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Nós na Rede

um blogue de Daniela Espírito Santo

tag: Internet

Publicado em 21.Abril.2014

A conquista do 33.º campeonato pelo Sport Lisboa e Benfica deu que falar nas redes sociais e além fronteiras.

 

O clube de futebol Sport Lisboa e Benfica sagrou-se ontem, domingo de Páscoa, campeão nacional de futebol. A vitória deu origem a muito falatório nas redes sociais, em Portugal e não só. 

 

Segundo a empresa de monitorização Cision, entre as 20.00 horas de ontem e as 12.00 de hoje, foram detetadas 95 mil interações nas redes sociais que teriam o clube lisboeta como principal assunto. A maioria dessas interações foi feita, como seria de esperar, em português, mas também as línguas inglesa, espanhola, francesa, alemã e italiana foram usadas para falar dos acontecimentos futebolísticos de domingo. 

 

  Também os meios noticiosos internacionais analisaram este evento desportivo, com a empresa de monitorização a contabilizar 2964 conteúdos noticiosos a circular na Web, no período de tempo acima assinalado. 1093 das publicações analisadas tinham Portugal como origem, sendo que as restantes 1871 publicações eram originárias de 69 países diferentes. Entre os países que falaram desta vitória, destaca-se a Itália (com 418 publicações), país onde é sediada a Juventus, o próximo clube a jogar contra o Benfica, nas meias-finais da Liga Europa.

 

A Espanha, o Brasil e a Alemanha também registaram um elevado número de informação disseminada sobre este assunto, mas não foram as únicas nações a fazê-lo: na lista de 69 países que falaram sobre a vitória encarnada, aparecem alguns nomes improváveis, como Paquistão, Panamá ou Nepal. 

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Os perfis do Twitter têm, a partir desta terça-feira, uma nova imagem e novas funcionalidades. Saiba o que vai mudar. 

 

O seu perfil no Twitter foi redesenhado... ou está prestes a mudar de aspeto. Nos próximos dias, a rede social vai implementar um novo layout nos perfis de utilizador, adquirindo algumas semelhanças com o Facebook.

 

Agora, para além do tradicional avatar (aumentado em tamanho), os utilizadores vão ser convidados a partilhar um "header" ou cabeçalho fotográfico, como já acontece na maior rede social do planeta. Para além disso, o menu de navegação foi aumentado, "dividindo" os twits normais dos twits com fotografias ou vídeos, para facilitar a procura de conteúdo diferenciado.

 

Os twits que geram mais interação vão ocupar, igualmente, mais espaço: os twits mais interessantes de cada utilizador vão destacar-se dos restantes em tamanho e ser, por isso, mais fáceis de encontrar. 

 

Também é, agora, possível destacar manualmente algum twit no topo no perfil. No entanto, e ao contrário do que dá para fazer, por exemplo, numa página de fãs no Facebook, um twit destacado no topo não é permanente: só lá ficará até que o utilizador faça nova publicação. 

 

 Estas mudanças, apesar de já terem sido antecipadas no início do ano, surpreenderam o mundo dos social media, pois vão além do que era esperado e oferecem funcionalidades até agora estranhas ao mundo do Twitter. As semelhanças com o Facebook já dão que falar, com alguns já a apelidarem o serviço de microblogging de FaceTwitter. Mesmo assim, as reações têm sido, na sua maioria, positivas. 

 

Algumas caras conhecidas já têm o novo perfil, como Michelle Obama, Channing Tatum ou o brasileiro Gilberto Gil, mas os comuns mortais só deverão começar a receber o novo layout durante as próximas semanas. Se for novo/a no Twitter e criar agora o seu perfil, no entanto, este já vem com as novas funcionalidades. 

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Isabel Jonet está novamente debaixo de fogo cerrado por parte das redes sociais em Portugal. Em causa estãos as mais recentes declarações da presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, que diz que "o pior inimigo dos desempregados são as redes sociais".

 

Já não é a primeira vez que Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, causa controvérsia e exalta os internautas portugueses. Desta feita, Jonet garantiu, numa entrevista à Rádio Renascença, que "o pior inimigo dos desempregados são as redes sociais".

