Junho 2011 - Posts

Alimente um cão com o Coisas

30/06

2011

às 21:00

 

Até ao final do mês de Julho, o Coisas (o portal de classificados da FixeAids) promove uma campanha de angariação de ração para as quase duas centenas animais abandonados acolhidos pela Associação de Protecção dos Cães Abandonados (APCA). Simultaneamente, promove-se a sua adopção.



A acção decorrer neste início de verão por ser uma altura em que o abandono de animais aumenta.”Queremos com esta acção disponibilizar os recursos e as potencialidades da web, para através dos sites do nosso grupo, que em conjunto recebem diariamente 500 mil visitas, consciencializar e sensibilizar as pessoas para um problema que se tem vindo a agravar de ano para ano. Pretendemos também contribuir para a APCA que, desde 1958, tem desenvolvido um trabalho extraordinário na defesa dos animais abandonados”, explica Miguel Mascarenhas, CEO da FixeAids.



Na página da campanha “Alimente um cão com o Coisas” estão disponíveis as fotografias e informações sobre os animais que estão para adopção. Para ajudar, basta clicar no botão “alimentar” (cada pessoa só pode alimentar um cão por dia). Sempre que o osso de um cão atinge os 100% são entregues 10 quilos de ração à APCA.

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Raposas bebés divertem-se a saltar numa cama elástica

30/06

2011

às 18:30

 

Elas estão mais habituadas a perseguirem as caudas umas das outras ou a estarem atentas às movimentações dos homens, mas estas duas crias de raposa não hesitaram em desfrutar de uns momentos de brincadeira num tranpolim existente no jardim de uma casa.



Segundo o Daily Mail, talvez os dois filhotes de raposa tenham visto alguma criança a saltar na cama elástica e pensado que também eles poderiam divertir-se. Mas pelos que as imagens, colocadas no Youtube por Samron, mostram é que as raposas não têm jeito para os saltos.

 

                                 

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Pós-graduação em Comportamento e Bem-Estar Animal surpreendeu alunos

30/06

2011

às 14:45

As questões relacionadas com o bem-estar animal são aparentemente conhecidas de quem trabalha com animais, mas os alunos de um curso sobre esta temática ficaram surpreendidos com os mistérios desta área que esperam agora pôr em prática.

 

"Recebi provas inequívocas de que os animais sofrem e sentem dor, tal como nós", disse à Lusa Inês Gaspar, bióloga e finalista da primeira edição da pós-graduação em Comportamentos e Bem-Estar Animal que decorre desde Setembro no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA).

 

Este curso teve duas partes: na primeira foram estabelecidas as bases biológicas do comportamento e bem-estar animal e, na segunda, foram abordados os problemas de certos contextos específicos.

 

Aos 30 anos, a bióloga Inês Gaspar espera agora aplicar os conhecimentos na vida profissional, mas garante que aprendeu "a pensar de outra forma em temas como a eutanásia", disse.

 

Para o seu trabalho de final de curso, esta aluna escolheu acompanhar o regresso ao Oceanário de Lisboa de duas crias das lontras Amália e Eusébio, após a morte deste último, no ano passado. As duas crias estavam num aquário de Roterdão e o seu regresso foi decidido para fazerem companhia à "viúva".

 

A aluna acompanhou este regresso e testemunhou que, apesar de uma inicial aproximação de uma das crias à mãe, deixando a irmã sozinha, regressou depois para junto desta. Concluiu Inês Gaspar que estes são "animais muito inteligentes, extremamente sociais e curiosos e cada um com a sua personalidade muito própria".

 

As lontras demonstraram "preferências com quem estar", disse, acrescentando que isso prova que são capazes de fazer escolhas e de adaptarem a cativeiro comportamentos que tinham no meio natural. Mais ainda após esta formação, Inês Gaspar considera que é "chocante" alguém questionar o direito dos animais ao bem-estar.

 

A veterinária Fátima de Sousa, 47 anos, reconhece que, mesmo com formação nesta área, a informação que recebeu no curso a surpreendeu. "Umas das coisas que mais me entusiasmou e surpreendeu foi ver que já há alguns estudos e trabalhos desenvolvidos sobre comportamento e bem-estar animal", afirmou, recordando que há alguns anos, esta era "uma área minimizada".

