Bombeiro que morreu ao salvar gato gera onda de compaixão na Coreia do Sul

04/08

2011

às 15:14

 

A morte de um bombeiro, quando tentava salvar um gato, está a gerar uma onda de compaixão na Coreia do Sul, com várias pessoas a exigirem um funeral com honras, noticia a AFP.



Na semana passada, Kim Jong-Hyeon, de 29 anos, tentava resgatar um gato preso no alto de um edifício na cidade de Sokcho, no nodeste do país, quando caiu desamparado, acabando por morrer.



De acordo com a legislação da Coreia do Sul, os bombeiros que morrem em combate a incêndios ou em operações de resgate de pessoas são enterrados no cemitério nacional. O caso de Kim Jong-Hyeon situa-se numa zona cinzenta, uma vez que morreu ao tentar resgatar um animal.



Contudo, os internautas sul-coreanos exigem que este bombeiro seja também enterrado com honras, uma vez que respondeu ao pedido de socorro de um cidadão e morreu no cumprimento do seu dever.



Uma associação de protecção de animais lançou uma petição nesse sentido. Um outro grupo entregou cerca de mil euros à viúva, que está grávida, expressando, desta forma, “a gratidão dos animais, que não têm voz” pelo trabalho do bombeiro.

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