Fevereiro 2012 - Posts

Gato Hank é candidato ao Senado americano

29/02

2012

às 19:18

 

A corrida pela conquista de um lugar no Senado americano pode envolver uma verdadeira luta felina no estado da Virgínia, agora que um verdadeiro gato de Springfield se apresentou como candidato, segundo o Huffington Post.



Hank pode não ser o típico animal político: passa os dias na rua; nunca votou; e parece não gostar muito de se vestir para o trabalho.



Hank é um gato de rua e um candidato independente, que defende uma plataforma de criação de emprego e “leite em todas as taças”. De acordo com a sua conta no Twitter, Hank defende também a criação de uma Lei de Privacidade de Direitos e de Protecção dos Dados de Consumo.



A candidatura de Hank lançou um anúncio que mostra cenas típicas do dia-a-dia em todo o país e enaltece as qualidades deste candidato felino. “Hank sabe que a chave para uma melhor América e um futuro mais brilhante é a criação de emprego – empregos que vão desenvolver cada rua, cada cidade, cada estado e a nação no seu todo”, pode ler-se no seu perfil no Facebook.



Os requisitos de elegibilidade são o primeiro desafio de Hank. As leis federais determinam que os candidatos aos Senado devem ter mais de 30 anos. Hank nasceu em 2003, mas em idade humana tem já 52 anos.



Hank tem estado a recrutar voluntários para divulgar as suas ideais, porta-a-porta e através do telefone, e se posicionarem nos locais de votação no dia das eleições.

 

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Apreensão de aves ilegais bateu recorde em Portugal em 2011

26/02

2012

às 20:10

 

Portugal registou em 2011 a sua maior apreensão anual de aves ilegais de sempre, com a descoberta de 150 ovos que cruzaram o Oceano Atlântico de avião, colados ao corpo de "correios" contratados por traficantes.

Segundo fonte do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), os ovos foram apreendidos em seis momentos diferentes e eram de espécies da América do Sul. Um terço dos animais não sobreviveu à viagem.


Os papagaios, tucanos e araras transportados, alguns deles em risco de extinção, possuem valor de mercado entre 500 euros e 70 mil euros cada um, segundo João Loureiro, coordenador da Unidade de Aplicação das Convenções Internacionais do ICNB.

"Apesar do aumento das apreensões, sabemos que a quantidade descoberta não representa nem 10 por cento do que chega ao país", afirma Loureiro.

Portugal é uma das principais portas de entrada do tráfico de animais recolhidos na América do Sul e levados para a Europa, e a rota acaba por ser bastante utilizada devido ao grande número de voos provenientes do Brasil. Espanha e alguns países do Leste Europeu também são usados pelos traficantes.

O tráfico de animais movimenta cerca de 10 mil milhões de dólares ao ano (7,5 mil milhões de euros) e é hoje o terceiro maior comércio ilegal, atrás somente do de armas e do de drogas, de acordo com a Secretaria da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (Cites), que tem sede em Genebra.

"Na maioria das vezes é usada a mesma rota para o tráfico de drogas e o de animais e, em muitas delas, é o mesmo grupo que faz as duas coisas", diz Liliane Garcia Ferreira, promotora de São Paulo e oficial de apoio na Cites.



João Loureiro afirma, inclusive, que traficantes de drogas usam os animais ilegais para branquear o dinheiro do tráfico. Outro motivador do comércio ilegal, diz, é a alta procura europeia por animais de companhia, que supera a quantidade disponível no mercado legal.

E a fiscalização do comércio de animais é bastante difícil. Os ovos, transportados enrolados em meias e amarrados à barriga dos "correios", não são detetados pelos aparelhos de raios-X nos aeroportos. A isso Loureiro atribui as pequenas apreensões dos anos anteriores, que não passavam de 50 ovos por ano.

Para barrar esse tráfico, a Cites trabalha na capacitação e formação das autoridades responsáveis de diversos países. Na América do Sul, há a Organização do Tratado de Cooperação Amazónica, que também actua na preservação das espécies.

