Julho 2010 - Posts

Zoo inglês usa aromaterapia para estimular os animais

31/07

2010

às 15:22

 

Os responsáveis do Jardim Zoológico de Paignton, em Devon, Inglaterra, decidiram dar um tratamento de luxo aos animais que ali vivem oferecendo-lhes um verdadeiro serviço de spa. Aromaterapia e massagens são apenas duas das técnicas utilizadas para acalmar os animais selvagens que vivem em cativeiro e têm surtido um efeito positivo. A leoa Indu já não dorme sem a sua almofada de feno polvilhada com hortelã-pimenta. A ideia partiu dos responsáveis de uma cadeia de lojas de produtos de saúde e beleza, depois de ter ouvido que os animais respondiam bem a novos cheiros. “Quando Holland e Barratt nos fizeram a proposta, aceitamo-la de imediato”, disse, ao Daily Mail, o porta-voz deste parque zoológico. A tratadora-chefe dos mamíferos, Julian Chapman, acrescentou: “Utilizamos uma grande variedade de recursos ambientais para estimular física e mentalmente os nossos animais. Muitos destes animais, sobretudo os grandes felinos, reagem bem aos cheiros, sejam estes de outros animais ou fragrâncias de ervas e flores”. As essências aromáticas também têm uso médico. O veterinário-chefe do zoo, Ghislaine Sayers, explica: “Podemos misturar óleo de amêndoas com água e nebulizá-lo nos porcos ou nos primatas de pele seca. Se um macaco estiver constipado, podemos utilizar este spray ou impregnar uma toalha com a mistura e colocá-la num local onde ele possa cheirá-la, mas não alcançá-la”. 

O Jardim Zoológico de Paignton já recebeu diversos prémios por este trabalho, que promove comportamentos naturais nos animais em cativeiro e os estimula mental e fisicamente. Outras das técnicas utilizadas são os espanta-espíritos, música de fundo, bolas e CD pendurados para que a luz do sol se reflicta em várias cores.

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Salamandra das cavernas bate recorde de longevidade

30/07

2010

às 22:18

Uma pequena salamandra das cavernas, também conhecida por “peixe-humano”, devido à cor da sua pele ser muito semelhante à do ser humano, acabou de quebrar o recorde de longevidade dos anfíbios, de acordo com um estudo recentemente publicado na revista “Cartas de Biologia da Royal Society”. Esta salamandra, cujo nome científico é Proteus proteus, ultrapassou os 100 anos, quase o dobro da idade de outros anfíbios. A salamandra-gigante, por exemplo, tem uma esperança média de vida de 55 anos, o sapo africano, de 45, o sapo comum europeu, 40 anos, e a salamandra de água, 34.



“Este anfíbio é, claramente, o mais velho de todos”, confirmou, à Discovery News ,Yann Voituron, professor na Universidade Claude Bernard, em Lyon, que juntamente com a sua equipa calculou as taxas de crescimento, tempos de geração e a vida útil destas salamandras nas cavernas de Moulis, em Saint-Giron, França. Desde 1950 que está em curso um programa de conservação desta espécie.



Para determinar o tempo de vida das salamandras das cavernas, os investigadores descobriram que esta espécie atinge a maturidade sexual aos 16 anos e que, em cada 12,5 anos, fecundam, em média, 35 ovos. De acordo com Voituron, os factores que contribuem para a longevidade destas salamandras são, precisamente, a baixa taxa de reprodução, a pouca actividade, a sua peculiar fisiologia e a ausência de stress no seu habitat natural.



As pequenas salamandras das cavernas têm um corpo esguiu, com cerca de 16 centímetros de comprimento. São cegas e o seu tom de pele, aproximado ao dos seres humanos, deve-se a um sangue rico em oxigénio que se vê através da sua pele não pigmentada. Ambos os sexos são muito semelhantes em termos fisiológicos, com os machos a terem uma cloaca mais grossa do que as fêmeas.



O estudo destes animais mais velhos pode contribuir para explicar melhor o que contribuir para a longevidade das espécies, que parece estar dependente de ambientes onde não exista tensão, nem predadores. A investigação surpreendeu os cientistas também pelo facto de os recordes de longevidade estarem normalmente associados a espécies maiores, como a salamandra-gigante, que pode atingir os cinco metros de comprimento e os 55 quilos.

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Campanha de adopção de animais no Seixal

30/07

2010

às 20:05

O Grupo de Voluntários do Canil/Gatil do Seixal e o Gabinete Médico-Veterinário da Câmara Municipal do Seixal realizam amanhã, sábado, mais uma campanha de adopção de animais abandonados. A acção decorre entre as 10 e as 17 horas nas instalações do canil, situadas na zona ribeirinha do Seixal, entre a Torre da Marinha e a Arrentela. Existem muitos animais bebés à procura de uma família.

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Parlamento francês vai debater proibição de touradas e luta de galos

30/07

2010

às 15:16

A antiga actriz Brigitte Bardot associou-se ao movimento que pretende a proibição de corridas de touro em França, na sequência da aprovação de uma lei nesse sentido pelo Parlamento regional da Catalunha, Espanha, esta quarta-feira, noticia a agência de notícias AFP. A deputada socialista Geneviève Gaillard e a colega do partido de Direita UMP, Muriel Marland-Millitello, apresentaram em conjunto uma proposta que visa a proibição das corridas de touro e das lutas de galos.Brigitte Bardot, uma acérrima defensora dos direitos dos animais, escreveu ontem ao presidente do grupo parlamentar do UMP, Jean-François Copé, solicitando que se “associe a esta inicitiva das deputadas”. “A França não pode var de um debate parlamentar sobre estas matérias e são já muitos o que esperam que esta proposta de legislação seja debatida no Parlamento”, escreveu a presidente da Fundação Bardot. Assim que se soube da decisão do Parlamento da Catalunha, os franceses que se opõem à realização de touradas saudaram esta “vitória”, considerando-a um “exemplo” a seguir.