 

O problema, diz, é que "as pessoas ficam desempregadas e ficam dias e dias inteiros agarradas ao Facebook, ou agarradas a jogos, agarradas a amigos que não existem e vivem uma vida que é uma total ilusão”.

 

 

No Facebook, muitos consideraram que as declarações de Jonet foram infelizes e poderiam prejudicar a ajuda dos portugueses ao Banco Alimentar Contra a Fome: alguns chegaram a ameaçar que não iriam participar nas próximas recolhas de alimentos, nem como voluntários, nem ajudando com géneros alimentícios. 

 

 No Twitter, só nas últimas 24 horas foram feito 559 twits públicos com a palavra "Jonet" e o nome da presidente do BA serviu de inspiração para muitas piadas, de humoristas renomados e de ilustres desconhecidos. 

 

Esta não é, no entanto, a primeira vez que as redes sociais se tornam no "pior inimigo" de Jonet. No final de 2012, e enquanto participava num programa televisivo, Isabel Jonet declarou que os portugueses tinham de "aprender a viver com menos". "Vamos ter de empobrecer muito, vamos ter de viver mais pobres", realçou, na altura, acendendo a polémica nas redes sociais. Na altura, chegou a ser mesmo pedida a sua demissão através de uma petição pública. 

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O Facebook do "Jornal de Notícias" já conta com mais de meio milhão de seguidores. O feito é conseguido dois meses depois de ter sido alcançada a meta dos 400 mil "gostos".

A página do "Jornal de Notícias" no Facebook já tem mais de meio milhão de fãs. Em apenas dois meses, o jornal conseguiu reunir mais cem mil "gostos": a marca dos 400 mil foi conseguida a 30 de janeiro deste ano. 

 

Quem segue o JN na maior rede social do planeta tem acesso a toda a informação, atualizações e notícias de Última Hora, diretamente no seu feed de Facebook. A comunidade de leitores do JN neste espaço cresce todos os dias, utilizando este espaço para comentar a atualidade, partilhar as suas opiniões e deixar feedback. Desta forma, a página do JN no Facebook é, cada vez mais, um espaço de debate, interação, esclarecimento de dúvidas e partilha de informação. 

 

O jornal oferece informação atualizada aos seus leitores através de diversas redes sociais. Todos os dias, as contas do jornal nas redes sociais, com ênfase no Twitter (onde já acumula mais de 116 mil seguidores), Facebook e Google+ (mais de 16 mil "+"), são atualizadas com os principais destaques noticiosos. O JN marca, igualmente, presença noutras redes sociais, como Pinterest ou Instagram.

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Publicado em 12.Março.2014

O videoclip de "Happy", de Pharrell Williams, já inspirou muitas imitações. Desta feita, é a cidade do Porto que serve de pano de fundo a dois vídeos que já têm milhares de visualizações. 

 

O que é que se obtém quando se junta uma canção que entra facilmente no ouvido, um videoclip composto por 24 horas de boa disposição e dança e uma nomeação para os Óscares? Uma onda de imitações e homenagens que se torna num autêntico fenómeno viral, claro está. 

 

"Happy", de Pharrell Williams, não parece querer desaparecer tão cedo das nossas rádios e, agora, da Internet. A boa onda da canção inspirou o movimento "We Are Happy From...", onde um grupo de pessoas de um determinado local se junta e dança ao som da música.

 

Segundo o site que compila os vídeos do movimento, que surge "como sinal de gratidão a Pharrell Williams, já existem, de momento, 555 vídeos, produzidos em 77 países diferentes. No total, já são mais de 38 as horas de felicidade gravadas em vídeo e partilhadas com o mundo. 

 

O Porto não ficou de fora desta nova moda, tendo já dois vídeos no palmarés. O primeiro "Happy We Are From Porto" chegou ao Youtube pela mão da conta "Happy Porto" a 17 de fevereiro e já conta com cerca de 12 mil visualizações. Um segundo vídeo, desta feita publicado pela conta "Catavino" a 3 de março, consegue reunir mais de 74 mil visualizações. Ambos têm dezenas de comentários positivos, maioritariamente feitos em inglês, onde os utilizadores demonstram o seu apreço pela cidade.

