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Nós na Rede

um blogue de Daniela Espírito Santo

tag: Internet

Publicado em 16.Abril.2013

Um inglês decidiu despedir-se do emprego de uma forma original e, atrevemo-nos a dizer, "doce": a sua carta de demissão foi escrita...no topo de um bolo.

 

Chris Holmes foi pai há umas semanas e, no embalo desse acontecimento, decidiu mudar de vida aos 31 anos. A trabalhar no Aeroporto de Stansted, Londres, Holmes decidiu apresentar a sua demissão ontem, segunda-feira, mas não sem explicar os motivos da sua decisão de uma forma, digamos, saborosa.

 

Em vez de apresentar, simplesmente, a sua carta de demissão, Chris Holmes, conta o jornal The Guardian, cozinhou e decorou um bolo, onde descreveu os seus motivos. "Depois de me tornar, recentemente, num pai, apercebi-me que a vida é preciosa e que é importante gastar o meu tempo a fazer algo que me faça a mim, e aos outros, felizes", diz. "Por essa razão, apresento assim a minha demissão, de forma a poder dedicar o meu tempo e energia à minha família e ao meu negócio de bolos".

 

Chris Holmes lançou um negócio de confeção e venda de bolos chamado Mr Cake, que ia mantendo a par com o seu emprego no aeroporto. Agora, no entanto, decidiu apostar no seu projeto pessoal, tendo encontrado esta forma "doce" de dizer adeus aos seus colegas de trabalho. A sua despedida já corre o mundo, tendo originado diversas partilhas nas redes sociais e gerando um enorme "buzz" no site Reddit.

 

A ideia, conta, já lhe tinha surgido ainda a esposa estava grávida, mas foi mantida em segredo até ter a certeza da sua decisão. "É um risco lançar um negó*** a economia neste estado mas, sempre que olho para os números, cada vez me parece uma opção mais viável", acredita. 

 

Uma coisa é certa: pelo menos nos próximos tempos negócio não lhe vai faltar, tendo em conta a popularidade que o seu bolo tem arrecadado online. Conta o jornal que o telefone de Holmes ainda não parou de tocar desde que a fotografia do bolo foi parar à Internet mas, até ao momento, confessa, ainda não recebeu mais nenhum pedido de bolos de demissão...

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Publicado em 15.Abril.2013

No Dia Mundial da Arte, a Google revela qual a obra de arte mais vista no projeto online Google Art Project. 

 

 

O Google Art Project já há dois anos que oferece a possibilidade de visitar diversos museus sem sair de casa. Milhares de obras famosas estão à distância de um clique na página do projeto, que é financiado e mantido pelo motor de busca.

 

 

Entre os museus integrados nesta ferramenta estão espaços como a Tate Britain, a National Gallery de Londres ou o MoMA, de Nova Iorque. Escolhido o museu a percorrer online, o utilizador pode apreciar ao pormenor as obras de arte, que estão disponíveis em imagens de grande resolução ou, se preferir, criar uma galeria com as suas obras preferidas.  

 

 

Neste Dia Mundial da Arte, a empresa decidiu revelar qual das obras disponíveis online foi, até ao momento, a mais vista e o "prémio" coube à "Noite Estrelada" de Vincent Van Gogh.

 

 

Mas a declaração da Google não termina por aqui. A empresa revela, igualmente, que os utilizadores gastam, em média, cerca de um minuto em cada obra, ao contrário dos estimados 20 segundos gastos numa galeria "real". "Embora nada substitua uma visita para ver um quadro ao vivo, a possibilidade de olharmos e examinarmos uma obra de arte com este nível de detalhe parece encorajar os utilizadores a passarem mais tempo a contemplar a obra", garante a empresa.

 

 

Para além desta obra, também o "O Quarto", também de Vincent Van Gogh, "O Nascimento de Vénus", de Botticelli, e o "Autoretrato desenhado à janela", de Rembrandt, constam na lista das obras mais populares entre os internautas.

 

 

Portugal também faz parte do Google Art Project, com a inclusão, no ano passado, de obras do Museu Coleção Berardo, onde se incluem pinturas de Amadeo de Souza Cardoso. O Google Art Project conta com a colaboração de 200 parceiros, de 43 países, num total de obras reproduzidas que ultrapassa as 40 mil.  

