloqueadas em território chinês, reportam diversos meios de comunicação no local. Pesquisar no Baidu, o motor de pesquisa local, também não é tarefa fácil, com expressões como "gás lacrimogéno" a desaparecerem dos resultados. 

 

Esta não é, de longe, a primeira vez que tal acontece, com os serviços de censura chineses a aumentarem cada vez mais a sua influência online. Redes sociais como o Facebook e o Twitter há muito que não são permitidas neste país e os serviços da Google também estão banidos, pelo que é impossível aceder ao motor de busca ou ao Gmail, por exemplo.

 

O serviço de partilha de fotos Instagram, pertencente ao Facebook, já foi informado desta possibilidade e está a averiguar a situação. 

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Publicado em 23.Setembro.2014

Ninguém gosta de "spoilers"...a não ser a Netflix, que decidiu compilar num website alguns dos momentos mais marcantes de dezenas de filmes e séries de TV.

 

 Quer irritar um amigo? O agregador de séries e filmes Netflix pode ajudá-lo/a nessa tarefa através do "Spoil Yourself", um website que reúne trinta dos maiores "spoilers" da história do cinema e da TV.

 

Segundo o grupo norte-americano, este site compila os momentos mais surpreendentes de séries como "Breaking Bad", "Orange Is The New Black", "Twin Peaks" ou "Battlestar Galactica", e de filmes como "Good Morning Vietnam", "Forrest Gump", "Ghostbusters" ou "Rocky".  

 

Os "spoilers" são dados em vídeo e de forma aleatória, pelo que a menos que já tenha visto todos os filmes e séries do mundo, o melhor é não tentar a sua sorte no site... Se preferir, pode explorar as restantes áreas da página antes de dar o derradeiro passo: pode fazer um teste para perceber que tipo de "spoiler" é, ver o perfil de um "spoiler" inocente, ajudar o site a escolher os próximos spoilers e até enviar um cartão com um pedido de desculpas para toda a gente a quem revelou o que não devia.

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Publicado em 19.Setembro.2014

A mais recente rede social de elite, o Netropolitan, promete tornar-se o "country club" online dos ricos. Para entrar basta pagar 9 mil dólares.

 

 Não é fácil ser-se rico (e ostentá-lo) nas redes sociais. Até porque a maioria dos utilizadores "comuns" reage negativamente a grandes demonstrações de riqueza (todos nos recordamos dos meninos ricos do Instagram...).

 

A pensar nesse nicho, um antigo maestro da orquestra filarmónica do Minnesota, James Touchi-Peters, decidiu criar o Netropolitan, uma espécie de "country club" online, "para pessoas com mais dinheiro que tempo". Para entrar neste grupo exclusivo de gente abastada, é preciso, claro está, fazer prova de riqueza: cada registo no Netropolitan custa nove mil dólares, cerca de sete mil euros. A anuidade já é mais "acessível": três mil dólares (cerca de dois mil e trezentos euros) garantem a manutenção de uma conta. 

 

Em troca, os utilizadores desta rede social podem usar o espaço para "falar de bons vinhos, bons carros e negócios lucrativos sem serem julgados pelos outros", garante a empresa. "Muitas vezes, os utilizadores sentiam-se julgados ao abordarem certos tópicos nas redes sociais convencionais, como se se estivessem a gabar, o que era recebido com animosidade", é dito, ao Los Angeles Times. "O Netropolitan.club foi desenhado para ser um espaço em que os utilizadores podem falar sobre a mais recente viagem que fizeram à Europa ou sobre o seu novo carro, sem ouvirem queixas". 

 

Curioso/a para ver o aspeto desta rede social tão peculiar? Não pode... O website do Netropolitan.Club está protegido com password. No entanto, pode ficar a saber mais sobre a rede social através do site informativo da mesma, onde as principais vantagens da "mais exclusiva comunidade online" são enumeradas: o facto de ser uma rede mundial, a privacidade e segurança que oferece, a ausência de publicidade, a moderação dos comentários e a conectividade com todo o tipo de dispositivos.
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Depois da moda dos "banhos públicos" ter invadido Portugal e até as celebridades terem inventado a sua própria versão "gelada", eis que surgem as "sandes públicas", onde se desafiam amigos a ajudar quem tem fome. 