 

 Lisboa também não deve demorar a fazer parte do grupo de cidades aderentes, com a criação recente da página "Happy - We are from Lisbon" a provar isso mesmo. Resta saber que outras cidades portuguesas vão, também elas, aderir a este fenómeno. 

 

 

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Publicado em 03.Março.2014

Gostava de aparecer na "selfie" tirada nos Oscars, rodeado/a de famosos? Claro que já há um site que lhe permite fazer isso... Veja como.

 O regresso de Ellen Degeneres à apresentação dos Oscars já está marcado na história. Sim, a apresentadora e atriz parece ter feito um bom trabalho a entreter o público, mas não será pelas piadas que vai ser relembrada... mas sim pela "selfie" que partilhou nas redes sociais, durante a cerimónia.

 

Recorrendo a um smartphone Samsung, Ellen Degeneres decidiu captar a sua presença na cerimónia rodeada de estrelas de Hollywood... A aposta foi mais que ganha, pois ainda nem uma hora tinha passado desde a sua publicação e a "selfie" que Bradley Cooper tirou nos Oscars, a seu pedido, já tinha mais de um milhão de retweets (neste momento, a foto já soma mais de 2,7 milhões de RT's).

 

Esta fotografia, pejada de nomeados e oscarizados, conseguiu mesmo ultrapassar a marca da imagem partilhada por Barack Obama após a sua reeleição, tida até ontem à noite como a foto mais partilhada de sempre no Twitter.

 

Quem se sentir de fora e quiser alinhar na brincadeira, no entanto, já tem um website que permite adicionar caras à famosa imagem. No "Urturn", já há a opção "My Best Celebrity Selfie Ever" (A Minha Melhor Selfie com Celebridades), que torna possível a adição de uma fotografia à imagem original.

 

Quem quiser fazê-lo apenas terá de se registar no site e escolher a imagem a utilizar, introduzindo a mesma com recurso às redes sociais ou à câmara do seu computador. Depois de escolhida a imagem e cortada a "cara" a adicionar, é altura de escolher o local ideal para "aparecer": há quem substitua a cara de um famoso pela sua e quem tente passar despercebido por entre os espaços "livres" de estrelas.

 

O resultado final pode ser partilhado nas redes sociais e no site que facilita esta brincadeira. E, a julgar pela fotogaleria lá presente, já muitos utilizadores trataram de se adicionar a esta "selfie" já histórica

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Uma curta metragem francesa tornou-se, esta semana, num fenómeno viral. No vídeo, imagina-se um mundo "ao contrário" onde os homens sentem, na primeira pessoa, como são tratadas as mulheres na vida quotidiana.

 

 

Consegue imaginar um mundo "ao contrário", onde os homens não podem sair à rua sem serem assediados, onde usarem um calção mais curto ou uns chinelos de dedo é encarado como provocação e onde um piropo mal aceite pode acabar na esquadra? É isso mesmo que a realizadora francesa Eléonore Pourriat tenta retratar em "Majorité Opprimée" (Maioria Oprimida), uma curta metragem de dez minutos que tem dado que falar na Internet na última semana. 

 

No vídeo, vemos a história de Pierre, um homem normal, a viver numa cidade francesa normalíssima e a fazer o seu dia-a-dia como habitualmente. A única diferença é que, neste vídeo, Pierre vive numa sociedade dominada pelas mulheres, onde são elas o sexo forte e fazem questão de o demonstrar. Neste mundo ao avesso, é o sexo feminino que corre sem camisola, urina em ruas (mais ou menos) escondidas e assedia sexualmente cada homem que passa. Nesse mundo, Pierre não pode sair à rua de calções sem ouvir comentários sexuais, a sua inteligência e discernimento são depreciados em conversas e até o homem que toma conta do seu filho usa um véu, por amor à esposa e para não ser castigado pela sua religião. 

