Cadela salva vida a bebé de um mês abandonado pela mãe

26/07

2013

às 15:47

Uma cadela de nome Puti salvou a vida a um bebé de um mês que tinha sido abandonado pela mãe no pátio de uma casa, na Argentina, numa altura em que as temperaturas são muito baixas.



O menino, de nome Santino, foi abandonado pela mãe em Virrey del Pino, dentro de um carrinho de bebé, segundo o jornal espanhol “ABC”. A cadela acabou por levar os filhotes para o carrinho e cobriu-os, assim como ao bebé, com o seu corpo, impedindo-o de morrer de frio.



De acordo com a FM Radio Tres, o caso aconteceu na madrugada de 12 de julho e, na manhã seguinte, o bebé foi encontrado pelos donos da cadela, que o alimentaram e levaram ao hospital.



Dois dias depois, a mãe de Santino foi localizada pela polícia e detida. O bebé e os irmãos foram retirados à família por ordem judicial.

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Austrália oferece crocodilo bebé ao recém-nascido príncipe de Inglaterra

25/07

2013

às 15:12

As autoridades do Território do Norte da Austrália decidiram presentear o recém-nascido George Alexander Louis, filho dos duques de Cambridge, com um crocodilo bebé, informou hoje a imprensa local.


O réptil, também batizado de George em homenagem ao seu destinatário, descrita como um "presente original" pelo ministro-chefe daquela província australiana, Adam Giles.


"Sabemos que o príncipe George e o casal real receberam muitos presentes oriundos de todo o mundo, mas este é algo único", afirmou o responsável que espera que o novo membro da família real britânica visite a região com os seus pais num futuro próximo.



O crocodilo, que saiu da casca no passado dia 21 de fevereiro e se encontra atualmente 'instalado' num aquário da cidade de Darwin, capital do Território Norte da Austrália, até já tem uma conta na rede social Facebook, onde os seus seguidores podem observar as atividades do animal.


O primeiro filho de William e Kate, terceiro na linha de sucessão ao trono britânico, nasceu na segunda-feira.


O pequeno crocodilo saiu da casca a 21 de fevereiro, depois de o ovo ter sido chocado a 03 de dezembro, o mesmo dia em que os duques de Cambridge anunciaram ao mundo que esperavam uma criança.

Famílias carenciadas e sem abrigo vão receber ajuda para aos seus animais de companhia

24/07

2013

às 15:33

As famílias carenciadas e sem-abrigo, que vivem com animais de companhia e são apoiadas pela Associação CASA, vão receber ajuda para cuidar das necessidades básicas dos seus "melhores amigos", através de uma parceria de duas organizações.



O apoio resulta de uma parceria entre a Associação CASA - Centro de Apoio ao Sem-Abrigo e a Associação Animais de Rua (AR), que se dedica à esterilização e proteção de animais em risco.



Em comunicado, a parceria AR+CA explica que a iniciativa visa ajudar as pessoas apoiadas pela Associação CASA que vivem com animais de companhia, os quais "são, muitas vezes, os seus únicos amigos e companheiros", mas "não têm capacidade para cuidar das necessidades básicas destes membros da família".



"Para que quem perdeu tudo não perca também os seus melhores amigos" é o objetivo das duas associações que pretendem, desta forma, "garantir alimento, esterilização e cuidados básicos de saúde veterinária aos animais de companhia de todos os utentes da CASA".



A primeira ação vai realizar-se, sábado, em Vitória, no Porto, onde a junta de freguesia trabalha com estas duas associações.



Nesta iniciativa, uma equipa de voluntários da CASA e da AR, acompanhada por representantes da Junta de Freguesia de Vitória, visitará todas as famílias que serão beneficiadas pela Parceria AR+CA.



"Depois de sinalizados, todos os animais que vivem ou são protegidos na rua por estas famílias serão registados e passarão a receber apoio alimentar e médico-veterinário (incluindo a esterilização), sempre que necessário", lê-se num comunicado das associações.



Esta parceria, que começa no Porto, deverá estender-se a todo o país.


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Golfinhos identificam-se "pelo nome"

23/07

2013

às 14:16

Cientistas da Universidade de St.Andrews, na Escócia, encontraram novas provas de que os golfinhos se chamam 'pelo nome', ou seja, usam um assobio único para identificarem cada um dos outros no grupo.



