Dezembro 2011 - Posts

Indiano morre em hospital depois do pénis ter sido mordido por ratos

31/12

2011

às 12:17

Foto: Pedro Correia/JN/Arquivo

Um homem de 53 anos morreu num hospital indiano alegadamente depois de o pénis ter sido mordido por ratos, segundo o jornal The Asian Age.



Arun Sandhukha deu entrada no serviço de emergência do novo Hospital SSKM, em Calcutá, no dia 11 de Dezembro com uma pneumonia.



Quando a família o visitou durante a manhã, Arun estava deitado na cama numa poça de sangue. “Não estava qualquer enfermeira junto dele e ele estava a contorcer-se de dores. O pénis de Arun tinha sido mordido por ratos”, contaram os familiares.



O homem acabaria por morrer a meio da tarde. Os responsáveis do hospital admitiram depois a presença de ratos na enfermaria.

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Prepare o seu cão para a noite de passagem de ano

30/12

2011

às 20:30

 

Quando amanhã soarem as 12 badaladas, em muitos locais será lançado fogo-de-artifício para dar as boas-vindas ao novo ano. Há também quem bata as tampas do tacho para afuguentar os maus espíritos. Barulhos mais do que suficientes para assustarem até o mais corajoso dos cães. Para evitar que algo de mal aconteça ao seu amigo de quatro patas, a associação ANIMAL deixa-lhe aqui alguns conselhos:


OS PERIGOS DOS FOGOS:

Fugas – os animais perdem-se, podem ser atropelados, provocar acidentes, etc.;


Mortes - enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir, atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro, batendo com a cabeça nas paredes, grades, etc.;


Graves ferimentos - quando são atingidos por foguetes, ou sem saberem abocanhando uma cana achando que é um brinquedo;


Traumas - com mudanças de temperamento, nomeadamente para pânico e/ou agressividade;


Ataques - investidas contra outros animais e contra humanos, mesmo que estes sejam seus conhecidos;


Mutilações - no desespero para fugir podem mutilar-se ao tentar atravessar grades e portões;


Convulsões (ataques epileptiformes);


Afogamento em piscinas, tanques e poços;


Quedas de andares ou de alturas superiores;


Aprisionamentos indesejados em locais de difícil acesso;


Paragens cardiorespiratórias.




RECOMENDAÇÕES:


- Acomodar os animais dentro de casa, onde se possam sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um rádio ligado com música;


- Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;

- Dar alimentos leves, pois os distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo, especialmente em animais de porte grande);


- Cobertores pesados estendidos nas janelas ajudam a abafar o som, bem como cobertores no chão ou um edredão sobre o animal;

 

- Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, podem lutar até a morte. Tente deixá-los em quartos/divisões separados/as, para evitar que na altura dos fogos se mordam uns aos outros por desespero;

 

- Algumas horas antes da meia-noite leve o/os animal/animais para perto da televisão ou de um rádio e aumente aos poucos o volume, de forma a que se distraia e se vá habituando ao som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;

 

- Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos; podem ser colocados alguns minutos antes e tirados logo após os fogos

 

- Por favor não tome a iniciativa de sedar um animal. Nunca deve recorrer a calmantes e/ou sedativos sem que estes estejam devidamente prescritos pelo médico-veterinário assistente.

     

 

- Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulho dos foguetes. O pânico desorienta-os, e fá-los correr desorientados e sem destino.


Tente evitar as situações acima descritas garantindo aos animais condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes da meia-noite – umas três horas antes seria o ideal), passe-lhes paz e tranquilidade, dando-lhes a sensação de que tudo está bem e sob controlo.

 

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Bode "machão" de Coimbra dá leite como as cabras

30/12

2011

às 14:31

 

Um bode destacou-se como macho exemplar de um rebanho nos arredores de Coimbra, mas o dono descobriu depois que o animal é hermafrodita e também dá leite como as cabras.



Filho de uma cabra alpina, raça geralmente generosa na produção de leite de qualidade, o chibo foi uma aposta de Amândio Inácio, de 51 anos, que, na esteira da tradição familiar no pastoreio de pequenos ruminantes, possui um rebanho de 104 ovelhas e 11 cabras.



O criador comprou o bode, nascido há três anos em Vila Pouca do Campo, com o objectivo de tirar um maior rendimento da sua exploração, situada na Cidreira, em terrenos verdejantes que arrendou ao Ministério do Ambiente.



Um dia, quando estava a ordenhar as cabras, Amândio Inácio, que trabalha como vendedor num armazém e se dedica à pastorícia nos tempos livres, verificou que o bode se abeirava dele, como que a interpelá-lo numa atitude estranha e dócil.