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Durante o mês de março, a comida rápida esteve na ordem do dia no Twitter, em Portugal. Entre considerações às cadeias de "fast food", uma preocupação: a possível presença de carne de cavalo na comida.

 

O mês de março foi marcado, um pouco por todo o lado, pela descobertas de carne de cavalo em diversos produtos alimentares. Portugal não foi excepção e o assunto também deu azo a algumas considerações por parte dos utilizadores do Twitter no país.

 

De 1 a 31 de março, garante um estudo da empresa E.Life, os portugueses publicaram 1890 "twits" sobre "fast food", numa média de "60 twits por dia".

 

Por entre as autênticas "declarações de amor" a algumas cadeias de "fast food" a operar em território nacional e se retirarmos os desejos por comida à hora de almoçar ou jantar, um dos assuntos que também assumiu importância nesta conversa sobre comida rápida foi a origem da mesma.

 

No reino da comida rápida, as cadeias de hamburguers foram as mais faladas durante o período abordado na análise e as pizzas foram o prato mais mencionado. A presença de carne de cavalo na comida alarmou muitos internautas, que abordaram o assunto durante este mês.

 

Ainda segundo o estudo, a maioria das publicações analisadas foram executadas por mulheres e falou-se mais de "fast food" durante o fim-de-semana.

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Publicado em 05.Abril.2013

Mark Zuckerberg apresentou, esta quinta-feira, o Facebook Home, um pacote de aplicações que poderá colocar a rede social na página da frente dos telemóveis Android. É mais um passo na implementação da rede social no mercado mobile.

 

O Facebook anunciou mais uma mudança esta quinta-feira. Não, o aspeto da sua página na rede social não vai mudar. Esta novidade prende-se antes com a presença da rede social no mundo mobile, que sai reforçada a partir de agora com o Facebook Home, para o mercado Android.

 

O Facebook Home é um conjunto de programas de software que coloca o Facebook no ecrã principal dos smartphones com sistema Android. Com esta mudança, os utilizadores poderão ver, instantaneamente, o que se passa na sua página na rede social e responder com facilidade a mensagens deixadas por lá, por exemplo. Ou seja, na prática, um telemóvel com Facebook Home continua a ser Android, mas possui uma maior integração com a rede social.

 

Através do "Cover Feed", os utilizadores recebem todas as informações da rede, sem precisarem de utilizar outro tipo de plataforma ou aplicação para aceder aos dados, que podem ir consultando no display tátil. Todas as outras aplicações do telemóvel continuam a estar disponíveis, mas estão ocultas neste display.

 

Esta iniciativa da empresa de Zuckerberg pode ter, diz o Washington Post (citando uma empresa de marketing), consequências a nível de publicidade, pois a informação coleccionada pelo Facebook Home é praticamente igual à que as empresas conseguem retirar da página na web. Desta forma, o Facebook pode faturar bem mais em publicidade mobile do que acontece agora. A possibilidade de incluir publicidade na entrada destas aplicações também não é, por isso, descartada por Zuckerberg. Numa primeira fase, aliás, o Facebook Home vai recolher informações sobre alguns utilizadores para "documentar quais as aplicações mais utilizadas".

 

Com esta medida, o Facebook espera que os utilizadores passem (ainda) mais tempo na rede social.  Isto prova, igualmente, a crescente aposta no mobile, que está cada vez mais a tornar-se a plataforma tecnológica dominante a nível mundial no que diz respeito ao acesso à web. Prova, também, que o Facebook continua a ter o seu enfoque nas plataformas mobile.

 

"Hoje em dia, os nossos telefones são desenhados tendo em conta aplicações, não pessoas. Queremos mudar isso", disse Zuckerberg, durante a apresentação do novo produto.

 

Para tornar isto possível, o Facebook anunciou uma parceria com a HTC, que vai lançar o HTC First já com o pacote do Facebook instalado. Quem já é Android poderá fazer o download do Home na app store da Google a partir de 12 de abril (a funcionalidade não vai estar disponível para todos os telemóveis, de início), não estando previsto um pacote similar para o iPhone, garante o jornal.

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Publicado em 01.Abril.2013

Uma alegada antiga fotografia de Angela Merkel, em que a chanceler aparece nua, está a correr o planeta via redes sociais. A foto já foi partilhada milhares de vezes.