Os investigadores, cujo estudo é hoje publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, descobriram que os animais respondem quando ouvem o seu próprio assobio reproduzido.



"[Os golfinhos] vivem num ambiente tridimensional, ao largo da costa e sem quaisquer referências visuais e precisam de se manter em grupo. Estes animais vivem num ambiente em que precisam de um sistema muito eficiente para se manterem em contacto", disse Vincent Janik, da unidade de investigação em mamíferos marinhos daquela universidade de St Andrews.



Há muito que se suspeitava que os golfinhos usam assobios de uma forma semelhante à que os humanos usam para os nomes.



Investigações anteriores demonstraram que estes chamamentos são usados frequentemente e que os golfinhos num mesmo grupo conseguem aprender e copiar sons pouco habituais. No entanto, esta é a primeira vez que se estuda a resposta dos animais ao seu próprio 'nome'.



Os cientistas gravaram um grupo de golfinhos-comuns selvagens, captando o som identificativo de cada um dos animais e, de seguida, reproduziram os sons usando altifalantes subaquáticos.



"Reproduzimos os assobios identificativos dos animais no grupo e também reproduzimos outros assobios no seu repertório e depois assobios identificativos de populações diferentes - animais que eles nunca tinham visto", explicou Janik.



Os investigadores descobriram que os golfinhos apenas respondem ao seu próprio som, repetindo o seu som de volta. A equipa acredita que os golfinhos são como os humanos: quando ouvem o seu nome, respondem.



Janik diz que esta capacidade deverá ter sido desenvolvida para ajudar os animais a manterem-se junto do grupo no seu vasto habitat subaquático.



"A maioria do tempo, eles não se veem, não conseguem usar o olfato debaixo de água... e não costumam ficar na mesma zona, por isso não têm ninhos ou tocas às quais possam regressar", acrescentou.



Os cientistas acreditam ser a primeira vez que esta capacidade é confirmada num animal, embora haja estudos que sugerem que algumas espécies de papagaios usam sons para identificar outros indivíduos no grupo.



Janik explica que compreender como esta capacidade se desenvolveu em diferentes grupos de animais poderá ajudar a perceber como a comunicação se desenvolveu nos humanos.

50 aves selvagens devolvidas à natureza na região Centro

22/07

2013

às 15:08

O Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS) anunciou que vai devolver cinquenta aves selvagens à natureza, em cinco distritos da região Centro, entre o dia de hoje e 11 de agosto.



Segundo Ricardo Brandão, coordenador do CERVAS, vão regressar à Natureza espécies de cegonha branca, milhafre preto, águia cobreira, águia de asa redonda, águia calçada, açor, peneireiro vulgar, mocho galego, coruja do mato, coruja das torres e aves de menor porte, como andorinhões ou melros pretos, que têm estado em recuperação no centro, instalado em Gouveia.




O responsável adiantou à agência Lusa que as aves são libertadas após recuperação de diferentes problemas, tendo sido encaminhadas para o centro, "devido a situações como por exemplo a queda precoce do ninho, atropelamento, cativeiro ilegal ou eletrocussão".



"Todos os animais foram encaminhados para o CERVAS através das pessoas que os encontraram, que nalguns casos os entregaram diretamente no centro, mas na maior parte das situações foram entregues por equipas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR ou áreas protegidas como a Reserva Natural do Paul da Arzila (Coimbra) ou o Parque Natural da Serra da Estrela", referiu.



As ações de libertação das aves recuperadas vão decorrer, entre hoje e o dia 11 de agosto, em diferentes locais dos distritos de Guarda, Coimbra, Viseu, Castelo Branco e Leiria.



O concelho de Gouveia inaugura hoje a campanha com a devolução de dois andorinhões pretos, pelas 17.30 horas, seguindo-se, na terça-feira, três milhafres pretos e duas cegonhas brancas (18:00, Mata Nacional do Choupal, Coimbra) e de uma coruja das torres, às 20:30, em Foz de Arouce (Lousã).



As restantes libertações, segundo o CERVAS, irão decorrer durante as semanas seguintes e algumas delas farão parte do programa do Festival Tempo d´Aldeia (São Pedro de Rio Seco, Almeida, entre 31 de julho e 4 de agosto), das Festas da Cidade de Gouveia - Senhor do Calvário (9 a 12 de agosto) e do XX Acampamento Regional de Escuteiros na Batalha (7 a 11 de agosto).