 

No mundo de Pierre, um piropo não desejado termina com uma violação e com uma denúncia na esquadra, prontamente desdenhada pela mulher polícia que trata da ocorrência, como se Pierre fosse culpado do ataque. Já a esposa de Pierre também parece não compreender a gravidade da situação, culpando-o, igualmente, por andar na rua de calções e camisa e desacreditando todos os seus "disparates machistas".

 

Este filme já tem cinco anos e foi apresentado, garante a realizadora em entrevista ao jornal britânico The Guardian, num festival em Kiev. No entanto, pouco impacto pareceu ter na altura, pelo que a autora decidiu, há uma semana, partilhá-lo na Internet. O resultado não se fez esperar: numa semana, o vídeo já tem mais de 3 milhões de visualizações no Youtube, tendo sido partilhado nas redes sociais a um ritmo constante. 

 

Quando questionada sobre o enorme feedback positivo que o vídeo está a ter na atualidade, em comparação com a desinteresse em que se viu mergulhado no passado, a autora entende que a "luta é mais importante agora", pois "os direitos das mulheres estão em perigo". 

 

"Quando as mulheres são assediadas e atacadas, as pessoas muitas vezes dizem que a culpa é delas. Até mesmo as pessoas mais chegadas às vítimas o fazem. Era isso que queria demonstrar", diz, ao tentar explicar a indiferença perante o ataque sexual sofrido por Pierre, no filme.

 

"Às vezes os homens não conseguem compreender que as mulheres são atacadas todos os dias, até com palavras. Mas não é culpa deles. Eles não conseguem imaginar isso porque não são confrontados com isso diariamente", garante. 

 

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Um jogo para smartphones levou o seu criador e uma gigantesca comunidade de jogadores à loucura. Depois de ter ganhado 50 mil dólares diariamente (cerca de 36 mil euros), o programador vietnamita responsável pelo "Flappy Bird" decidiu "matar" o jogo para voltar à sua "vida simples". Os utilizadores ficaram incrédulos, mas também houve quem já tenha lucrado por ainda ter a aplicação instalada no telemóvel.



O jogo sensação das últimas semanas já não está mais entre nós. "Flappy Bird", um desafio para smartphones onde o utilizador tem de passar por aberturas de canos (ao estilo Super Mario) com um pequeno pássaro, foi eliminado das lojas de aplicações... pela mão do seu próprio criador. 

 

Nguyen Ha Dong, o vietnamita responsável pelo jogo, criou este pequeno fenómeno em maio de 2013, mas só nos primeiros momentos do novo ano viu "Flappy Bird" tornar-se num sério caso de sucesso. A "hype" em torno do jogo foi crescendo e o jovem de 29 anos não se habituou aos holofotes: via Twitter, começou a queixar-se do assédio dos fãs e da imprensa, que não falava de outra coisa.

 

 E não era para menos: o jogo pode parecer simples à primeira vista, mas a dificuldade em ultrapassar os primeiros níveis, balançando o pássaro por entre as aberturas dos canos com pequenos toques de dedo no ecrã, criou autênticas legiões de jogadores viciados e irritados, que chegavam a relatar os episódios de raiva contra os seus smartphones (que muitos partiam, com a frustração). 

 

Cansado destes relatos e da fama que o começava a perseguir, Nguyen, qual Victor Frankenstein, passou a odiar a sua criação e decidiu abandoná-la: o jogo acabaria por ser retirado da App Store (onde tinha conseguido mais de 50 milhões de downloads) e do Google Play no início desta semana. A medida, explicou, serviria para voltar à sua "vida simples" e esquecer o sucesso do jogo, que o transformou numa pequena celebridade (e o fez ganhar cerca de 36 mil euros diariamente só em publicidade)...

 

 Mas o tiro parece ter-lhe saído pela culatra, pois o jogo, agora que foi eliminando, atingiu em tempo recorde um estatuto de culto. Sim, culto não é uma expressão exagerada: o jogo deixou de estar disponível para download esta semana e já há quem venda os seus smartphones com o jogo instalado por milhares de euros no Ebay e sites similares. 