 

A chanceler alemã Angela Merkel é um dos principais motivos de conversa nas redes sociais na Europa há algum tempo, pelos mais variados motivos. Nos últimos dias, no entanto, o motivo da conversa em torno de Merkel extrapolou o campo da política.

 

Uma alegada fotografia da chanceler nua, quando era mais nova, surgiu em alguns fóruns na Internet e tem corrido o mundo. Na foto posam três jovens nuas, que sorriem timidamente enquanto andam numa aparente plataforma junto a um rio ou ao mar.

 

Muitos duvidam da veracidade da fotografia, entendendo tratar-se de uma manipulação e/ou de uma partida antecipada de 1 de abril (a imagem começou a ganhar popularidade ontem, dia 31 de março). Verdadeira ou falsa, o certo é que a imagem já se tornou viral e é praticamente impossível não esbarrar com ela numa normal visita, por exemplo, ao Facebook.

 

Na rede social, a fotografia tem sido partilhada milhares de vezes (apesar da política da rede social, que não permite imagens de nudez explícita) e tem dado azo a muitos comentários em praticamente todas as línguas. Pela sua natureza visual, o Tumblr também tem sido um veículo privilegiado na transmissão da fotografia, que já deu origem a centenas (senão milhares) de "notas".

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Publicado em 19.Março.2013

Hoje é Dia do Pai e o JN não pode deixar passar em branco este dia. Tem imagens suas com o seu pai e gostaria de lhe deixar uma mensagem de agradecimento? É pai e quer mostrar o orgulho que tem nos seus filhos? 



Envie as suas imagens até às 14h00 com o assunto "Dia do Pai" para jn.online@jn.pt, incluindo os respetivos nomes, a indicação da sua localidade e uma pequena frase alusiva ao dia e a sua homenagem poderá aparecer no JN Online.



Ao enviar, o leitor cede automaticamente o direito de publicação.

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Publicado em 14.Março.2013

A Google decidiu encerrar o Google Reader, provocando manifestações de indignação um pouco por toda a Internet. O serviço de leitura de RSS vai ser encerrado em julho.

 

O Google Reader vai ser encerrado a 1 de julho. A notícia está a ser recebida com indignação por muitos utilizadores do serviço de leitura de RSS, mas não é propriamente surpreendente.

 

As reações não se fizeram esperar. Umas horas depois do anúncio, já existia um grupo no Google+, por exemplo, chamado "Save Google Reader", que contava com mais de mil utilizadores inscritos. Ainda na rede social da Google, a hashtag #Reader encontrava-se, esta quinta-feira de manhã, no topo dos tópicos mais populares.

 

No Twitter, a conta oficial do Google Reader deu a notícia e aproveitou para agradecer aos fiéis utilizadores os 8 anos de vida do projeto. Os twits a mencionar o serviço também são mais que muitos, com pessoas a dizerem que preferiam "ficar sem Gmail a ficar sem Reader" e a jurar que vão boicotar a Google. Como tal, não é surpresa que Google Reader esteja nos Trending Topics mundiais do Twitter esta quinta-feira.

 

A notícia chegou através do blogue da empresa, onde a Google anunciou uma nova "limpeza de primavera". Entre os produtos que vão encerrar constava uma nota a falar do Google Reader, onde se pode ler que, "apesar do produto ter um grupo de utilizadores leais, a sua utilização tem decrescido com o passar dos anos". Também é explicado que os utilizadores que pretendam encontrar alternativas de leitura de RSS poderão exportar os seus dados usando, para tal, o Google Takeout.

 

 Para quem utiliza este serviço, que a Google há muito já deixara de considerar prioridade, é, agora, altura de encontrar alternativas viáveis para armazenar todos os sites que visitam com regularidade e dos quais não querem perder pitada.

 

Quem utiliza este serviço diariamente ainda tem quatro meses para encontrar alternativas, mas será, certamente, difícil encontrar um espaço parecido com o Google Reader. Os principais websites de tecnologia já oferecem, mesmo assim, diversas sugestões, sendo serviços como o NetVibes e o NewsBlur alguns dos mais citados (por se assemelharem ao Reader).