 

Os desafios em cadeia estão a marcar o verão de muitos portugueses. Depois do "Legado de Tibu" ter levado muitos internautas a "banhos" no meio da rua, as celebridades recuperaram o caráter solidário da ideia e subiram a parada...descendo a temperatura e dando origem aos "banhos gelados". 

 

 Agora é a vez de se alinhar noutra corrente, mas não se preocupe: esta nova ideia não envolve água. 

 

O novo jogo viral chama-se "Sandes Públicas" e surgiu no Facebook, como resposta aos banhos públicos que, em Portugal, perderam o intuito solidário que estava na origem do "Legado de Tibu". A ideia é simples: em vez de tomar banho em público e gastar água, que tal fazer uma sande em casa e entregá-la a um sem-abrigo? Depois de cumprido o desafio, é hora de nomear três amigos, que terão 48 horas para replicar o feito.

 

A iniciativa está a reunir seguidores nas redes sociais, que partilham a sua "prova" por vídeo, na página "Sandes Públicas", no Facebook. Esta página, que já conta com quase três mil fãs, recolhe testemunhos dos diversos portugueses que já alinharam na brincadeira e que aparentam não ter faixa etária definida. 

 

Não quer partilhar com o mundo o seu gesto (por timidez ou para salvaguardar a identidade da pessoa que ajudou) e, como tal, não consegue "nomear", oficialmente, os seus amigos em vídeo? Não faz mal: basta publicar a imagem do movimento no mural de Facebook dos nomeados e esperar que cumpram o desafio. 

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Publicado em 05.Agosto.2014

 Não sabe por que razão só vê vídeos de pessoas a tomar "banho" em público ultimamente? Conheça as origens da moda do "Legado de Tibu", que, com o calor, começa a singrar em Portugal na forma de "banhos públicos". 

 

Portugal raramente fica imune às modas da Internet. A mais recente foi (re)batizada de "banhos públicos", mas já dava que falar (pelo menos) desde maio, um pouco por todo o planeta, sob o nome "Legado de Tibu". Já viu, pelas redes sociais, pessoas que conhece a tomar banho em frente a uma câmara e no meio da rua? É disto que estamos a falar. 

 

Diz a "lenda" virtual que a brincadeira começou nos EUA como uma forma de demonstrar solidariedade com uma criança com cancro, mas depressa o conceito foi deixando o seu cariz solidário e virou simples desafio entre amigos. A ideia do "Legado de Tibu" é simples: alguém desafia outra pessoa a tomar um "banho" num local público, sob a "pena" de ter de pagar uma mariscada (por cá, um jantar "normal" parece ser suficiente) se não completar a tarefa nas 48 horas seguintes. O visado tem de gravar o momento e partilhá-lo online, aproveitando a ocasião para nomear outros três amigos para fazerem o mesmo. 

 

 

O calor tem ajudado a revitalizar a moda, que chega em força agora a Portugal. Já alguns corajosos o tinham feito nos primeiros meses de "vida" do Legado de Tibu, mas o verão parece ter aguçado a coragem de muitos portugueses, que se juntam agora à moda e a rebatizam de "Banhos Públicos". São inúmeros os vídeos online a provar os feitos portugueses e até as celebridades locais se começam a juntar à moda.

 

Basta pesquisar "desafio banho público" no Youtube, por exemplo, para receber uma vasta (e recente) lista de vídeos de aventureiros sem medo de água (Salvador Martinha é disso exemplo e o vídeo do apresentador português a levar com água no meio da rua já circula pela Internet há umas horas).Com pouca ou muita imaginação, com ou sem acessório, com muita ou pouca água, o certo é que o "legado" dos banhos públicos parece ter vindo para ficar...pelo menos enquanto o calor durar. 

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Uma aplicação criada por uma empresa portuguesa vai acompanhar o Mundial de Futebol momento a momento. A app LiveSoccer Especial Mundial já soma 40 mil downloads.