 

Como qualquer fenómeno de culto, já começam, igualmente, a surgir as primeiras "teorias da conspiração", com muitos a teorizarem que o sucesso do jogo antes do seu abandono foi "inflacionado" por contas falsas e downloads computorizados e outros a alegarem que o vietnamita estaria a ser processado pela Nintendo por violar os direitos de autor de Super Mario (situação que já foi, no entretanto, desmentida pela empresa e pelo criador). 

 

No entretanto, quem não conseguir controlar o vício ou quiser perceber melhor o fenómeno (sem gastar milhares de euros a comprar um smartphone usado), pode sempre jogar um dos diversos clones que foram surgindo pela Internet fora. Ou pode sempre voltar ao Angry Birds...

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Publicado em 31.Janeiro.2014

 O Super Bowl ainda nem aconteceu e já gerou fenómenos virais: a Budweiser decidiu revelar a promo que vai lançar no intervalo e a Internet não fala de outra coisa. Veja o vídeo e descubra porquê. 

 

A cerveja norte-americana Budweiser é presença assídua no intervalo do Super Bowl, o jogo da final de futebol americano que mais dinheiro gera em publicidade. O famoso interregno, que terá lugar no próximo domingo, é muito disputado pelas principais marcas a operar nos EUA e é, para muitos, até mais importante que o jogo em si. 

 

 Por isso mesmo, as empresas munem-se de todas as armas que têm ao seu dispor para chamar a atenção dos espetadores e prende-los ao seu anúncio: celebridades, histórias mirabolantes... tudo serve para ganhar a batalha da publicidade no Super Bowl, o intervalo mais caro da televisão norte-americana.

 

Normalmente, as empresas tentam criar alguma "hype" à volta da campanha que vão lançar no Super Bowl, mas o vídeo promocional em si fica sempre no segredo dos deuses até ao momento do intervalo. Este ano, no entanto, a Budweiser decidiu trocar as voltas à tradição e revelar online a promo que vai lançar no domingo... e a aposta parece ter sido bem sucedida.

 

Depois de reunir a preferência dos norte-americanos o ano passado com um vídeo emotivo sobre um cavalo de corrida, a Budweiser decidiu repetir a fórmula este ano. Desta feita, o vídeo promocional que irá passar no intervalo do Super Bowl mostra a amizade entre o cavalo utilizado no vídeo de 2013 e um pequeno cão. "Puppy Love" foi divulgado no Youtube e já reúne mais de 22 milhões de visualizações em apenas dois dias. 

 

 

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O Jornal de Notícias já reúne a preferência de mais de 400 mil utilizadores do Facebook. O feito foi conseguido três meses depois de ter ultrapassado os 300 mil "gostos". 

 

A página do Jornal de Notícias na rede social Facebook já conta com quatrocentos mil seguidores. O jornal consegue, assim, acumular mais cem mil fãs em apenas três meses (a marca dos 300 mil gostos foi ultrapassada a 29 de outubro).

 

O feito acontece, igualmente, a poucos dias do aniversário da maior rede social do planeta, que dia 4 de fevereiro assinala o seu 10.º aniversário.

 

Quem segue o JN na maior rede social do planeta tem acesso a toda a informação, atualizações e notícias de Última Hora, sem ter de sair da sua timeline. A comunidade de leitores do JN no Facebook cresce todos os dias, utilizando este espaço para comentar a atualidade, partilhar as suas opiniões e deixar feedback. Desta forma, a página do JN no Facebook é, cada vez mais, um espaço de debate, interação, esclarecimento de dúvidas e partilha de informação. 

 

O jornal oferece informação atualizada aos seus leitores através de diversas redes sociais. Todos os dias, as contas do jornal nas redes sociais, com ênfase no Twitter, Facebook e Google+, são atualizadas com os principais destaques noticiosos. O JN marca, igualmente, presença noutras redes sociais, como Pinterest, Instagram ou Youtube. No serviço de microblogging, o jornal também já ultrapassou uma importante "barreira": já conta com mais de cem mil seguidores.

 

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Publicado em 24.Janeiro.2014

Grupo internacional tenta capturar o mundo pela lente de cem fotógrafos, em cem localizações diferentes. Ideia conta com colaboração de um português baseado em Barcelona.