"O animal fechava os olhos e punha a cabeça nos meus ombros", disse o pastor à Agência Lusa, indicando que o bicho "mancava da pata direita traseira".



Além dos testículos, como qualquer macho normal da sua espécie, o bode tem ainda duas tetas, uma mais desenvolvida do que a outra e cheia de leite.



"Vi então que tinha um teto inflamado", contou o proprietário, que começou a "tirar-lhe o leite periodicamente" para evitar os problemas de mobilidade do animal. O leite é lançado directamente no solo.



O bode está agora dentro de uma cerca, separado do gado restante, mas amarrado a uma corda comprida. "Tive que o prender, ele saltava-me todas as cercas atrás das cabras e fugia para a estrada", explicou.



O macho, que é pouco latino e mais alpino, é agora motivo de galhofa e curiosidade das pessoas. Há dias, num restaurante da zona, o proprietário, que não conhecia a história, perguntou ao pastor: "Então, já tirou o leite ao carneiro?".



Amândio Inácio respondeu, com toda a naturalidade: "Ao carneiro não tirei, mas já tirei ao bode". Uma mulher intrometeu-se na conversa, manifestando a sua indignação face ao conteúdo supostamente malicioso da troca de palavras: "Olhe que eu tenho quase 70 anos, já podia ser sua mãe!".



"Ninguém acredita, mas é a realidade", reiterou o dono do chibo.



O leite do animal, "a olho nu, é igualzinho ao leite das cabras", mas o criador nunca o mandou analisar.



Contactado pela Lusa, o médico veterinário Fernando Delegado, professor da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), mostrou-se interessado no caso, que já chegou ao seu conhecimento.



Fernando Delgado disse que "o hermafroditismo é vulgar" entre os caprinos, sendo mesmo esta uma das espécies "em que é mais frequente". No entanto, o fenómeno "geralmente não é tão desenvolvido" como no bode dos campos do Mondego.



O investigador já telefonou a Amândio Inácio, pedindo-lhe para não abater o animal por enquanto, pois na ESAC poderão estar interessados no seu estudo.



Em tempo de vacas magras, este chibo dá leite em abundância. E dá pelo menos razão ao adágio popular: "Quando o ano é de leite até os bodes o dão".

Reino Unido acaba com quarentena de seis meses para animais de estimação

29/12

2011

às 19:40

 

O Reino Unido vai simplificar as regras de entrada de animais de companhia no país (cães, gatos e furões) a partir de domingo, ao colocar um fim à obrigatoriedade de um período de quarentena de seis meses, imposta desde o século XIX.



De acordo com um comunicado do Ministério do Amiebte, citado pela agência France Press, “não há necessidade de impor uma quarentena de seis meses para animais de estimação, dada a evolução nos tratamentos veterinários e o aperfeiçoamento das vacinas contra a raiva”.



A partir do início do próximo ano, é apenas necessário que tenha passado um mínimo de 21 dias desde a administração da vacina contra a raiva e a entrada no Reino Unido.



Antes, os animais de estimação tinham que passar por um período de quarentena de seis meses após a realização obrigatória de exames ao sangue. Obrigatoriedade esta que já não existe nos restantes países da União Europeia, nem nos Estados Unidos ou Austrália, por exemplo.



Noutros países, como o Brasil, Índia e África do Sul, esses exames são ainda obrigatórios, mas o período de quarentena é de apenas três meses.



“O sistema britânico de quarentena foi introduzido no século XIX para combater a raiva e está largamente ultrapassado pelos avanços científicos”, referiu a ministra britânica do Ambiente, Caroline Spelman.

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Menino de dois anos atacado por uma cobra pitão na Austrália

29/12

2011

às 14:35

 

Um rapaz de dois anos foi mordido por uma cobra pitão gigante, que em seguida se enrolou ao seu corpo, tendo sobrevivido graças ao pronto socorro dos vizinhos, relata o jornal australiano Cairns Post.



O ataque aconteceu na segunda-feira à tarde, em Port Douglas, Austrália. A mãe do menino estava sentada no alpendre quando a criança correu pelo jardim atrás de uma bola. “Foi então que ouvi aquele grito de gelar o sangue”, contou ao jornal.



“A cobra estava a morder-lhe a perna, toda enrolada ao corpo dele até ao pescoço e estava a começar a sufocá-lo”, acrescentou.



A mulher disse que não conseguiu tirar o reptil de cima do filho, mas os seus gritos alertaram os vizinhos que foram prontamente em seu socorro. Referiu ainda que o ataque foi muito rápido e “bastante assustador”.



