Julho 2011 - Posts

Crocodilo passeia-as pelas ruas de cidade australiana

31/07

2011

às 11:53

Os habitantes de Cairns, na região australiana de Queensland, apanharam um valente susto quando um crocodilo saiu de um cano de esgotou a começou a passear por uma das ruas mais movimentadas da cidade.

 

Segundo a edição inglesa do jornal Metro, para evitar que o réptil fugisse, a polícia utilizou vassouras para o parar, enquanto não chegaram os técnicos do Parks and Wildlife Service Queensland. Felizmente, tratava-se de um crocodilo jovem, pelo que a sua captura foi relativamente fácil.

 

Girafa que nasceu com deficiência nas patas traseiras já caminha sozinha

25/07

2011

às 15:01

Uma jovem girafa, que nasceu com uma deficiência nas patas traseiras num jardim zoológico do Kansas (EUA), já caminha sem qualquer ajuda, graças a uns sapatos especiais concebidos especificamente para ela e que tem vindo a usar há cerca de um ano, conta o jornal inglês Daily Mail.

 

Hope (“Esperança”, em português) nasceu no Topeka Zoo em Julho do ano passado com uma anomalia chamada hiper-extensão dos joelhos, ou seja, as patas traseiras estavam inclinadas para a frente (no caso dos humanos, era como se caminhassemos com os tornozelos e não com os calcanhares).

 

Numa acção pioneira, o médico veterinário Joseph Kamer calçou-lhe uns sapatos feitos de madeira compensada com calcanhares extendidos e um tendão artificial. É a primeira vez que esta técnica está a ser aplicada numa girafa.

 

Durante quase um ano, Hope usou estes sapatos, que fizeram com que as patas ficassem direitas e o tendão esticado. Agora, já pode caminhar normalmente como qualquer girafa, sem a ajuda de artificialismos.

Zoos americanos abrem as portas durante a noite

05/07

2011

às 18:30

Para os amantes da vida selvagem que não se contentam por apenas verem tigres e gorilas durante o horário de funcionamento dos parques zoológicos, um número cada vez maior de zoos americanos está a oferecer aos seus visitantes a possibilidade de passarem uma noite nas suas instalações.



De Filadélfia a Denver, os visitantes nocturnos estão a tomar contacto com o que acontece nos zoos quando so portões se fecham, o sol se põe e a lua se levanta sobre alguns dos mais conhecidos parques dos Estados Unidos. “Temos o zoo por nossa conta”, disse à agência Reuters Jennifer Labows, do Zoo de Filadélfia, o maior do país, que acolhe mais de 1300 animais. “É uma experiência única para os visitantes ver os animais à noite”.



O Jardim Zoológico de Filadélfia promove este tipo de actividades há cerca de 20 anos, sendo a mais popular aquela que permite às crianças até aos 12 anos dormirem numa das casas-árvore do zoo. Há também programas dirigidos aos aniversariantes, às famílias e aos grupos de escuteiros. Os jovens têm a oportunidade de vivenciar o espaço sem as normais confusões que existem quando o zoo está aberto ao público.



No parque de Denver, durante os passeios de duas horas são fornecidos aos visitantes binóculos especiais que lhes permite ver os animais noctívagos, seguindo-se diversos jogos sobre aquilo que viram e sentiram. Desde 1998 que o zoo disponibiliza estes programas.



“As crianças simplesmente adoram”, conta Tracey Patterson. “Para muitas, é a primeira vez que passam a noite fora de casa.

Lagartos australianos constroem tocas labirínticas para a família

05/07

2011

às 11:30

Muitos animais constroem casas para os seus descendentes, mas nunca ninguém pensou que os lagartos pudessem fazer parte deste grupo. Até que um grupo de cientistas descobriu que os sáurios dos grandes desertos (Liopholis kintorei), lagartos que vivem apenas no norte da Austrália, constroem e mantém tocas labirínticas, onde vivem várias gerações de diversas famílias, de acordo com o jornal americano New York Times.

  

Os lagartos constroem os túneis que acabam por ser residências mais ou menos permanentes, sendo que a cada ano, cerca de 6% dos túneis deixam de ser utilizados. As fêmeas tendem a ficar em casa -  apenas uma foi encontrada fora da respectiva toca e as análises genéticas revelaram que 60% dos machos são fiéis às companheiras. Os pais foram capturados sempre dentro ou perto das tocas onde as crias vivem, que permanecem no interior dos túneis.

