Agosto 2011 - Posts

A Volkswagen está prestes a lançar o novo Beetle no mercado. Após ter sido apresentado internacionalmente em meados de Abril, e com lançamento previsto para o nosso mercado em Novembro, o Beetle encontra-se em plena fase de pré-lançamento, sendo já possível efectuar as primeiras encomendas em todas as concessões Volkswagen.
Para o mercado nacional, a Volkswagen irá disponibilizar três distintos níveis de equipamento: “Beetle”, a versão de entrada, “Beetle Design”, com uma especial atenção a elementos estilísticos e de conforto, e o “Beetle Sport”, versão topo-de-gama com um cariz marcadamente desportivo. Cada nível de equipamento tem assim um carácter bem demarcado e independente.
Na fase de lançamento, o novo Beetle estará disponível com as motorizações 1.2 TSI de 105 cavalos e 2.0 TSI de 200 cavalos, surgindo no fim de 2011 o motor 1.6 TDI de 105 cavalos. Apesar das diferentes datas de introdução no mercado, todas estas motorizações estão desde já disponíveis para encomenda. O motor 1.2 TSI, acoplado a uma caixa manual de 6 velocidades e com um consumo combinado de 5,9 l/100km e 137 g/km de emissões de CO2, estará disponível nas versões “Beetle” e “Beetle Design”.
O motor 2.0 TSI de 200 cavalos está exclusivamente acoplado a uma caixa automática DSG de 6 velocidades, apresentando um consumo combinado de 7,7 l/100km e 179 g/km de emissões de CO2, e uma velocidade máxima de 223 km/h. Este motor estará reservado apenas para a versão “Beetle Sport”. O motor diesel 1.6 TDI de 105 cavalos, acoplado a uma caixa manual de 6 velocidades apresenta um consumo combinado de 4,5 l/100km e 119 g/km de emissões de CO2, tornando-se assim o Beetle mais eficiente de sempre.
O novo Beetle estará disponível a partir dos 21.950 euros, para o motor 1.2 TSI 105 cavalos e 26.300 euros para o motor 1.6 TDI de 105 cavalos, ambos conjugados com o nível de equipamento “Beetle”. O nível de equipamento “Beetle Design” custará aproximadamente mais 400€ face a esta versão de entrada. A versão desportiva 2.0 TSI de 200cv estará disponível a partir dos 37.275 euros e somente com o nível de equipamento Sport.
Principais equipamentos de série da versão “Beetle”: Jantes em liga leve de 16’’; Volante multifunções em couro; ESP; Airbags dianteiros para condutor e passageiro, airbags de cortina e laterais dianteiros; Ar condicionado; Faróis de nevoeiro com luzes de curva estáticas; Indicador da pressão dos pneus; Sistema de ajuda ao estacionamento com sensores dianteiros e traseiros; Rádio RCD 310 com 8 altifalantes; e Cruise Control.
A versão “Beetle Design” acrescenta o seguinte equipamento: Volante multifunções em couro pintado à cor da carroçaria; Porta-luvas “Beetle”; Pacote Light and Vision, com sensor de luz e chuva; Inserções na cor da carroçaria no tablier e nas portas; Frisos laterais exteriores na cor da carroçaria com friso cromado; Bolsa de arrumação nas costas dos bancos dianteiros; Retrovisores exteriores e puxadores das portas na cor da carroçaria; e Bancos dianteiros conforto.
Finalmente, o “Beetle Sport” proporciona mais: Jantes em liga leve de 17 polegadas; Ar condicionado automático; Bancos desportivos; Hill hold control com XDS (bloqueio electrónico do diferencial); Inserções em look “Carbono” no tablier; Manómetro de informação adicional (temperatura de óleo, relógio e pressão do turbo); Pedais revestidos a alumínio; Ponteiras de escape desportivas cromadas; Retrovisores exteriores pintados a preto; e Spoiler traseiro.