Ricardo Brandão anunciou que o centro também irá libertar, em meados de agosto, o animal número mil que foi recuperado naquela instituição.



"Vamos tentar que seja a águia cobreira, encontrada em Unhais da Serra, por ser uma espécie característica da Serra da Estrela", justificou.



O CERVAS é uma estrutura que pertence ao Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e ao Parque Natural da Serra da Estrela, que se encontra atualmente sob a gestão da Associação ALDEIA.



O centro tem como objetivos detetar e solucionar diversos problemas associados à conservação e gestão das populações de animais selvagens e dos seus habitats.





Militar israelita cozinha pássaro vivo

19/07

2013

às 15:35

O Exército israelita está a investigar um vídeo publicado na Internet em que se vê um soldado fardado a colocar um pássaro vivo dentro de uma panela com água a ferver.



Segundo o jornal espanhol El Mundo, citando o site israelita de notícias Maariv, um grupo de defensores dos direitos dos animais conseguiu identificar o militar depois de partilhar o vídeo nas redes sociais.



“Este vídeo mostra um grave incidente que não representa os valores das Forças de Defesa israelitas”, disse o Exército em comunicado, confirmando a abertura de uma investigação por parte da polícia militar.

Pescadores vão ter manual para prevenir capturas acidentais de golfinhos e baleias

18/07

2013

às 16:04

 
Os pescadores vão ter um manual de boas práticas, para prevenir capturas acidentais de cetáceos, pois grande parte dos que dão à costa, acabando por morrer, são animais que ficaram presos em redes de pesca, disse hoje uma especialista.



Todos os anos dão à costa cerca de 200 animais de várias espécies, mais de metade golfinhos, e são muito poucos os que conseguem sobreviver, disse à agência Lusa uma técnica do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Marina Sequeira.



Um projeto financiado pela União Europeia, o MarPro, já em curso, prevê a elaboração e distribuição de manuais de boas práticas de pesca, para sensibilizar a comunidade piscatória para a necessidade de reduzir os níveis de mortalidade acidental que "são elevadissímos", afirmou a técnica do ICNF.



"É uma situação que pode ser considerada normal - temos uma costa muito extensa e várias espécies de golfinhos e baleias", prosseguiu Marina Sequeira adiantando que, "para algumas das espécies, as populações são muito numerosas e a média anual [de capturas] registada nos últimos anos ronda os 200 animais".



Este ano, "para já - e estamos a meio do ano - nada indica que a mortalidade registada até agora tenha sido superior àquela dos anos anteriores", adiantou.



"A grande maioria [de cetáceos] morre, ou porque são animais que já estão doentes, ou porque acidentalmente ficam presos em artes de pesca", casos que representam uma percentagem "muito elevada", apontou a técnica do ICNF.



Marina Sequeira alerta ainda para o facto de ser muito reduzida a percentagem de animais que chegam vivos a terra, sendo ainda mais reduzida a percentagem dos que podem pode ser reabilitados.



Questionada sobre a possibilidade de prevenir as capturas acidentais, a especialista defendeu que, por exemplo, "poderão ser instalados dispositivos dissuasores em determinados tipos de redes, sobretudo em redes de emalhar".



Alguns pescadores do cerco já adotam procedimentos de defesa dos animais e, segundo a técnica do ICNF, quando detetam golfinhos no interior da rede, baixam-na para permitir que o animal saia.



"Há um conjunto de boas práticas de pesca que já estão a ser aplicadas por alguns pescadores, mas há vários procedimentos que podem ser adotados e, eventualmente, contribuir para a redução das capturas acidentais", salientou Marina Sequeira.



No grupo dos golfinhos, a espécie mais abundante na costa portuguesa é o golfinho comum, mas também são encontrados o golfinho riscado, o roaz e a baleia piloto. Entre as grandes baleias, aparece mais a baleia anã, a baleia comum e, ocasionalmente, exemplares de cachalote.



É no norte e em parte do centro do país que ocorrem mais situações de animais a dar à costa, pois são regiões com densidades populacionais mais elevadas e onde a atividade de pesca é mais intensa.



Os animais que dão à costa em bom estado de conservação são recolhidos e, em caso de morte, os técnicos tentam determinar a sua causa, além de preparar amostras depois utilizadas em estudos de biologia e ecologia da espécie, ou em trabalhos para a determinação de contaminantes.


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