  

A energia necessária para construir e manter estas tocas labirínticas permite concluir que este é um trabalho necessário à sobrevivência da espécie. Pelo que se sabe até ao momento, os lagartos do deserto australiano são os únicos a construir tocas tão labirínticas.

  

Adam Stow, um dos autores do estudo e professor de biologia na Universidade de Macquarie, em North Ryde, Austrália, referiu que muito poucas espécies de lagartos formam grupos familiares e que estas normalmente vivem nas fendas das rochas que não requerem manutenção.

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Gato paralisado reaprende a andar em piscina de hidromassagem

04/07

2011

às 18:30

 

Trata-se de uma situação estranha se tivermos em conta que estamos a falar de um gato, mas Mob está a reaprender a andar com lições de natação. Segundo o Telegraph, este gato de apenas um ano ficou paralisado das patas da frente depois de ter sido atropelado por um automobilista, em Fevereiro, que fugiu do local.



Apesar do acidente, Mob sofreu apenas danos nos nervos, mas foi o suficiente para o deixar paralisado. Agora, está a reaprender a andar numa piscina de hidromassagem no centro canino de Hawksland, em Cornwall, Inglaterra.



De acordo com a dona, Veronica Ashworth, após 10 semanas de tratamento as melhorias são já visíveis.

 

        

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Insecto aquático mais barulhento do mundo produz ruído esfregando o pénis no abdómen

04/07

2011

às 11:30

 

Um pequeno insecto aquático é o animal mais barulhento do mundo comparativamente ao seu tamanho, revela um novo estudo. Cientistas da França e da Escócia gravaram o animal a cantar, tendo registado níveis até 92,2 décibeis, o equivalente a ouvir uma orquestra ruidosa na primeira fila, , avança a BBC.



O insecto produz esse ruído ao esfregar o pénis no abdómen, um processo conhecido como “estridulação”. Os investigadores explixam que essas canções servem para atrair as parceiras durante o período de acasalamento.



O Micronecta scholtzi é um insecto aquático que mede apenas dois milímetros e é muito comum na Europa. Num estudo publicado no jornal PloS One, os cientistas concluiram que os animais mais pequenos produzem ruídos mais poderosos.



James Windmill explicou à BBC que o ruído produzidos por estes insectos não nos ensurdecem porque são emitidos debaixo de água. Contudo, embora 99% do som se perca no processo de transferência da água para o ar, o som continua a ser perfeitamente audível aos seres humanos.



Os investigadores acreditam que a selecção sexual é a razão pela qual as canções destes animais atingem amplitudes tão elevadas. “Os machos competem entre si para atrair as fêmeas e, por isso, tentam cantar o mais alto possível para poderem ser melhor ouvidos do que os adversários”, explica Jerome Sueur, do Museu de História Natural de Paris.



Para produzir esse som, o Micronecta shcoltzi fricciona o pénis contra o abdómen. Embora não seja a única espécie a fazê-lo, o que torna este caso extraordinário é o facto de o pénis destes insectos medirem cerca de 50 micrometos (um micrometro a milésia parte do metro), mais ou menos a largura de um fio de cabelo humano.



“Não sabemos verdadeiramente como é que eles conseguem produzir um ruído tão alto com uma parte tão pequena do corpo”, confessa James Windmill.

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Nasceu mais um golfinho no Sado

03/07

2011

às 11:30

Foto: Pedro Narra/Vertigem Azul

O estuário do Sado tem um novo bebé. Na sexta-feira de manhã, os skippers da empresa Vertigem Azul avistaram uma nova cria de golfinho, aumentando assim para 26 os roazes (Tursiops truncatus) que vivem no estuário do rio Sado, em Setúbal, adianta a empresa em comunicado.

 

Ainda não se sabe se a mãe deste novo golfinho, baptizado Pirata, é Tripé ou Topocortado, uma vez que as duas fêmeas têm permanecido muito próximas dele nestes primeiros dias.

 

Segundo a empresa, a reprodução desta espécie é lenta. A fêmea dá à luz apenas uma cria de cada vez, após uma gestação de 12 meses. Desde o momento em que a cria nasce, a mãe acompanha-a sempre durante um período que pode variar entre 3 a 5 anos. Só depois está preparada para voltar a engravidar.

 

Nos últimos seis anos, nasceram 10 crias de golfinhos roazes no estuário do Sado, sendo que oito ainda permanecem junto do grupo original.

 

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