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Publicado em 13.Março.2013

Diariamente, mais de 600 mil perfis do Facebook correm risco de ataque informático, revela uma empresa de segurança informática. Na prática, são roubadas cerca de sete senhas por segundo em todo o planeta.

 

Tem conta no Facebook? Então o seu perfil pode estar em risco. Até aqui nada de novo, mas a empresa de segurança informática Kaspersky Lab garante que, a cada segundo, cerca de sete senhas são roubadas nesta rede social. Isto traduz-se em riscos elevados de ataque informático a mais de 600 mil perfis na mais utilizada rede social do planeta.

 

Segundo um relatório da empresa, divulgado pela Agência Lusa, cerca de quatro por cento das hiperligações partilhadas no Facebook constituem lixo eletrónico, expondo um em cada 200 utilizadores, diariamente, a ataques de "phishing".

 

Para proteger a sua conta, o melhor é, diz a empresa, não utilizar termos facilmente "encontrados em dicionários de senhas" como password, usar o "método de navegação segura" para prevenir infiltrações através de redes "wi-fi" desprotegidas e optar pela confirmação de início de sessão, para conseguir controlar todas as tentativas de conexão à conta.  

 

Também convém, claro está, alterar a senha com alguma regularidade e utilizar senhas diferentes para contas em espaços online diferentes. Estas medidas são cada vez mais prementes numa altura em que, explica a empresa, "o uso do Facebook tem aumentado cada vez mais" e, consequentemente, também há mais "interesse em obter benefícios fraudulentos" à custa dos utilizadores menos precavidos.

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Publicado em 07.Março.2013

Prepare-se: o seu Facebook vai (voltar a) mudar. Depois da mudança radical na timeline dos utilizadores, introduzida em 2011, chegou agora a vez do feed de notícias sofrer uma completa mudança de aspeto. Saiba o que muda.

 

Tudo vai voltar a mudar na maior rede social do planeta. Esta quinta-feira, Mark Zuckerberg e companhia apresentaram o novo projeto para o "feed de notícias" do Facebook, que vai sofrer uma espécie de "extreme makeover" durante os próximos tempos. O novo "news feed" parece apostar mais na imagem e assemelhar-se à versão mobile do Facebook, seguindo a tendência que se tem verificado em outras redes sociais.

 

Um pouco à semelhança do que o Google+ já fazia e tendo como possível influência o aspeto marcadamente visual do Pinterest, do Instagram ou, até, do renovado Myspace, o novo espaço de notícias do Facebook vai estar mais "despido" de conteúdos visíveis da rede e dar destaque ao que se passa dentro da rede social e às publicações de quem seguimos.

 

No feed de notícias propriamente dito, as publicações vão apresentar um novo aspeto, que dá bem mais ênfase à componente visual do que anteriormente. Quem quiser, igualmente, pesquisar dentro do seu feed de notícias, vai ter novas opções (para além das anteriores, que apenas deixavam ver as principais histórias ou as histórias mais recentes): agora vai ser possível pesquisar por fotografias inseridas pelos amigos, o que eles andam a ouvir ou a jogar ou ver uma "timeline" composta apenas pelas pessoas ou marcas que seguimos.

 

Os grupos, mensagens privadas e o chat ficam, com o novo design, do lado esquerdo, numa barra cinzenta despida de muitas complicações. Também as opções de privacidade ganham novo destaque, sendo facilmente acessível através de um clique no topo da página, do lado esquerdo. As notificações passam a estar do lado direito, ao lado do espaço normalmente reservado para aceder às opções de conta e fazer logout.

 

Esta linha já era seguida pela rede social nas suas diferentes versões mobile, que agora servem de inspiração também à versão web. Desta forma, explica Zuckerberg, o utilizador passa do seu telemóvel confortavelmente para a web, sem sentir grandes alterações no design da sua página no Facebook. Assim, os utilizadores podem contar com um menu lateral, do lado esquerdo, que deve funcionar um pouco como a aplicação do Facebook no iPhone ou Android.

 

Para já, quem quiser espreitar estas novas funcionalidades e o novo design terá, como já é habitual, de esperar (apesar do Facebook garantir que hoje já haverá quem tenha o novo look disponível na sua página). Há, mesmo assim, uma "lista de espera" onde o utilizador pode pedir à rede social para lhe mostrar, o quanto antes, o novo aspeto do Facebook. Para se juntar à lista, basta aceder à página explicativa do novo desenho e carregar num botão no final do texto.