A 6ª edição do Caramulo Motorfestival já está próxima: de 2 a 4 de Setembro, o Caramulo vai ser o centro dos desportos motorizados em Portugal e o principal palco de desfile de viaturas clássicas e desportivas. São mais de 700 veículos e várias actividades para todos os públicos, com entrada livre, que contribuem para que esta edição seja a maior já organizada.
Algumas caras conhecidas dos portugueses não resistiram ao programa e vão marcar presença, seja a pilotar veículos, ou apenas como visitantes deste evento que juntará mais de 25 mil pessoas. A piloto de todo-o-terreno Elisabete Jacinto estreia-se na rampa do Caramulo com o camião MAN TGS, o mesmo com que alcançou o 2º lugar no Dakar 2011. Armindo Araújo, bicampeão do mundo de ralis, volta a subir a rampa do Caramulo no seu Mini Countryman.
A actriz Helena Costa volta a correr ao volante de um Caterham, depois de já o ter feito em 2010. Quem irá experimentar as emoções da competição em Caterham pela primeira vez é a actriz e modelo Ana Ferreira. O Chef Chakall também marca presença no Caramulo Motorfestival, onde vai surpreender alguns convidados com a sua cozinha inovadora e, até, colocar música.
Provas para todos os gostos
As famosas rampas (Rampa do Caramulo do Campeonato de Portugal de Montanha e a Rampa Histórica do Caramulo) estão de volta, e aos veículos em competição juntam-se os que participam no Rally Histórico Luso-Caramulo, concentração Porsche Club Portugal e nos passeios históricos Viseu-Caramulo, Salamanca-Caramulo e no passeio ACP Clássicos. Este ano estreia-se ainda o passeio Targa Clube, organizado pelo mítico clube do norte que conta quase com 50 anos de vida.
Nas duas rodas, a concentração “Vespa Caramulo” regressa também ao Motorfestival, no dia 4, com mais de 100 motos em desfile, bem como a demonstração de Motos de Competição da HM Racing Team, pelas Vespas de Competição e pelas radicais KTM SMR 450. Pela primeira vez, no dia 3, realizam-se a concentração e desfile de bicicletas antigas (Raiada do Caramulo) e o Passeio Harley-Davidson, com mais de meia centena de motos da lendária marca norte-americana.
Uma festa para todos
Durante os três dias, é possível visitar as exposições permanentes de Arte, Automóveis, Motociclos, Velocípedes e de Brinquedos Antigos do Museu do Caramulo, bem como a exposição temporária "A Arte da Guerra - Propaganda da II Guerra Mundial" ou a Feira de automobília.
A 6ª edição do evento tem ainda um espectáculo aéreo com Avião Acrobata, Actividades Radicais Outdoor, e um parque de insufláveis para os mais novos. A feira gastronómica, com produtos da região, e a presença da Custom Circus Band para animar o recinto (dia 3), são outras das grandes novidades desta edição.
O Caramulo Motorfestival, organizado pelo Museu do Caramulo, tem crescido todos os anos em número de visitantes e participantes. Em 2010, a afluência de público ultrapassou a marca das 27 mil pessoas e dos 500 veículos participantes.
O programa do Caramulo Motorfestival inclui:
- Rampa do Caramulo (Campeonato de Portugal de Montanha com inclusão de viaturas Super Seven)
- Rampa Histórica do Caramulo
- Rally Histórico Luso-Caramulo
- Passeio Histórico Viseu-Caramulo
- Passeio Histórico Salamanca-Caramulo
- Demonstração com Motos de Competição (HM Racing Team)
- Concentração "Vespa Caramulo"
- Raiada do Caramulo - Concentração & Desfile de bicicletas antigas
- Passeio Harley-Davidson
- Passeio ACP Clássicos
- Concentração Porsche Club Portugal
- Passeio Targa Clube
- Passeio Clube 2CV
- Exposição de Automóveis, Motociclos, Velocípedes e Miniaturas do Museu do Caramulo
- Exposição temporária "A Arte da Guerra - Propaganda da II Guerra Mundial"
- Feira de Automobilia
- Concerto ao Vivo da Custom Circus Band
- Presença de pilotos veteranos
- Concentrações de Clubes
- Espectáculo Aéreo com Avião Acrobata
- Actividades Radicais Outdoor
- Parque para veículos clássicos
- Parque Júnior para crianças
António Félix da Costa mostrou na segunda corrida de GP3, em Spa-Francorchamps, integrada no Grande Prémio da Bélgica de Fórmula 1, o que poderia ter conseguido se não tivesse sido relegado para o último lugar da grelha na corrida anterior, em consequência de uma irregularidade técnica à qual foi totalmente alheio.