 


Já muitos conhecem a aplicação LiveSoccer, lançada no ano passado na Samsung App Store e que originou mais de cem mil downloads um pouco por todo o planeta. O que muitos podem não saber é que esta aplicação, que permite aceder a muitos dados e informações sobre resultados de futebol em mais de 300 ligas, é da autoria de uma empresa portuguesa.
 
 
A LiveSoccer, da Present Technologies, conta com uma equipa "inteiramente formada por portugueses", garante, ao JN, Ricardo Fonseca. A app compete diretamente "com os maior players a nível mundial neste campo" e decidiu, recentemente, lançar uma edição especial, a pensar no Mundial de Futebol, que se inicia esta quinta-feira.
 
 
"Lançamos esta versão no início de maio e a aceitação tem sido muito boa", explica, dando como "prova" o "número de reviews de 5 estrelas que já tem na Google Play": mais de 500 num total de pouco mais de 700 opiniões, conseguindo uma média de 4,6 em 5. O número de downloads desta versão também agrada aos seus criadores. Entre as várias lojas virtuais onde estão presentes, já conseguem acumular um total de perto de 40 mil downloads. 
 
 
A aplicação "LiveSoccer World Football Cup" pode ser descarregada gratuitamente nas lojas virtuais Google Play, Samsung App Store, Aptoide, GetJar e Opera. "Estamos já a trabalhar na versão iOS, para SmartTVS e wearables, mas vão só estar prontas a tempo da próxima época", explica Ricardo Fonseca, pelo que os utilizadores de iPhone ou iPad, por exemplo, terão de arranjar outra alternativa para acompanhar o mundial. 
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Durante um jogo do Barcelona, um espetador decidiu atirar uma banana para o campo, destinada ao brasileiro Daniel Alves. A resposta do jogador, captada em vídeo, está a correr o mundo. 

 

No emotivo campo do futebol, nem sempre impera o fair play... Uma nova moda tem surgido nos campos de futebol europeus, com adeptos a atirarem bananas para os jogadores negros em campo. Este ato racista não é, naturalmente, bem aceite, mas há sempre maneiras elegantes de responder a quem tem pouco fair play.

 

Que o diga Daniel Alves, lateral-direito do Barcelona, que viu um adepto do Villareal, durante um jogo, atirar-lhe com uma banana, quando ia marcar um canto. A resposta do brasileiro ao aparente ato racista foi... indiferença: pegou na banana e comeu-a descontraidamente, numa atitude bem humorada que está a dar que falar um pouco por todo o planeta.

 

O vídeo do momento correu o mundo este fim-de-semana, já contando com centenas de milhares de visualizações, partilhas e gostos. O próprio jogador o partilhou há umas horas via Instagram e Facebook, mostrando que sabe lidar com o racismo com bom humor. "Meu pai sempre me falava: come banana que evita cãibra", brincou

 

O gesto acabou por dar origem a diversas "hashtags" nos Trending Topics (assuntos mais comentados) do Twitter e outras redes, durante o fim-de-semana. A mais utilizada de todas é #somostodosmacacos, hashtag lançada por outro jogador, Neymar, e onde diversas celebridades brasileiras, como Luciano Huck e Michel Teló, e fãs de Dani Alves partilham fotografias suas com bananas, numa mensagem anti-racismo. 

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Publicado em 21.Abril.2014

A conquista do 33.º campeonato pelo Sport Lisboa e Benfica deu que falar nas redes sociais e além fronteiras.

 

O clube de futebol Sport Lisboa e Benfica sagrou-se ontem, domingo de Páscoa, campeão nacional de futebol. A vitória deu origem a muito falatório nas redes sociais, em Portugal e não só. 

 

Segundo a empresa de monitorização Cision, entre as 20.00 horas de ontem e as 12.00 de hoje, foram detetadas 95 mil interações nas redes sociais que teriam o clube lisboeta como principal assunto. A maioria dessas interações foi feita, como seria de esperar, em português, mas também as línguas inglesa, espanhola, francesa, alemã e italiana foram usadas para falar dos acontecimentos futebolísticos de domingo. 