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A página do Jornal de Notícias na maior rede social do planeta já ultrapassou a marca dos 200 mil fãs. O feito aconteceu esta terça-feira, numa altura em que o jornal celebra os seus 125 anos de existência.

 

A página do Jornal de Notícias no Facebook ultrapassou a barreira dos 200 mil fãs. Quem segue o JN na maior rede social do planeta tem acesso a toda a informação, atualizações e notícias de Última Hora, que o jornal disponibiliza na Internet todos os dias.


Recorde-se que o jornal ultrapassou a marca dos 100 mil fãs no final de maio.

 

O jornal utiliza as redes sociais de forma ativa para chegar até aos seus leitores. Todos os dias, as contas do jornal nas redes sociais, com ênfase no Twitter, Facebook e Google+, são atualizadas com os principais destaques noticiosos. O JN marca, igualmente, presença noutras redes sociais, como Pinterest, Instagram ou Youtube. No serviço de microblogging, o jornal já conta com mais de 52 mil seguidores.


 
O apelo à participação dos utilizadores também é uma constante. A crescente comunidade de leitores do JN no Facebook encontra na página um espaço de debate, partilha de informações, esclarecimento de dúvidas e informação atualizada ao minuto. Esta marca é atingida numa altura em que o jornal já começou a celebrar os seus 125 anos de existência, que se assinalam a 2 de junho. 

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Publicado em 01.Março.2013

Pela primeira vez (que se saiba), há fotojornalistas a partilhar, em tempo real e com geolocalização acionada, fotografias da Coreia do Norte, via Instagram. Veja as imagens que estão a fazer história.

 

A Coreia do Norte parece estar a dar os primeiros passos rumo a uma maior abertura ao Ocidente. Prova disso talvez seja a mais recente decisão em deixar que quem visite o país possa utilizar o seu smartphone (antes os smartphones eram apreendidos, normalmente, no aeroporto) e, pasme-se, utilize a Internet enquanto passeia por cidades como Pyongyang.

 

Esta medida, tomada a meio de janeiro, já está a dar frutos. Um fotojornalista da AP, por exemplo, tem dado que falar nos últimos dias ao partilhar com o Mundo a sua visão do país, via Instagram. Tanto quanto se sabe, esta é a primeira vez que alguém consegue partilhar fotografias da Coreia do Norte praticamente em tempo real. Uma nova forma de ver um país normalmente fechado ao exterior está, agora, disponível na conta de David Guttenfelder no Instagram.

 

No seu website, Guttenfelder explica que esta é a sua 20.ª viagem ao país e que, na sua opinião, a partilha destas imagens é "uma forma poderosa de se ligar ao mundo exterior através de um dos países mais isolados do planeta". "A janela de acesso à Coreia do Norte finalmente abriu uma pequena fissura. No entretanto, e para todos os norte-coreanos que não têm acesso aos mesmos serviços, a janela continua firmemente fechada", relembra.

 

Para além de Guttenfelder, também Jean Lee, outro fotógrafo da AP, está a enviar para a Internet as suas primeiras fotografias da Coreia do Norte, onde o único filtro é o do Instagram. Nelas, é possível vislumbrar o dia-a-dia dos norte-coreanos, numa visão intimista deste regime.

 

Este facto tem dado que falar um pouco por todo o mundo, tendo sido destacado recentemente no blogue do Instagram. Esta novidade chega numa altura em que o Instagram anunciou que chegou aos 100 milhões de utilizadores.

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Publicado em 26.Fevereiro.2013

Há pouco tempo no Instagram, Madonna já causa confusão na aplicação de fotografias. A rainha da Pop recebeu um aviso da equipa do Instagram a ameaçar encerrar a sua conta caso continue a publicar conteúdo que viole as regras da comunidade. 

 

Ninguém consegue ficar indiferente à atitude provocadora de Madonna. Desta feita, a rainha da Pop mexeu com os nervos da equipa do Instagram, que já a avisou de que o conteúdo que anda a publicar na sua conta poderá levar ao seu encerramento.

 

 A cantora recebeu uma mensagem a explicar que algum do conteúdo publicado na sua conta no Instagram violava as regras de conduta da comunidade, mensagem essa que Madonna prontamente partilhou com os seus fãs, sem fazer nenhum apontamento.