 

A moda das páginas "Humans of" veio para ficar. Um pouco por todo o lado, existem diversos fotógrafos, profissionais e amadores, a sair para a rua e a fotografar gente anónima, em busca da história perfeita no meio da azáfama diária das cidades, que partilham em blogues, páginas de Facebook e no Tumblr. O conceito nasceu em Nova Iorque, com o "Humans of New York" de Brandon Stanton, um fotógrafo desempregado que foi de máquina em punho para a rua tentar conhecer melhor a vida das pessoas que passavam por ele todos os dias e que, normalmente, não têm direito aos seus 15 minutos de fama. 

 

A ideia "pegou" e espalhou-se um pouco por todo o mundo: Portugal não é exceção e já conta com páginas para locais como Lisboa, Porto, Açores ou Coimbra.  Agora, no entanto, há uma página que pretende levar o conceito um pouco mais longe e servir como uma espécie de "agregador" do que se passa um pouco por todo o mundo. "Humans of Planet Earth" (os "humanos" do planeta Terra) é o nome da página começada por um neozelandês e que conta com um português a ajudar a concretizar este ambicioso objetivo. 

 

 "A ideia começou há pouco mais de duas semanas e tem crescido a uma interessante velocidade", conta-nos João Moura, baseado em Barcelona, onde está a desenvolver um projeto de doutoramento em neurociência. "A ideia é semelhante a todos os outros "Humans" já existentes, com a diferença de ser global e sincronizar os fotógrafos de todo o mundo sob um tema central, tanto ao nível da fotografia, como da história", continua.

 

Sendo assim, e em vez de saírem à rua à procura de histórias, os fotógrafos que participam neste projeto saem sempre com uma pergunta em mente. O tema a abordar vai variando no tempo, mas não geograficamente: desta forma, é possível perceber se as respostas às mesmas perguntas variam muito de local para local. 

 


Esta iniciativa está aberta a quem gostar de fotografia e não somente a fotógrafos profissionais. João Moura, por exemplo, não faz disso profissão. "O meu gosto pela fotografia é muito recente", admite. Começou em 2012 quando decidiu parar de estudar por um ano. "Durante esse ano viajei pela América do Norte, Central e Caraíbas", acrescenta. Quem quiser participar e estiver a morar numa das cidades que ainda precisam de colaboradores, é só enviar a sua candidatura para a equipa responsável pelo projeto.
 
 
Para já, a página do projeto já recebe colaborações de mais de quatro dezenas de locais, mas o objetivo final é chegar aos cem fotógrafos, em cem locais diferentes. "Já se juntaram muitos países, mas ainda queremos crescer muito mais", diz João Moura.
 
 
Quando esse intuito for conseguido, poderão passar à próxima fase do conceito: fotografar sob uma temática, praticamente em tempo real. "Um dia que a comunidade esteja sólida o suficiente, o público poderá sugerir temas e, em "real time", os fotógrafos de todo o mundo vão à 'caça'. Parece-me uma ideia excitante. Além do mais, é desafiante e torna tudo mais difícil, o que é bom", salienta. 
 
Foto: Stephan Kotas, em Bangka Island, Indonésia
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Cristiano Ronaldo já anunciou o projeto solidário que resolveu ajudar em conjunto com a Pepsi, como pedido de desculpas da marca ao jogador português.


Depois de um longo silêncio no Facebook, a Pepsi Portugal voltou a fazer publicações na sua página. A empresa já não fazia nenhum "post" nesta rede social desde que rebentou a polémica que envolveu Cristiano Ronaldo e a Pepsi sueca, em novembro.


Ontem, quarta-feira, o jogador português anunciou as tréguas, prometendo desvendar em breve os pormenores de uma parceria social com a marca, aceitando o pedido de desculpas da mesma. À boleia destas "pazes" oficiais, a marca voltou a assumir a sua página no Facebook, partilhando a publicação de Ronaldo e agradecendo "a atitude" do jogador "e a disponibilidade" para fazerem "algo positivo" em conjunto. O buzz, no entanto, não foi muito, com a publicação a conseguir pouco mais de "700 gostos".