 

A trabalhar nos serviços oficiais da região autónoma da Madeira - onde existe uma característica produção animal - Fátima de Sousa acredita que tem agora mais instrumentos para passar a mensagem de bem-estar animal aos produtores.O seu trabalho final de curso pode dar uma ajuda, já que elaborou uma espécie de código de boas práticas adaptado à produção da Madeira.

 

"Com o conhecimento que adquiri, tentei que os produtores adaptassem à produção, através deste manual, as regras do comportamento e bem-estar animal", afirmou. Os animais "têm de ter determinadas condições na produção, de forma a que vivam no seu ambiente de uma forma o melhor possível e sem sofrer distúrbios", disse. Para Fátima de Sousa, este equilíbrio é "fantástico" e é "a base de uma produção que não colida com o comportamento e bem-estar animal".

 

Marcado para sábado a sessão de encerramento desta primeira edição da pós-graduação em Comportamentos e Bem-Estar Animal contará com intervenções do professor universitário e ex-secretário de Estado do Ambiente Humberto Rosa e de Michael Appleby, consultor científico e assessor de política em bem-estar animal para a Sociedade Mundial de Protecção Animal.

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Passatempo - 1º aniversário de Os Bichos

30/06

2011

às 10:30

Os Bichos comemoram hoje o seu primeiro aniversário e decidiram festejá-lo com os seus muitos amigos, oferecendo três exemplares do livro "Corações Sem Dono", em colaboração com a Porto Editora.

 

Os livros serão oferecidos aos três primeiros leitores que responderem acertadamente às seguintes questões, cujas respostas podem ser encontradas aqui:

- Qual foi o legado que a tia Dot deixou expressamente a Rachel?

- Qual o traço físico comum à tia Dot e a Rachel?

- O que é que o pai de Rachel lhe pede para procurar?

 

As respostas deverão ser enviadas para o e-mail fmariano@jn.pt até às 20 horas de hoje. As respostas que chegarem após essa hora não serão consideradas válidas. Está vedada a participação aos funcionários e colaboradores da Controlinveste neste passatempo.

 

Os vencedores serão contactados através do e-mail supracitado para o endereço de correio electrónico através do qual foram enviadas as respostas.

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Parlamento holandês aprovou proibição de abates rituais

29/06

2011

às 21:00

 

O parlamento holandês aprovou, na terça-feira, um projecto-lei que proíbe o abate ritual de animais, debaixo de uma forte contestação por parte das comunidades judaica e muçulmana do país, mas terá deixado uma folga que possibilitará a continuação dessa prática, segundo a Reuters.



O projecto-lei, apresentado pelo Partido dos Animais (a primeira organização partidária do género a conseguir representação parlamentar na Europa), passou na Câmara Baixa do Parlamento, com 116 votos a favor e 30 contra. Contudo, para ter força de lei tem que ser aprovado pelo Senado.



O documento agora aprovado determina que os animais devem ser adormecidos antes de serem sacrificados, contrariando o que está escrito nas leis muçulmana e judaica, que exige que os animais estejam totalmente conscientes durante o ritual de abate.



“Esta maneira de matar provoca uma dor desnecessária ao animal. A liberdade religiosa não pode ser ilimitada”, defendeu Marianne Thieme, do Partido dos Animais, antes da votação. “Para nós, a liberdade religiosa pára onde o sofrimento humano ou animal começa”.



Numa rara demonstração de união, as comunidades judaica e muçulmana na Holanda (respectivamente, 400 mil e um milhão) condenaram esta proibição considerando-a uma violação da sua liberdade religiosa.



“O simples facto de esta questão estar a ser discutido é dolorosa para a comunidade judaica”, disse, à Reuters, o rabino Binyomin Jacobs. “Aqueles que sobreviveram à Segunda Guerra Mundial lembram-se que a primeira lei feito pelos alemães na Holanda foi a proibir o modo judaico de matar os animais”.



O projecto-lei, porém, continua a permitir aos grupos religiosos essa prática desde que provem que o animal não sofre, mas não esclarece de que forma isso pode ser feito. “Isso é completamente impossível de provar”, sublinha Binyomin Jacobs. “Não podemos perguntar ao animal como se sentiu depois dele ter morrido”.