 

No texto, pode ler-se que a equipa do Instagram foi "chamada à atenção" para a conta de Madonna por "violar as normas de conduta da comunidade". "Pedimos que não partilhe fotografias que não são suas e que não publique fotografias que mostrem nudez ou conteúdo para adultos", é dito na missiva.

 

Não é, no entanto, mencionado qual o material publicado pela cantora que viola as regras expressas no texto... Mas entre as 20 fotografias partilhadas por Madonna até ao momento há, certamente, algumas "candidatas": uma fotografia do decote generoso da artista pode ter despoletado o contacto (isto no campo da "nudez") ou até mesmo uma fotografia de Frida Kahlo que decidiu partilhar (e que não lhe pertence).  

 

A equipa do Instagram pede, no final do texto, que a cantora apague o conteúdo que está a violar as regras de conduta. "É importante denotar que continuar a violar [as regras da comunidade] pode resultar na desativação da conta ou no bloqueio do acesso ao Instagram, sem qualquer tipo de aviso prévio", é explicado. Madonna, mesmo assim, ainda não alterou nada na sua conta.

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Publicado em 23.Fevereiro.2013

Não é só o Facebook que guarda informação pessoal dos seus utilizadores. O Pinterest, uma das redes sociais que mais cresceu em 2012, também o faz. Saiba o que isso poderá significar para os utilizadores dos "pinboards virtuais" e como se precaver.

 

 

Apesar de poder não parecer (visto que, em Portugal, esta rede social ainda não é muito utilizada), o Pinterest foi uma das redes sociais que mais cresceu em 2012. Com quase 12 milhões de utilizadores neste momento, os "pinboards" virtuais acumulam 105 milhões de visitas mensais a nível mundial, atraindo, sobretudo, o sexo feminino.

 

 

O aspeto simples e o caratér muito visual desta rede social são um forte atrativo para quem quer guardar projetos ou ideias a executar no futuro, mas a aparente "nudez" de conteúdo, imposta pela predominância da imagem, pode fazer esquecer o facto de que esta rede, como qualquer outra rede social, também acumula muita informação sobre os seus utilizadores.

 

 

É nesse sentido que uma empresa de segurança online decidiu deixar o alerta: não é só o Facebook que guarda informação pessoal dos seus utilizadores. O Pinterest em especial, como tantas outras redes, também faz "tracking" e, por isso, os mais cautelosos deverão ter alguns cuidados na sua utilização. Entre os dados guardados pela página do Pinterest estão o endereço de IP e a última página visitada pelo utilizador, garante a Kaspersky Lab.

 

 

  Para limitar a informação acumulada por esta e outras redes sociais, a empresa aconselha os utilizadores a utilizarem "browsers que ofereçam ajustes para minimizar o rastreamento e a configuração dos dispositivos móveis para limitar os dados que são partilhados". Um dos instrumentos que os utilizadores podem utilizar para os auxiliar nesta tarefa é o "Do Not Track", disponível nos principais browsers.  Hackers roubam emails de contas do Pinterest, Twitter e Tumblr  E já que se fala de proteção de informação, uma outra notícia que veio, esta sexta-feira, a público pode fazer alguns utilizadores pensar duas vezes na altura de utilizar as redes sociais. Segundo adianta a Wired, uma falha de segurança na empresa Zendesk (que oferece soluções para lidar com o apoio ao cliente) poderá ter comprometido o Pinterest, bem como o Tumblr e o Twitter.  

A falha de segurança foi detetada na quinta-feira à noite e anunciada online. De imediato, o Tumblr avisou os utilizadores afetados, comunicação que também foi feita, no entretanto, pelas outras duas redes sociais. Na publicação da Zendesk, pode ler-se que o sistema da empresa foi "hackeado", comprometendo os dados guardados por três dos seus clientes (Twitter, Tumblr e Pinterest, apurou a Wired).

 

Os dados potencialmente roubados consistiam em endereços de email de utilizadores que entraram em contacto com os serviços de apoio destas redes sociais, bem como o motivo que os levou a pedir assistência. As passwords das contas em questão mantiveram-se, no entanto, preservadas (o mesmo não se pode dizer dos números de telemóvel associados a algumas contas, adianta também a Wired).