 

  Também os meios noticiosos internacionais analisaram este evento desportivo, com a empresa de monitorização a contabilizar 2964 conteúdos noticiosos a circular na Web, no período de tempo acima assinalado. 1093 das publicações analisadas tinham Portugal como origem, sendo que as restantes 1871 publicações eram originárias de 69 países diferentes. Entre os países que falaram desta vitória, destaca-se a Itália (com 418 publicações), país onde é sediada a Juventus, o próximo clube a jogar contra o Benfica, nas meias-finais da Liga Europa.

 

A Espanha, o Brasil e a Alemanha também registaram um elevado número de informação disseminada sobre este assunto, mas não foram as únicas nações a fazê-lo: na lista de 69 países que falaram sobre a vitória encarnada, aparecem alguns nomes improváveis, como Paquistão, Panamá ou Nepal. 

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Os perfis do Twitter têm, a partir desta terça-feira, uma nova imagem e novas funcionalidades. Saiba o que vai mudar. 

 

O seu perfil no Twitter foi redesenhado... ou está prestes a mudar de aspeto. Nos próximos dias, a rede social vai implementar um novo layout nos perfis de utilizador, adquirindo algumas semelhanças com o Facebook.

 

Agora, para além do tradicional avatar (aumentado em tamanho), os utilizadores vão ser convidados a partilhar um "header" ou cabeçalho fotográfico, como já acontece na maior rede social do planeta. Para além disso, o menu de navegação foi aumentado, "dividindo" os twits normais dos twits com fotografias ou vídeos, para facilitar a procura de conteúdo diferenciado.

 

Os twits que geram mais interação vão ocupar, igualmente, mais espaço: os twits mais interessantes de cada utilizador vão destacar-se dos restantes em tamanho e ser, por isso, mais fáceis de encontrar. 

 

Também é, agora, possível destacar manualmente algum twit no topo no perfil. No entanto, e ao contrário do que dá para fazer, por exemplo, numa página de fãs no Facebook, um twit destacado no topo não é permanente: só lá ficará até que o utilizador faça nova publicação. 

 

 Estas mudanças, apesar de já terem sido antecipadas no início do ano, surpreenderam o mundo dos social media, pois vão além do que era esperado e oferecem funcionalidades até agora estranhas ao mundo do Twitter. As semelhanças com o Facebook já dão que falar, com alguns já a apelidarem o serviço de microblogging de FaceTwitter. Mesmo assim, as reações têm sido, na sua maioria, positivas. 

 

Algumas caras conhecidas já têm o novo perfil, como Michelle Obama, Channing Tatum ou o brasileiro Gilberto Gil, mas os comuns mortais só deverão começar a receber o novo layout durante as próximas semanas. Se for novo/a no Twitter e criar agora o seu perfil, no entanto, este já vem com as novas funcionalidades. 

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Isabel Jonet está novamente debaixo de fogo cerrado por parte das redes sociais em Portugal. Em causa estãos as mais recentes declarações da presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, que diz que "o pior inimigo dos desempregados são as redes sociais".

 

Já não é a primeira vez que Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, causa controvérsia e exalta os internautas portugueses. Desta feita, Jonet garantiu, numa entrevista à Rádio Renascença, que "o pior inimigo dos desempregados são as redes sociais".

 

O problema, diz, é que "as pessoas ficam desempregadas e ficam dias e dias inteiros agarradas ao Facebook, ou agarradas a jogos, agarradas a amigos que não existem e vivem uma vida que é uma total ilusão”.

 

 

No Facebook, muitos consideraram que as declarações de Jonet foram infelizes e poderiam prejudicar a ajuda dos portugueses ao Banco Alimentar Contra a Fome: alguns chegaram a ameaçar que não iriam participar nas próximas recolhas de alimentos, nem como voluntários, nem ajudando com géneros alimentícios. 

 

 No Twitter, só nas últimas 24 horas foram feito 559 twits públicos com a palavra "Jonet" e o nome da presidente do BA serviu de inspiração para muitas piadas, de humoristas renomados e de ilustres desconhecidos. 