A criança foi levada para o Mossman Hospital, onde os médicos verificaram que as quatro mordidas foram feitas por uma pitão ametista (Morelia amethistina), que não é venenosa. Foi depois transferido para o Cairns Base Hospital, onde está sob vigilância.



O médico veterinário Rod Gilbert explicou ao Cairns Post que as cobras pitão são mais activas entre Outubro e Abril, altura em que anda à caça de comida.

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443 rinocerontes mortos este ano nos Parques Nacionais da África do Sul

28/12

2011

às 19:38

 

Um número recorde de 443 rinocerontes mortos por caçadores furtivos foi já registado pelas autoridades sul-africanas desde 1 de Janeiro deste ano, disse à agência Lusa uma fonte dos Parques Nacionais da África do Sul (SANPARKS).



Este número, superior em mais de 33% ao do ano passado, quando foram mortos 333 rinocerontes em todo o território sul-africano, sugere que apesar do destacamento de unidades especiais conjuntas da polícia, forças armadas e alfândegas no Parque Nacional Kruger, que faz fronteira com Moçambique, os caçadores furtivos estão a vencer a batalha contra as autoridades e a pôr em perigo a já de si escassa população de rinocerontes existente na África do Sul.



Apenas no Parque Kruger, situado na província de Mpumalanga, as autoridades confirmaram o abate ilegal de 244 rinocerontes desde 1 de Janeiro deste ano. Os restantes foram mortos em reservas estatais e privadas de Mpumalanga e outras províncias, nomeadamente Noroeste, Limpopo, Free State e Cabo Ocidental, onde se registaram mais incursões dos caçadores furtivos.



A mesma fonte, que pediu o anonimato por "estes não serem ainda números oficiais para 2011", disse que apesar da gravidade da situação as unidades especiais contra a caça furtiva registaram sucessos notáveis, tendo detido este ano mais de 215 suspeitos e morto em tiroteios mais de uma dezena deles em operações conjuntas no interior do parque Kruger.



A fronteira de mais de 400 quilómetros que separa o Parque Kruger de Moçambique, e que está aberta em vários pontos para que fosse constituído o Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo, é considerada pelos sul-africanos o mais sensível ponto de entrada e de fuga dos caçadores furtivos de rinocerontes, que escoam os chifres serrados aos animais na sua maioria para a China e para o Vietname, onde são utilizados em poções recomendadas para as mais variadas doenças e também como afrodisíaco.



O abate ilegal de rinocerontes tem crescido em espiral desde 2007, ano em que foram apenas mortos 13 daqueles grandes herbívoros, um dos "5 grandes" do reino animal em África, conjuntamente com o elefante, o leão, o leopardo e o búfalo.



No Parque Kruger, que tem uma área de 1 930 000 hectares, vivem em liberdade entre 10 e 12 mil rinocerontes brancos e 500 rinocerontes negros.



Na semana passada o proprietário de uma reserva privada do Cabo Ocidental injectou um veneno especial desenvolvido por uma empresa local e misturado com um corante vermelho nos cornos de alguns dos seus rinocerontes numa tentativa de evitar o seu abate por caçadores furtivos.

 


O veneno, que não é, segundo os seus fabricantes, letal, provoca no entanto problemas de saúde aos consumidores dos produtos que contenham os cornos dos rinocerontes com ele injectado, desencorajando assim a caça aos animais.



Em alguns casos verificados ultimamente os animais são encontrados ainda vivos e num indescritível sofrimento depois dos caçadores furtivos os anestesiarem com dardos e serrarem os cornos sem os matar.

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Urso polar bebé criado a biberão na Dinamarca

28/12

2011

às 15:22

 

Os tratadores de uma jardim zoológico dinamarquês estão a criar a biberão um urso polar de poucos meses de idade, depois de terem verificado que a mãe não tinha leite suficiente para alimentá-lo.



O jornal espanhol La Vanguardia refere que as imagens do bebé urso divulgada na Internet se transformaram num novo fenómeno viral.



O director do Escandinavian Wildlife Park, Frank Vigh-Larsen, garante que Siku – assim se chama o bebé urso – está a crescer “muito bem” e que já pesa 3,2 quilos.



Vigh-Larsen explicou que o urso bebé tinha apenas dois dias quando foi separado da mãe depois de as imagens do sistema de videovigilância o terem mostrado dentro da caverna “a gemer e inquieto todo o tempo”.


O director do parque acrescentou que Siku corria risco de vida caso continuasse aos cuidados da mãe.

 


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