No domingo passado, apesar deste episódio da véspera e de ter sido obrigado a correr com um motor mais fraco por ter o seu principal danificado, o piloto português largou do 27.º lugar, não baixou os braços e foi ganhando posições sobretudo no sector técnico do circuito, já que no sector rápido o novo motor apresentou muitas limitações. Sempre confiante de que pode fazer melhor, António Félix da Costa recuperou 16 lugares e terminou a corrida em 11.º, à frente inclusive do líder do campeonato, Valtteri Bottas.
“Como sempre dei o meu máximo, mas este novo motor não permitiu recuperar mais lugares. Aliás, este motor tem muito menos velocidade de ponta, o que me preocupa para Monza, que é uma prova de velocidade pura”, explicou o piloto de Cascais.
António Félix da Costa nunca se deixou abater pelas adversidades que o perseguiram esta época no GP3 e promete, desde já, a mesma atitude com que tem disputado este campeonato para a última jornada:
“Não vou baixar os braços e espero acabar a época da melhor maneira. Tive muitos problemas, mas continuo a acreditar que posso fazer melhor. Espero não ter mais imprevistos, porque se assim for tenho condições para fazer uma boa última corrida e disputar os lugares da frente.”
A jornada de encerramento do campeonato de GP3 Series realiza-se a 10 e 11 de Setembro, em Monza, Itália, um circuito que é feito quase sempre a fundo.

O Team GT3 Portugal conquistou no passado fim-de-semana em Magny-Cours, França, o seu segundo pódio da temporada no Blancpain GT Endurance Series. Duarte Félix da Costa, Lourenço Beirão da Veiga e Ricardo Bravo, aos comandos do seu Lamborghini Gallardo LP600 (foto em cima), foram os melhores representantes lusos, concluindo a quarta ronda deste disputadíssimo campeonato na terceira posição do pódio da classe Pro-Am e 9º da geral, estando agora a somente 6 pontos do terceiro lugar do campeonato. Nesta prova, Filipe Albuquerque, em Audi, esteve na luta pela vitória atéque um toque de outro concorrente quando tentava assumir a liderança fez com que o capot do Audi se abrisse (foto em baixo), obrigansdo a equipa do carro número 33 a perder muito tempo e a recuperar, depois, até ao 14º posto.
Considerada pela imprensa televisiva como a corrida mais disputada da temporada, com lutas incríveis ao longo de todo o pelotão durante as 3 horas de prova, a penúltima ronda do Blancpain Endurance Series, demonstrou, uma vez mais, por que é considerado um dos mais competitivos campeonatos mundiais de GTs do momento.
Depois de uma qualificação complicada, devido ao desconhecimento do circuito em piso seco, a primeira equipa 100% lusa a participar num campeonato europeu de GTs, começou a corrida da melhor forma. Ao arrancar do 9º posto da classe, Lourenço Beirão da Veiga protagonizou um excelente turno de condução, entregando o carro a Duarte Félix da Costa na terceira posição.
“Sabíamos que a corrida seria muito dura e se quiséssemos um bom resultado teríamos que atacar desde o início. Consegui arrancar bem e rapidamente encontrei um bom ritmo que me permitiu ir ganhando posições ao longo do meu turno de condução. Consegui entregar o carro ao Duarte no terceiro posto o que foi bastante importante”, comentou Lourenço Beirão da Veiga.