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Publicado em 22.Fevereiro.2013

Uma senhora de 104 anos teve de mentir relativamente à sua verdadeira idade para poder criar um perfil no Facebook. Tudo isto porque a rede social não permite, por defeito, que nenhum utilizador registado tenha mais de 99 anos.

 

Se quer abrir uma conta no Facebook, já sabe: tem de ter entre 14 e...99 anos. Foi isto mesmo que descobriu Marguerite Joseph, de 104 anos, ao tentar criar um perfil para aceder à rede para se manter em contacto com a família. É que a maior rede social do planeta, por defeito, não permite que ninguém mais velho do que isso se inscreva com a sua idade real.

 

Marguerite Joseph, com a ajuda de uma neta, tentou criar uma conta no Facebook, de forma a poder estar em contacto com alguns membros da família que moram no Canadá. Mas, ao tentar seleccionar o ano de 1908 como ano de nascimento, esta senhora do Michigan deparou-se com um problema: o ano mais longínquo que o Facebook permite é 1918. Qualquer outra data anterior a essa resultava num aviso de "erro desconhecido".

 

A equipa do Facebook já veio, no entretanto, pedir desculpa pela limitação e dizer que está a tentar resolver todos os casos similares. Segundo a cadeia de televisão ABC News, o grupo já se apercebeu de que "existe um problema" e que muitos utilizadores são "incapazes de introduzir anos de nascimento anteriores a 1910". Mesmo assim, e enquanto o problema não foi resolvido, Marguerite passou a ter, pelo menos na sua vida online, menos cinco anos de idade.

 

Há algumas horas, o problema foi, finalmente, resolvido. As boas novas foram partilhadas, claro está, na sua conta no Facebook, com um pedido muito especial. "Será que o Mark Zuckerberg comparece ao meu 105.º aniversário?", pergunta Marguerite.

 

Apesar da idade, Marguerite não é, mesmo assim, a utilizadora mais velha do Facebook. Esse título pertence, para já, a Maria Colunia Segura-Metzgar, com 105 anos. 

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Publicado em 22.Fevereiro.2013

Anda a circular pela Internet uma lista com diversos números de identificação fiscal de membros do atual governo. O objetivo desta "partida" é incentivar os contribuintes a passarem as suas faturas com os dados, em forma de protesto.

 

Nos últimos dias tem circulado, por mensagens de telemóvel, email e pelas redes sociais, uma lista com alguns dos números de identificação fiscal (NIF) de membros do governo, como Paula Teixeira da Cruz ou Pedro Passos Coelho. A iniciativa serve para incentivar os utilizadores, que são contra as multas a aplicar a quem não pedir fatura, a fazê-lo mas em nome de um ministro, para levar a uma eventual investigação às suas contas.

 

Tal acontece porque os prestadores de serviços de restauração, por exemplo, (entre outros serviços sujeitos a IVA), têm de emitir a fatura com os dados dos contribuintes, mas não têm forma nem competência para fazer a fiscalização dos mesmos. Esta "partida" não é, no entanto, isenta de responsabilidades. Dar o número de outra pessoa pode constituir, afinal de contas, um crime de falsas declarações.

 

Esta "rebeldia" dos contribuintes surge após a entrada em vigor da obrigatoriedade de emissão de faturas, em janeiro, com multas para quem não o faça. Desta forma, as faturas são, de facto, pedidas, mas em nome de um político e não em nome próprio. Para além disso, diz a mensagem que circula pela Net, se o valor das faturas apresentadas em nome de, por exemplo, Vítor Gaspar, for superior aos seus rendimentos, este poderá vir a ser alvo de uma investigação executada pelo Fisco.

 

A ideia parece ter surgido de um movimento independente de cidadãos com presença assídua nas redes, o movimento Revolução Branca, e espalhou-se um pouco por todo o lado. Segundo divulga o semanário Sol, o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos já terá mesmo tido conhecimento deste "passa-a-palavra" há pelo menos duas semanas.

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Daniela Espírito Santo
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Entusiasta das redes sociais e do jornalismo móvel. Presente no top 25 de jornalistas portugueses no Twitter, em 2009. Nos tempos livres, é voluntária em associações de solidariedade social e frequentadora assídua de festivais e concertos. Obrigado por visitar.
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