Esta manhã, o internacional português e os responsáveis pela marca de refrigerantes em Portugal revelaram a causa que decidiram apoiar. "A Pepsi e Cristiano Ronaldo uniram-se para completar o financiamento para o projeto de construção das novas instalações da Casa dos Rapazes, que contará com um espaço para atividades desportivas", é dito em comunicado.


 "Conseguimos retirar de uma situação negativa algo positivo, que iremos aplicar à sociedade portuguesa", explica, por sua vez, Cristiano Ronaldo.


 
  Os pormenores da parceria foram, claro está, partilhados no Facebook esta quinta-feira. "Hoje é um dia em grande!", assegura Ronaldo, ao mostrar uma imagem da atual Casa dos Rapazes. "Com esta iniciativa, os 20 rapazes vão poder contar com uma casa nova e uma área desportiva. Um projeto conjunto que irá mudar a vida destes jovens e de todos os que os forem acolhidos no futuro", acrescenta. A publicação, que foi replicada pela marca de refrigerantes, já conseguiu mais de 6 mil "gostos" e acumulou centenas de comentários em apenas uma hora.
 


A Casa dos Rapazes é uma instituição que acolhe rapazes entre os 6 e os 18 anos, vítimas de maus tratos, abusos, negligência ou abandono, com o intuito de, mais tarde, os reintegrar na família original. Um incêndio destruiu, em 2005, as instalações da instituição, que está, deste então, a tentar construir um novo lar. A sociedade civil tem sido mobilizada nesse sentido e, com este contributo final, prevê-se que a nova casa comece a ser construída em março ou abril deste ano.

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Publicado em 08.Janeiro.2014

Cristiano Ronaldo perdoou publicamente a Pepsi pela campanha que a equipa sueca da marca fez contra o jogador português, em novembro.

 

Numa publicação feita na manhã desta quarta-feira no seu Facebook (e só disponível para utilizadores portugueses), Cristiano Ronaldo garante já não estar de costas voltadas com a marca de refrigerantes. "Ninguém é perfeito e todos erramos", começa por dizer, acrescentando que "o mais importante é pedir desculpas". "Desculpas aceites, Pepsi!", diz. 

 

O dissabor com a marca parece estar realmente esquecido e uma futura campanha conjunta de solidariedade poderá estar, até, na calha. O jogador promete revelar mais novidades sobre uma parceria com a Pepsi brevemente.  "E como em Portugal uma ação vale mais que mil palavras, temos estado a trabalhar no apoio a uma causa solidária que desvendaremos em breve. Fiquem atentos!", reza a publicação. 

 

 Este post conseguiu, em menos de meia hora, reunir mais de oito mil "gostos" e originar quase 300 partilhas. Os quase 500 comentários que já se podiam ver na publicação minutos depois de estar online dividiam-se entre a reprovação da marca e a aceitação do perdão de Ronaldo. 

 

Recorde-se que a Pepsi sueca decidiu criar uma campanha com um boneco de voodoo de Cristiano Ronaldo, que "atropelou" durante os jogos entre as seleções sueca e portuguesa. A representação da marca em Portugal pediu, logo de seguida, desculpas pelo sucedido, garantindo que as imagens teriam sido retiradas no entretanto.  Mesmo assim, não foi o suficiente para evitar o turbilhão de publicidade negativa: a campanha teve repercussões a nível nacional e mundial, com muitos utilizadores a criticarem a "brincadeira" sueca e a jurarem nunca mais beber Pepsi.

 

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Um vídeo de 1993, em que aparece um jovem Passos Coelho à conversa com Manuel Luís Goucha, Teresa Guilherme e Paulo de Carvalho, tem causado burburinho na Internet portuguesa. No vídeo, Goucha "prevê" Passos Coelho como primeiro ministro.

 

Depois de Filipe La Féria ter, recentemente, pedido desculpa aos portugueses por não ter escolhido Pedro Passos Coelho para integrar o elenco de My Fair Lady em 2002, eis que outra figura pública portuguesa vem a público lamentar o seu passado comum com o atual primeiro ministro português.