Apesar de ter feito a sua estreia no circuito francês de Magny-Cours, Duarte Félix da Costa conseguiu uma rápida adaptação ao traçado e manteve acesa a luta pelo terceiro posto da classe Pro-Am durante o seu turno de condução: "Ainda acreditámos que seria possível vencer a corrida mas realmente os Ferrari estão mais competitivos que o Lamborghini pelo que este pódio foi muito bom para nós. Foi um turno complicado devido a degradação dos pneus mas tudo correu bem e mais importante, entreguei o carro ao Ricardo em bom estado a nível de travões e mecânica".
Ricardo Bravo foi o último a assumir os comandos do carro em Magny-Cours, mas aguentou bem a pressão dos seus adversários, cortando a meta na nona posição da geral, 3º na classe Pro-Am.
“Conquistámos o nosso segundo pódio da temporada num circuito que era desconhecido para nós. Tivemos ainda um importante apoio da Reiter – equipa oficial da Lamborghini – que nos permitiu tornar o nosso carro bem adaptado à pista. Foi um excelente fim-de-semana e espero que a derradeira prova da época volte a ser assim. Esta luta pelo pódio esta ao rubro, será determinante não errar em Silverstone e andar sempre ao ataque para pôr pressão na Vitaphone, actual 2ª e 3ª classificada no campeonato”, finalizou Bravo, acerca da luta que a equipa lusa terá de travar com a mais bem sucedida equipa de GT's a nível Mundial e actual Campeã do Mundo GT1 - Vitaphone Racing Team.
A 5ª e última jornada do Blancpain Endurance Series será disputada no circuito britânico de Silverstone a 9 e 10 de Outubro.

Pedro Lamy voltou a subir ao pódio em Nurburgring. O piloto português, que no passado fim-de-semana fez a sua estreia aos comandos do BMW Z4 GT3, conquistou o terceiro lugar final da sexta ronda do Campeonato de Resistência VLN, garantindo o melhor resultado da temporada para o BMW do Team Schubert.
Apesar do bom resultado final, Pedro Lamy e o seu companheiro de equipa Marko Hartung não tiveram a vida nada facilitada ao longo das 6 horas de resistência alemãs. Condições meteorológicas bastante inconstantes obrigaram a um esforço redobrado para manter a concentração e o BMW Z4 em pista, conforme explicou o piloto português que arrancou do 10º lugar da grelha:
“Foram as condições mais difíceis que apanhei na minha carreira. Foram 3:30 horas de condução bastante complicadas. Tanto chovia torrencialmente como de seguida o piso estava seco, montávamos “slicks” e voltava a chover. Foi incrível. Condições tão inconstantes obrigam-nos a uma concentração redobrada para evitar erros e manter o carro em pista, principalmente num circuito tão difícil como Nurburgring."
A mestria do piloto português em Nurburgring Nordschleife ajudou o Team Schubert a conquistar a sua melhor classificação da temporada com o BMW Z4 GT3. “Felizmente conseguimos ultrapassar todas as adversidades e subimos ao terceiro lugar do pódio. Foi uma corrida muito dura, mas o resultado acabou por ser compensador”, concluiu Lamy que soma assim mais um bom resultado ao seu já vasto palmarés.
A vitória acabou por sorrir a Frank Biela/ Christian Hohenadel/Michael Ammermuller (Audi TT), seguidos de Christopher Haase/Christopher Mies/Luca Ludwig (Audi R8) e Pedro Lamy/ Marko Hartung (BMW Z4), na segunda e terceira posições, respectivamente.

A subida ao segundo lugar nos GT2 e terceiro na geral do campeonato é o complemento do excelente fim-de-semana para Miguel Ramos na Austria. Um segundo lugar na Race 1 e um sexto na Race 2 conjugaram-se para a recuperação desde o quinto até ao segundo lugar na classificação dos GT2.
Na Race 2 Cressoni arrancou de oitavo mas teve muita dificuldade para ultrapassar o Porsche de Cecatto que o suplantou no arranque. Nessa luta no meio do pelotão que durou quase todo o seu turno de condução, Cressoni teve até duas incursões pela relva que atrasaram bastante o Ferrari da Edil-Cris.