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Condor mais velho do mundo morreu na Argélia

30/07

2010

às 9:45

Héctor, um centenário condor da cordilheira dos Andes e o mais velho do mundo, morreu esta segunda-feira no jardim zoológico de El Hamma, na Argélia, de acordo com a imprensa argelina citada pela Associated France Press (AFP).


Segundo o veterinário Faysal Haffaci, a longevidade que esta ave atingiu pode ser explicada pela sua constituição, pela alimentação que lhe era dada e, principalmente, pelo clima da região. Héctor media 107 centímetros de altura e 3,25 metros de comprimento e pesava 15 quilos.




O condor foi levado para Argel por um mecenas francês, Joseph d'Ange, que em 1900, com o apoio da mulher, fundou o parque zoológico daquela cidade.

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Leopardo de Amur nascido em cativeiro na Alemanha passa com distinção no check-up médico

29/07

2010

às 23:06

 

Um filhote de leopardo de Amur (Panthera pardus orientalis), que nasceu no dia 24 de Junho, no jardim zoológico de Leipzig, na Alemanha, foi hoje finalmente sujeito a um exame médico completo e passou com distinção, de acordo com a agência de notícias espanhola EFE. A fêmea pesa 2,8 kg e está bem de saúde. A subespécie é rara - restam apenas 44 animais que vivem em liberdade.



Segundo o WWF (World Wildlife Fund), o leopardo de Amur é uma subespécie em vias de extinção (existem apenas 44 indivíduos em liberdade), devido à perda de seu habitat e do conflito com humanos. Trata-se de uma subespécie pode ser encontrada no leste asiático, principalmente na Rússia. A Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), classificou o animal como "criticamente ameaçado".


Ainda de acordo com o WWF, são várias características que distinguem o leopardo de Amur de outros felinos. O pêlo, por exemplo, tem 2,5 centímetros de comprimento no verão, mas, no inverno, chega a 7 cm de comprimento. Além disso, a pelagem torna-se clara com o frio e mais amarela e avermelhada nas estações quentes.

As rosetas desta subespécie são maiores que as da maioria dos leopardos e têm bordas grossas. As pernas também são mais curtas, o que os cientistas acreditam ser uma adaptação para caminhar na neve. Os machos adultos têm, em média, entre 32 kg e 48 kg, mas podem chegar a 75 kg. As fêmeas normalmente pesam entre 25 kg e 43 kg

CERVAS lança campanha de apadrinhamento de animais silvestres

29/07

2010

às 20:00

Com a chegada do Verão, aumenta substancialmente o número de animais silvestres entregues nos centros de recuperação de fauna selvagem e, consequentemente, os encargos que estes têm no tratamento do mesmos, com vista à sua futura devolução à natureza. Os casos de crias que chegam aos centros constituem uma grande percentagem destes novos casos, sendo a sua recuperação um processo demorado e complexo. Quase sempre, a recuperação destes animais implica cuidados muito frequentes e um tipo de alimentação específico adequado a cada uma das espécies em causa.



Por essa razão, o CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens lançou recentemente uma campanha de apadrinhamento de animais silvestres, que consiste numa contribuição simbólica única, que permitirá melhorar as condições de vida dos animais que se encontram em recuperação. Quem apadrinhar um animal poderá depois assistir à sua devolução à Natureza (nos casos em que a recuperação o permitir) e receberá um certificado de apadrinhamento.



Em alternativa, é também possível apadrinhar uma caixa-ninho!. No âmbito do Projecto BARN do CERVAS foram já colocadas algumas caixas-ninho de mocho-d’orelhas (Otus scops), mocho-galego (Athene noctua) ou coruja-das-torres (Tyto alba). A colocação de caixas-ninho para as aves de rapina nocturnas irá potenciar a reprodução e fixação destas espécies, uma vez que estas não constroem ninhos, mas ocupam cavidades de árvores e de construções humanas (torres de igrejas, celeiros, casas abandonadas, etc.), que são cada vez mais raras, devido à pressão humana.



Ao ser padrinho/madrinha de uma caixa-ninho estará a apoiar não só a conservação destas espécies como todo o processo de acompanhamento e manutenção das caixas já colocadas e ainda a construção e colocação de novas caixas-ninho. Poderá apadrinhar caixas-ninho de mocho-d’orelhas, mocho-galego ou coruja-das-torres, sendo que para além de um certificado, receberá informações stc.), que são cada vez mais raras, devido à pressão humana.



Ao ser padrinho/madrinha de uma caixa-ninho estará a apoiar não só a conservação destas espécies como todo o processo de acompanhamento e manutenção das caixas já colocadas e ainda a construção e colocação de novas caixas-ninho. Poderá apadrinhar caixas-ninho de mocho-d’orelhas, mocho-galego ou coruja-das-torres, sendo que para além de um certificado, receberá informações sobre a caixa-ninho (ocupação, postura, nascimento das crias, etc), fotos da caixa, do local envolvente e, se possível, dos indivíduos que estão a ocupar.


Para mais informações, consulte aqui o blogue do CERVAS.

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