 

 Tudo porque anda a circular um vídeo na Internet de uma gravação de um programa de 1993, apresentado por Manuel Luís Goucha e Teresa Guilherme, onde participou Pedro Passos Coelho. No vídeo do programa "Olha que Dois", retransmitido recentemente na RTP Memória, é possível ver Paulo de Carvalho a elogiar o jovem deputado Pedro Passos Coelho, presente na plateia, "responsabilizando-o" pelo futuro de Portugal. "Está nas mãos de gente como ele o futuro deste país", preconiza o artista.

 

Passada a "batata quente" ao jovem político, Manuel Luís Goucha acrescenta a sua previsão. "Daqui a dez anos tê-lo-emos aqui como primeiro ministro, quem sabe?", brinca, arrancando risos tímidos ao próprio Passos Coelho.

 

 O vídeo, partilhado há dois dias, já conta com mais de 155 mil visualizações no Youtube, dando azo a mais de uma centena de comentários.

 

 As imagens chegaram até Manuel Luís Goucha, que prontamente respondeu ao vídeo viral na sua página de Facebook. Ao partilhar o vídeo (que também foi adicionado ao Facebook com o título "O culpado é o Goucha!"), o apresentador de televisão acabaria por dizer que, naquela altura, "mais valia estado calado".

 

"Tem vinte anos este vídeo. É de 1993. E, pelos vistos, a dado momento, mais valia eu estar calado!", exclama. A publicação também está a ser um sucesso online, tendo amealhado mais de 3 mil "gostos", 260 comentários e 71 partilhas. 


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Publicado em 03.Janeiro.2014

A aplicação de mensagens instantâneas Snapchat já prometeu que ia melhorar a segurança depois de 4,6 milhões de contas terem sido hackeadas. 

 

 O mais recente ataque aconteceu na véspera do Ano Novo, confirma a empresa californiana responsável pela aplicação, que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos (especialmente entre os utilizadores mais jovens) por permitir que as publicações de imagem e vídeo sejam apagadas dez segundos após a sua visualização.

 

Mesmo assim, e apesar da garantia de melhorias na segurança dada pela empresa, ainda não se sabe quando acontecerá o "update" da versão da aplicação, pelo que os utilizadores que usam esta "app" nos seus dispositivos móveis devem ter cuidado com os dados que facultaram.  

 

"A comunidade Snapchat é um espaço onde as pessoas se sentem confortáveis e estamos decididos a prevenir abusos", garante a empresa, explicando que o "hacking" aconteceu devido a um problema de segurança com a opção "encontrar amigos". 

 

 Num comunicado publicado pelo TechCrunch, o grupo responsável pela façanha explicou que apenas divulgou os números de telefone e usernames destes utilizadores para "aumentar a consciência pública" acerca do assunto e "pressionar publicamente o Snapchat para tratar este problema". Os hackers explicam que, através da opção "encontrar amigos", é virtualmente possível encontrar qualquer pessoa que esteja registada e tenha adicionado o seu número de telemóvel à aplicação, bastando, para isso, ir adicionando números até a encontrar. Foi exatamente isso que o grupo fez, utilizando números registados nos EUA, pelo que a maioria dos utilizadores afetados são norte-americanos. 

 

O Snapchat já divulgou, igualmente, um email (security@snapchat.com) para onde os especialistas em segurança podem enviar as suas ideias para melhorar o serviço desta startup. A empresa pretende, assim, responder mais rapidamente a problemas similares.  

 

Esta aplicação para dispositivos móveis surgiu em 2011 pela mão de estudantes de Stanford. Desde então que se tem tornado extremamente popular, especialmente entre adolescentes, razão que levou o Facebook a fazer uma proposta de 3 mil milhões de euros pela startup. A proposta acabaria por ser rejeitada em novembro. 

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Daniela Espírito Santo
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Entusiasta das redes sociais e do jornalismo móvel. Presente no top 25 de jornalistas portugueses no Twitter, em 2009. Nos tempos livres, é voluntária em associações de solidariedade social e frequentadora assídua de festivais e concertos. Obrigado por visitar.
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