António Félix da Costa mostrou na segunda corrida de GP3, em Spa-Francorchamps, integrada no Grande Prémio da Bélgica de Fórmula 1, o que poderia ter conseguido se não tivesse sido relegado para o último lugar da grelha na corrida anterior, em consequência de uma irregularidade técnica à qual foi totalmente alheio.
No domingo passado, apesar deste episódio da véspera e de ter sido obrigado a correr com um motor mais fraco por ter o seu principal danificado, o piloto português largou do 27.º lugar, não baixou os braços e foi ganhando posições sobretudo no sector técnico do circuito, já que no sector rápido o novo motor apresentou muitas limitações. Sempre confiante de que pode fazer melhor, António Félix da Costa recuperou 16 lugares e terminou a corrida em 11.º, à frente inclusive do líder do campeonato, Valtteri Bottas.
“Como sempre dei o meu máximo, mas este novo motor não permitiu recuperar mais lugares. Aliás, este motor tem muito menos velocidade de ponta, o que me preocupa para Monza, que é uma prova de velocidade pura”, explicou o piloto de Cascais.
António Félix da Costa nunca se deixou abater pelas adversidades que o perseguiram esta época no GP3 e promete, desde já, a mesma atitude com que tem disputado este campeonato para a última jornada:
“Não vou baixar os braços e espero acabar a época da melhor maneira. Tive muitos problemas, mas continuo a acreditar que posso fazer melhor. Espero não ter mais imprevistos, porque se assim for tenho condições para fazer uma boa última corrida e disputar os lugares da frente.”
A jornada de encerramento do campeonato de GP3 Series realiza-se a 10 e 11 de Setembro, em Monza, Itália, um circuito que é feito quase sempre a fundo.