Economia

Greve deixa hospitais em serviços mínimos

Greve deixa hospitais em serviços mínimos

Mais de duas dezenas de hospitais nacionais estiveram, esta sexta-feira de madrugada, em serviços mínimo, devido à greve da Função Pública pela reposição do horário de 35 horas semanais.

Segundo dados divulgados esta manhã pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas, mais de duas dezenas de hospitais sofreram o impacto da greve durante o turno da noite.

Entre as instituições que estiveram reduzidas a serviços mínimos, encontram-se o Santa Maria, o São José e a Estefânia, em Lisboa. No Porto, o Hospital de São João também foi afetado, bem como o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho.

No resto de país, a federação sindical informa que houve apenas serviços mínimos em Viseu, Aveiro, Leiria, Braga e no Centro Hospitalar do Alto Ave, entre outros locais.

Enfermeiros em greve

A adesão dos enfermeiros à greve desta sexta-feira situa-se entre os 77 e os 78%, nos hospitais nos turnos da noite e da manhã.

O balanço da adesão à greve pela reposição das 35 horas semanais foi feito pelo presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, José Carlos Martins, aos jornalistas no hospital de S. José, em Lisboa.

Os dados disponibilizados pelo sindicato dizem respeito apenas à paralisação dos enfermeiros dos hospitais, uma vez que não estão disponíveis ainda os referentes aos centros de saúde.

Os enfermeiros estão em greve pela reposição das 35 horas de trabalho semanais a todos estes profissionais, independentemente do seu vínculo laboral.

A greve da função pública, marcada pela Federação Nacional da Função Pública (Fesap), abrange também todos os trabalhadores não docentes das escolas, mesmo os funcionários que já trabalham 35 horas por semana.

*com Lusa

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