João Loureiro explica que, em Portugal, a legislação se tornou mais restritiva para impedir tanto a entrada do animal ilegal como a sua reprodução.

A espécie criada em cativeiro legalmente é sempre identificada por uma marca e por um documento de origem. Os proprietários também precisam de um registro específico.

O aumento das apreensões de aves exóticas comercializadas ilegalmente tem causado a lotação dos parques portugueses, já que problemas sanitários impedem que elas sejam enviadas de volta aos países de origem.

"Ficamos com os animais e gastamos dezenas de milhares de euros com eles todos os meses, sem ter uma mais-valia", afirma João Loureiro, coordenador da Unidade de Aplicação das Convenções Internacionais do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

Os 90 animais que sobreviveram às apreensões no ano passado estão em parques e zoológicos, mas não são expostos ao público.

O regresso desses animais ao país de origem ainda não é possível devido a barreiras sanitárias para a prevenção da gripe aviária, mas o problema está a ser estudado, segundo Loureiro.

E o desequilíbrio não é causado somente no país receptor do tráfico. O ecossistema de onde esses animais são retirados também acaba prejudicado, assim como as comunidades locais.

Um exemplo é o galo das serras do Pará (Rupicola rupicola), que não existe no mercado legal por estar em risco de extinção no seu habitat natural. Entre as apreensões do ano passado, no entanto, foram encontrados ovos da espécie e nenhuma das aves sobreviveu.

A retirada dos animais do seu ambiente é, geralmente, feita por pessoas em más condições financeiras, contratadas pelos traficantes.


Podem ser tanto moradores de aldeias, indígenas, ou europeus, que ganham uma viagem de poucos dias à América do Sul, algo que não poderiam pagar, e voltam com os ovos junto ao corpo.

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Gato é alvejado entre os olhos e sobrevive

26/02

2012

às 15:08

Um gato de nove meses foi alvejado entre os olhos e sobreviveu. Mesmo gravemente ferido e com o sangue a escorrer-lhe pelo focinho, Cookie, assim se chama o felino, conseguiu chegar a casa, em Uddington, South Lanarkshire, Escócia, conta a edição inglesa do jornal Metro.



Assim que se apercebeu do sucedido, Helen Connelly, a dona, levou-o ao médico veterinário. Um raio-X mostrou que a bala de carabina ficou alojada no fundo do cérebro do gato, um local muito sensível, pelo que uma intervenção cirúrgica poderia causar-lhe a morte.



Hele Connelly disse ao jornal: “Isto deixa-me doente. Quem fez isto precisa de tratamento. Cookie é apenas um gato indefeso. Essas armas devem ser proibidas e quem fez isto deve ir para a prisão”.



Desde o dia em que foi alvejado, Cookie está sob efeito de uma coquetel de analgésicos, anti-inflamatórios e penicilina.



Mike Flynn, da SPCA – Escócia (ONG de defesa dos direitos dos animais), explicou que, muitas vezes, os animais são os alvo de “ataques de armas de ar”.

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Os golfinhos são "pessoas não humanas"

25/02

2012

às 15:02

 

Não só os primatas. Os golfinhos e as baleias também devem ser tratados como “pessoas não humanas”, com direito à vida e à liberdade, segundo propõem prestigiados cientistas reunidos na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, a maior do mundo, que se realiza em Vancouver, no Canadá.



Peritos em conservação e comportamento dos animais consideram que estes cetáceos são suficientemente inteligentes para que recebam as mesmas considerações éticas que os seres humanos, de acordo com o jornal espanhol ABC. Isto implica colocar um fim à sua casa, ao cativeiro e abusos.



Por este motivo, apoiam a criação de uma Declaração dos Direitos dos Cetáceos.



“A ciência tem demonstrado que a individualidade – a consciência de si próprio – não é uma característica única do ser humano. Isto levanta uma série de desafios”, disse, à BBC, Tom White, professor de ética na Universidade Loyola Marymount, em Los Angeles, nos Estados Unidos.



Os investigadores que estão de acordo com esta corrente de pensamento concluem que, embora não sejam seres humanos, os delfins e as baleias são “pessoas” no sentido filosófico, o que tem importantes implicações.