 

Esta não é, no entanto, a primeira vez que as redes sociais se tornam no "pior inimigo" de Jonet. No final de 2012, e enquanto participava num programa televisivo, Isabel Jonet declarou que os portugueses tinham de "aprender a viver com menos". "Vamos ter de empobrecer muito, vamos ter de viver mais pobres", realçou, na altura, acendendo a polémica nas redes sociais. Na altura, chegou a ser mesmo pedida a sua demissão através de uma petição pública. 

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O Facebook do "Jornal de Notícias" já conta com mais de meio milhão de seguidores. O feito é conseguido dois meses depois de ter sido alcançada a meta dos 400 mil "gostos".

A página do "Jornal de Notícias" no Facebook já tem mais de meio milhão de fãs. Em apenas dois meses, o jornal conseguiu reunir mais cem mil "gostos": a marca dos 400 mil foi conseguida a 30 de janeiro deste ano. 

 

Quem segue o JN na maior rede social do planeta tem acesso a toda a informação, atualizações e notícias de Última Hora, diretamente no seu feed de Facebook. A comunidade de leitores do JN neste espaço cresce todos os dias, utilizando este espaço para comentar a atualidade, partilhar as suas opiniões e deixar feedback. Desta forma, a página do JN no Facebook é, cada vez mais, um espaço de debate, interação, esclarecimento de dúvidas e partilha de informação. 

 

O jornal oferece informação atualizada aos seus leitores através de diversas redes sociais. Todos os dias, as contas do jornal nas redes sociais, com ênfase no Twitter (onde já acumula mais de 116 mil seguidores), Facebook e Google+ (mais de 16 mil "+"), são atualizadas com os principais destaques noticiosos. O JN marca, igualmente, presença noutras redes sociais, como Pinterest ou Instagram.

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Publicado em 12.Março.2014

O videoclip de "Happy", de Pharrell Williams, já inspirou muitas imitações. Desta feita, é a cidade do Porto que serve de pano de fundo a dois vídeos que já têm milhares de visualizações. 

 

O que é que se obtém quando se junta uma canção que entra facilmente no ouvido, um videoclip composto por 24 horas de boa disposição e dança e uma nomeação para os Óscares? Uma onda de imitações e homenagens que se torna num autêntico fenómeno viral, claro está. 

 

"Happy", de Pharrell Williams, não parece querer desaparecer tão cedo das nossas rádios e, agora, da Internet. A boa onda da canção inspirou o movimento "We Are Happy From...", onde um grupo de pessoas de um determinado local se junta e dança ao som da música.

 

Segundo o site que compila os vídeos do movimento, que surge "como sinal de gratidão a Pharrell Williams, já existem, de momento, 555 vídeos, produzidos em 77 países diferentes. No total, já são mais de 38 as horas de felicidade gravadas em vídeo e partilhadas com o mundo. 

 

O Porto não ficou de fora desta nova moda, tendo já dois vídeos no palmarés. O primeiro "Happy We Are From Porto" chegou ao Youtube pela mão da conta "Happy Porto" a 17 de fevereiro e já conta com cerca de 12 mil visualizações. Um segundo vídeo, desta feita publicado pela conta "Catavino" a 3 de março, consegue reunir mais de 74 mil visualizações. Ambos têm dezenas de comentários positivos, maioritariamente feitos em inglês, onde os utilizadores demonstram o seu apreço pela cidade.

 

 Lisboa também não deve demorar a fazer parte do grupo de cidades aderentes, com a criação recente da página "Happy - We are from Lisbon" a provar isso mesmo. Resta saber que outras cidades portuguesas vão, também elas, aderir a este fenómeno. 

 

 

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Publicado em 03.Março.2014

Gostava de aparecer na "selfie" tirada nos Oscars, rodeado/a de famosos? Claro que já há um site que lhe permite fazer isso... Veja como.

 O regresso de Ellen Degeneres à apresentação dos Oscars já está marcado na história. Sim, a apresentadora e atriz parece ter feito um bom trabalho a entreter o público, mas não será pelas piadas que vai ser relembrada... mas sim pela "selfie" que partilhou nas redes sociais, durante a cerimónia.