Os regulamentos da União Europeia exigem que os animais sejam atordoados antes de serem mortos, à excepção dos abates rituais por determinação do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que os consideram um direito religioso. Os defensores dos direitos dos animais continuam a defender que se trata de um acto desumano.

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A mais antiga sepultura de um cão no sul da Europa foi encontrada em Alcácer do Sal

29/06

2011

às 18:35

A sepultura mais antiga de um cão existente no sul da Europa, com cerca de 8000 anos, foi descoberta em Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, por uma equipa de arqueólogos portugueses e espanhóis.

 

A descoberta resultou de um projecto, "Sado Meso", desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Lisboa e da Universidade de Cantábria, Espanha, que encontrou a sepultura canina nos Concheiros de Poças de S.Bento, em Alcácer do Sal.

 

Em declarações à agência Lusa, a co-directora do projecto, Mariana Diniz, adiantou que esta descoberta tem um "importante significado", já que "até ao momento não havia nenhuma indicação de que no Sul da Europa havia esta simbologia do cão".

 

"Já sabíamos que no norte da Europa havia estes rituais de enterramento simbólico do cão, o único domesticado na Europa, mas no Sul não havia nenhuma indicação", esclareceu.

 

Mariana Diniz considerou ainda que o projecto é, então, prova de que "há já 8000 anos as comunidades domesticavam o cão, um animal que tem uma função económica mas também simbólica".

 

De acordo com a responsável, a sepultura encontrada estava coberta de conchas e muito organizada, o que mostra que "o ritual de enterrar o cão não era feito à toa, de qualquer maneira, tinha um significado especial".

 

O cão, o primeiro animal a ser domesticado por grupos humanos que viviam da caça e recolecção, foi integrado nas práticas simbólicas destas comunidades que, em alguns lugares do Norte da Europa, construíram sepulturas específicas para o seu enterramento.

 

O carácter excepcional da descoberta justificou a deslocação de técnicos do Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa para consolidar e remover a sepultura, tendo em vista a sua conservação e futura exposição ao público.

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Câmara de Lisboa diz que obras no canil/gatil começaram antes da decisão do tribunal

29/06

2011

às 14:46

O vereador do Ambiente da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, disse ontem que as obras no canil/gatil de Monsanto começaram "muito antes" de o Tribunal Administrativo de Lisboa ter proibido que fossem aceites mais animais. A decisão do Tribunal Administrativo e de Círculo de Lisboa proíbe o canil/gatil municipal de aceitar animais, com algumas excepções, e obriga a reestruturar os serviços de forma a cumprir as condições exigidas por lei.

 

Entre as alterações que a que a câmara ficou obrigada judicialmente estão a criação de uma área de quarentena para os animais, num prazo de oito dias, a nomeação de um técnico responsável pelo centro, em 15 dias, e a elaboração de um programa com vista ao bem estar dos animais capturados e recebidos.

 

Depois de questionado pela oposição na Assembleia Municipal, o vereador do Ambiente disse que "aquilo que o tribunal obrigou a fazer já se tem vindo a fazer. As obras começaram muito antes da decisão do tribunal". Sá Fernandes lembrou que "há muitos anos que o canil precisa de obras para dar melhores condições de seguimento e tratamento dos animais" e que "há cerca de dois anos a câmara começou a elaborar um projecto que visava essa remodelação, um projeto de recuperação civil. "Foi lançado o concurso público e já começaram as obras", rematou.

 

Questionado pela agência Lusa sobre se as obras estariam prontas nos prazos impostos pelo tribunal, Sá Fernandes admitiu vir a pedir "prorrogações dos prazos" e "aclarações" da maior parte das imposições judiciais. O vereador disse ainda que "a maior parte das obras [pedidas pelo tribunal] já estão a ser feitas" e salientou que "muito do que foi pedido pela providência cautelar não foi aceite [judicialmente]". As obras começaram há cerca de dois meses e o autarca espera que estejam concluídas "no final deste ano".

 

A decisão judicial surge de uma providência cautelar interposta pelo Grupo de Lisboa da Campanha para a Esterilização de Animais Abandonados.


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