quinta-feira, 1 de Julho de 2010 19:45 rescaldo

De asnos-de-Tróia carregados de libras chega ou não?!

 

lusopenis   Por ordem de valor e mérito em jogo jogado, Eduardo, Coentrão, Meireles, Tiago, Carvalho e Alves constituíram a olho-nú e sem equívoco o pilar que permitiu à selecção portuguesa situar-se entre as 16 melhores equipas do Mundial-2010. Mais além se poderia ter ido se porventura Carlos Queiroz tivesse tido a coragem de eliminar, logo à partida para a África do Sul, o maior dos obstáculos: Cristiano Ronaldo, indigno de envergar a camisola nacional e ainda por cima com a braçadeira de capitão. Trata-se de um doidivanas irresponsável que, no jogo com a Espanha e em lugar do estóico Hugo Almeida, deveria ter sido substituído, doesse o que doesse aos gregos que nos impingiram um autêntico asno-de-Tróia com poses de garanhão-foleiro.

   É de lamentar que, após tão bem doseado equilíbrio defronte à Costa do Marfim e ao Brasil, lograda a goleada-por-sete à Coreia do Norte, um só único e discutível golo bastasse para colocar definitivo termo à nossa airosa participação na prova-mor do futebol. Ignorando os pormenores de circunstância que colocaram os adeptos lusos em desconsoladora decepção, conforta lembrar que fomos tangencialmente eliminados pelos actuais detentores do título europeu, sem dúvida muito mais esforçados e lampeiros do que nós na hora-e-meia da realidade.

   No horizonte, entretanto, fica a curiosa expectativa de mais adiante poder verificar-se como irão lidar entre si os dois campioníssimos-portugas ao mercenário serviço das estranjas.

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