 

Recorrendo a um smartphone Samsung, Ellen Degeneres decidiu captar a sua presença na cerimónia rodeada de estrelas de Hollywood... A aposta foi mais que ganha, pois ainda nem uma hora tinha passado desde a sua publicação e a "selfie" que Bradley Cooper tirou nos Oscars, a seu pedido, já tinha mais de um milhão de retweets (neste momento, a foto já soma mais de 2,7 milhões de RT's).

 

Esta fotografia, pejada de nomeados e oscarizados, conseguiu mesmo ultrapassar a marca da imagem partilhada por Barack Obama após a sua reeleição, tida até ontem à noite como a foto mais partilhada de sempre no Twitter.

 

Quem se sentir de fora e quiser alinhar na brincadeira, no entanto, já tem um website que permite adicionar caras à famosa imagem. No "Urturn", já há a opção "My Best Celebrity Selfie Ever" (A Minha Melhor Selfie com Celebridades), que torna possível a adição de uma fotografia à imagem original.

 

Quem quiser fazê-lo apenas terá de se registar no site e escolher a imagem a utilizar, introduzindo a mesma com recurso às redes sociais ou à câmara do seu computador. Depois de escolhida a imagem e cortada a "cara" a adicionar, é altura de escolher o local ideal para "aparecer": há quem substitua a cara de um famoso pela sua e quem tente passar despercebido por entre os espaços "livres" de estrelas.

 

O resultado final pode ser partilhado nas redes sociais e no site que facilita esta brincadeira. E, a julgar pela fotogaleria lá presente, já muitos utilizadores trataram de se adicionar a esta "selfie" já histórica

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Uma curta metragem francesa tornou-se, esta semana, num fenómeno viral. No vídeo, imagina-se um mundo "ao contrário" onde os homens sentem, na primeira pessoa, como são tratadas as mulheres na vida quotidiana.

 

 

Consegue imaginar um mundo "ao contrário", onde os homens não podem sair à rua sem serem assediados, onde usarem um calção mais curto ou uns chinelos de dedo é encarado como provocação e onde um piropo mal aceite pode acabar na esquadra? É isso mesmo que a realizadora francesa Eléonore Pourriat tenta retratar em "Majorité Opprimée" (Maioria Oprimida), uma curta metragem de dez minutos que tem dado que falar na Internet na última semana. 

 

No vídeo, vemos a história de Pierre, um homem normal, a viver numa cidade francesa normalíssima e a fazer o seu dia-a-dia como habitualmente. A única diferença é que, neste vídeo, Pierre vive numa sociedade dominada pelas mulheres, onde são elas o sexo forte e fazem questão de o demonstrar. Neste mundo ao avesso, é o sexo feminino que corre sem camisola, urina em ruas (mais ou menos) escondidas e assedia sexualmente cada homem que passa. Nesse mundo, Pierre não pode sair à rua de calções sem ouvir comentários sexuais, a sua inteligência e discernimento são depreciados em conversas e até o homem que toma conta do seu filho usa um véu, por amor à esposa e para não ser castigado pela sua religião. 

 

No mundo de Pierre, um piropo não desejado termina com uma violação e com uma denúncia na esquadra, prontamente desdenhada pela mulher polícia que trata da ocorrência, como se Pierre fosse culpado do ataque. Já a esposa de Pierre também parece não compreender a gravidade da situação, culpando-o, igualmente, por andar na rua de calções e camisa e desacreditando todos os seus "disparates machistas".

 

Este filme já tem cinco anos e foi apresentado, garante a realizadora em entrevista ao jornal britânico The Guardian, num festival em Kiev. No entanto, pouco impacto pareceu ter na altura, pelo que a autora decidiu, há uma semana, partilhá-lo na Internet. O resultado não se fez esperar: numa semana, o vídeo já tem mais de 3 milhões de visualizações no Youtube, tendo sido partilhado nas redes sociais a um ritmo constante. 

 

Quando questionada sobre o enorme feedback positivo que o vídeo está a ter na atualidade, em comparação com a desinteresse em que se viu mergulhado no passado, a autora entende que a "luta é mais importante agora", pois "os direitos das mulheres estão em perigo". 