Quando da troca de pilotos, Miguel Ramos entra em pista na 16º posição, mas após todos terem trocado de pilotos o real lugar era o 10º posto. Ramos enceta então uma excelente recuperação, sendo em muitas das voltas o carro mais rápido em pista e paulatinamente foi recuperando lugares até ao 7º lugar final. Contudo a penalização imposta ao Ferrari de Moncini-Montermini por condução anti-desportiva, fez Miguel Ramos subir para o 6º lugar na corrida.
Miguel Ramos considera o fim de semana muito positivo: “Foi um excelente fim de semana. Na primeira corrida o segundo lugar foi fantástico e depois, na segunda, o conseguirmos entrar nos seis primeiros foi também muito bom tendo em conta as dificuldades no inicio da corrida. No geral das duas corridas realço a recuperação de quinto para segundo em termos do campeonato, ainda que tenha perdido um pouco de terreno para o Ayari esta tarde, mas tenho esperança de poder recuperar em Portimão daqui a três semanas".


A Lexus revelou a nova geração GS no carismático “Peeble Beach Concours D’Elegance”, que decorre anualmente na terceira semana de Agosto, na Califórnia. O novo modelo combina um design mais dinâmico e arrojado com a precisão de condução, tecnologia inovadora e um interior contemporâneo e espaçoso.
Enriquecido com vasto equipamento, recorrendo a tecnologia de topo e com a inclusão de muitos detalhes requintados, aliados a uma performance dinâmica apurada, fazem com que o novo GS pretenda ser mais de que um simples automóvel de luxo.
Juntamente com a nova e arrojada grelha frontal, a nova geração do GS transmite uma sensação de confiança. Graças ao chassis renovado, mais largo e mais robusto, é proporcionada ao condutor uma dinâmica de condução mais apurada e precisa.
Como já referido, a plataforma foi revista e é mais rígida comparativamente ao antecessor. O número de pontos de soldadura aumentou e as vias possuem agora uma largura superior em 40mm na frente e 50 mm atrás. Por isso, estão agora disponíveis braços de suspensão dianteiros e traseiros em alumínio.
Na frente, os braços, tanto superiores como inferiores, têm apoios de maiores dimensões. Por serem mais leves e o chassis mais rígido, os amortecedores podem usar fluído menos viscoso, o que torna o rolamento mais confortável e eficaz.
O novo Lexus GS 350 possui um avançado bloco de 3,5 litros de cilindrada, com seis cilindros em V e quatro veios de excêntricos. Com quatro válvulas por cilindro e tecnologia de abertura inteligente (VVT-i), disponibiliza 306 cavalos de potência, o que permite ao novo modelo acelerar de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos. A caixa tem seis velocidades com comando sequencial por intermédio de patilhas no volante. A transmissão incorpora novas funções, como passagens de caixa mais rápidas e um bloqueio antecipado do conversor de binário para poupar combustível. O controlo da caixa pode ser adaptado em quatro modos, permitindo assim, condução mediante as necessidades de cada condutor.
Paralelamente, o interior (e a bagageira) é agora ainda mais espaçoso, apesar de as dimensões exteriores permanecerem praticamente inalteradas.
No interior, as melhorias começam no posto de condução. Na verdade, o habitáculo foi redesenhado tendo como objectivo central o condutor e a experiência de condução. O painel de instrumentos com linhas horizontais reforça a sensação de espaço, através da sua largura. A estrutura dos bancos foi redesenhada, assim como a arquitectura da coluna de direcção, para proporcionar uma posição de condução mais envolvente e confortável, com melhorias também ao nível da visibilidade e do controlo do veículo.
Grande atenção foi igualmente prestada ao espaço dos passageiros traseiros, com incremento do espaço para as pernas, para os joelhos e também ao nível da cabeça, por comparação com a actual geração GS.
As portas foram revistas para facilitar a entrada e saída de passageiros e a bagageira cresceu 25%, assim como o seu acesso foi melhorado através de uma tampa mais larga e mais profunda.