A declaração, primeiro aprovada em Maio de 2010, assinala que os cetáceos têm direito à vida, não podem ser obrigados a estar em cativeiro nem a ser objecto de maus tratos, nem a serem retirados do seu ambiente natural.



Da mesma forma, não podem ser propriedade de ninguém. A base de todos é que os golfinhos têm consciência de si mesmos, reconhecem a sua imagem ao espelho. Sabem quem são.

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Cão recusa abandonar carro rebocado pela polícia brasileira

24/02

2012

às 20:30

Um cão de raça Akita recusa-se a abandonar um carro apreendido na quinta-feira pela Polícia Militar na zona rural de Cascavel, no Paraná, Brasil, relata a Folha de São Paulo.



Na quarta-feira, a polícia tinha sido informada por populares de que o veículo estava abandonado. Quando os agentes chegaram ao local, encontraram um cão deitado no banco traseiro.



Os polícias tentaram retirar o animal, mas este reagiu de forma violenta e não abandonou o veículo, nem quando este foi rebocado. Ali pernoitou.



Hoje, a proprietária da viatura dirigiu-se à esquadra para a recuperar e disse não conhecer o cão. A polícia tentou levar o animal para um canil, mas, uma vez mais, o cão reagiu de forma agressiva.



O animal permanece no carro, enquanto a polícia tenta localizar o dono.

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Cavalos diminuem de tamanho à medida que a temperatura aumenta

24/02

2012

às 15:13

 

Os animais tendem a perder tamanho à medida em que as regiões em que vivem se tornam mais quentes. Este postulado, proposto pelo biólogo *** Bergmann em 1847, serviria apenas para aqueles grupos, como os mamíferos e as ave, auto-regulam o calor corporal.



A partir de agora, já se pode incluir os cavalos entre os animais que dão razão a esta regra de Bergmann, de acordo com um estudo publicado no último número da revista Science, divulgado pelo jornal espanhol Público.



Os investigadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, analizaram o tamanho das dentaduras fósseis de exemplares de cavalos encontradas no estado de Wyoming, pertencentes a um período de tempo amplo e abarcando importantes períodos de oscilação climática.



Ao cruzar os dados, chegaram à conclusão de que quanto mais alta era a temperatura, menor era o tamanho do equídeo. Há 55 milhões de anos, quando o planeta viveu um severo aumento da temperatura atmosférica, a dimensão média dos cavalos se reduziu em 30%.



Naquela época, a temperatura média anual global era geralmente acima dos 20ºC, enquanto actualmente é de 14ºC. No final desse período quente (chamado Paleoceno-Eoceno), os cavalos aumentaram de tamanho em 75%.

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Mãe e filho condenados a pena de prisão por terem fechado os cães no sótão sem água nem comida

23/02

2012

às 16:48

 

Uma mulher e o filho foram condenados a uma pena de prisão, no Reino Unido, por terem aprisionado dois cães num sótão cuja porta estava fechada com pregos, conta o Daily Mail.



Axel, um Rottweiler, e Bully, um Sttafordshire bull terrier, não tiveram comida, água, nem possibilidade de se exercitarem durante semanas, acabando por morrer em agonia, magros e desidratados, segundo foi contado em tribunal.



Jamie Taylor, 31 anos, e a mãe, Julie, 50 anos, foram condenados a 16 semanas de prisão e estão proibidos de voltarem a ter animais de estimação por terem causado um “sofrimento horrendo” aos dois cães.



Os dois ignoraram os insistentes latidos dos animais, a pedirem ajuda, e Jamie recusava-se a passeá-los por se sentir “constrangido” uma vez que estavam muito magros.



Funcionários da RSPCA (organismo não governamental de defesa dos direitos animais) tentaram resgatar os animais, mas foram impedidos de o fazerem. Quando a polícia finalmente entrou na casa localizada em Bradford, West Yorkshire, sentiram um “cheiro insuportável” a carne podre e os cadáveres dos cães em putrefacção e cheios de larvas.

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