 

"Quando as mulheres são assediadas e atacadas, as pessoas muitas vezes dizem que a culpa é delas. Até mesmo as pessoas mais chegadas às vítimas o fazem. Era isso que queria demonstrar", diz, ao tentar explicar a indiferença perante o ataque sexual sofrido por Pierre, no filme.

 

"Às vezes os homens não conseguem compreender que as mulheres são atacadas todos os dias, até com palavras. Mas não é culpa deles. Eles não conseguem imaginar isso porque não são confrontados com isso diariamente", garante. 

 

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Um jogo para smartphones levou o seu criador e uma gigantesca comunidade de jogadores à loucura. Depois de ter ganhado 50 mil dólares diariamente (cerca de 36 mil euros), o programador vietnamita responsável pelo "Flappy Bird" decidiu "matar" o jogo para voltar à sua "vida simples". Os utilizadores ficaram incrédulos, mas também houve quem já tenha lucrado por ainda ter a aplicação instalada no telemóvel.



O jogo sensação das últimas semanas já não está mais entre nós. "Flappy Bird", um desafio para smartphones onde o utilizador tem de passar por aberturas de canos (ao estilo Super Mario) com um pequeno pássaro, foi eliminado das lojas de aplicações... pela mão do seu próprio criador. 

 

Nguyen Ha Dong, o vietnamita responsável pelo jogo, criou este pequeno fenómeno em maio de 2013, mas só nos primeiros momentos do novo ano viu "Flappy Bird" tornar-se num sério caso de sucesso. A "hype" em torno do jogo foi crescendo e o jovem de 29 anos não se habituou aos holofotes: via Twitter, começou a queixar-se do assédio dos fãs e da imprensa, que não falava de outra coisa.

 

 E não era para menos: o jogo pode parecer simples à primeira vista, mas a dificuldade em ultrapassar os primeiros níveis, balançando o pássaro por entre as aberturas dos canos com pequenos toques de dedo no ecrã, criou autênticas legiões de jogadores viciados e irritados, que chegavam a relatar os episódios de raiva contra os seus smartphones (que muitos partiam, com a frustração). 

 

Cansado destes relatos e da fama que o começava a perseguir, Nguyen, qual Victor Frankenstein, passou a odiar a sua criação e decidiu abandoná-la: o jogo acabaria por ser retirado da App Store (onde tinha conseguido mais de 50 milhões de downloads) e do Google Play no início desta semana. A medida, explicou, serviria para voltar à sua "vida simples" e esquecer o sucesso do jogo, que o transformou numa pequena celebridade (e o fez ganhar cerca de 36 mil euros diariamente só em publicidade)...

 

 Mas o tiro parece ter-lhe saído pela culatra, pois o jogo, agora que foi eliminando, atingiu em tempo recorde um estatuto de culto. Sim, culto não é uma expressão exagerada: o jogo deixou de estar disponível para download esta semana e já há quem venda os seus smartphones com o jogo instalado por milhares de euros no Ebay e sites similares. 

 

Como qualquer fenómeno de culto, já começam, igualmente, a surgir as primeiras "teorias da conspiração", com muitos a teorizarem que o sucesso do jogo antes do seu abandono foi "inflacionado" por contas falsas e downloads computorizados e outros a alegarem que o vietnamita estaria a ser processado pela Nintendo por violar os direitos de autor de Super Mario (situação que já foi, no entretanto, desmentida pela empresa e pelo criador). 

 

No entretanto, quem não conseguir controlar o vício ou quiser perceber melhor o fenómeno (sem gastar milhares de euros a comprar um smartphone usado), pode sempre jogar um dos diversos clones que foram surgindo pela Internet fora. Ou pode sempre voltar ao Angry Birds...

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Daniela Espírito Santo
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Entusiasta das redes sociais e do jornalismo móvel. Presente no top 25 de jornalistas portugueses no Twitter, em 2009. Nos tempos livres, é voluntária em associações de solidariedade social e frequentadora assídua de festivais e concertos. Obrigado por visitar.
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