JN
Diretor
Manuel Tavares
Galeria JN  Outras viagens, de Sobral Centeno
foto Luísa Coelho
Publicada



A Galeria JN, no Porto, expõe, de 24 de Abril de 2009 a 23 de Maio de 2009, "Outras viagens", de Sobral Centeno.

A entrada é livre.

Edifício JN, R. Gonçalo Cristóvão, 195 4049-011 Porto.

Horário: 2ª a 6ª feira, das 12,30h às 19,30h / Sábados, Domingos e Feriados das 15h às 20,00h



Por Gerhard Charles Rump*

Basicamente vemos duas coisas: objectos reais e sinais. Os sinais podem, ao mesmo tempo, ser objectos "reais" mas o que os torna especiais é que se referem a objectos (ou pensamentos) e são materialmente diferentes daquilo a que se referem. O famoso quadro de Magritte que mostra um cachimbo e a frase que nega a existência do cachimbo é bastante claro Não vemos, realmente, um cachimbo mas a imagem do - i.e. um sinal para - um cachimbo.

Os próprios sinais podem ser, naturalmente, o tema da arte. Uma pintura que já é um sistema de sinais pode ser "optimizada" para uma espécie de algo incompreensível com sinais. Sinais inventados para falar sobre sinais e portanto para clarificar a sua função. Este é também o caso dos trabalhos de Sobral Centeno.

Os trabalhos de Sobral Centeno são galáxias num universo de sinais, um universo semiótico, um cosmo de sinais. As suas pinturas tornam-se verdadeiras através de sinais fortes como cruzes, rostos meio abstractos ou bustos ou letras. Temos de lembrar que só há três tipos de signos: os ícones que "pintam", que são figurativos, são os primeiros. Depois há os indexes mostrando partes que significam o todo. Finalmente, os signos que podem combinar qualquer forma com qualquer significado. A progressão do ícone para o símbolo contém uma percentagem diminuta de pintura adicionada a uma arbitrariedade em crescendo.

Todos os sinais pertencem à linguagem. Qualquer relação semiótica é linguagem. Temos linguagem escrita, falada e representada, sendo que a pintura pertence à última daquelas categorias. Existe, pois, uma verdadeira linguagem pictórica e Sobral Centeno é um dos grandes mestres da linguagem pictórica.

A sua pintura será normalmente a receptora receptáculo destes três géneros de sinais, implantados na manifestação "representativa" da linguagem. As cruzes constituem os indexes que se referem à fé cristã apenas mostrando a cruz ou (uma cadeia de) outras unidades maiores, talvez dependendo de uma forma específica da cruz. Os rostos e bustos são ícones, mesmo que através de algo abstracto. Outras peças podem ser consideradas como símbolos. Temos que convergir no seu significado e, mesmo que com ele não concordemos totalmente, isso só torna a experiência visual e sensual das pinturas de Centeno mais interessante.

As pinturas terão inevitavelmente o direito de serem guardiãs de alguns derradeiros segredos. Por isso nunca poderemos esperar a compreensão "total" de uma obra de arte. Tal não é possível, ou não estaríamos, desde logo, a lidar com arte. Para tornar o impacto mais forte, Sobral Centeno usa campos mais pequenos e maiores de cor forte e brilhante, aparentemente não seguindo regras senão que não as suas próprias. Mantêm-se em contraste com o arranjo aparentemente mais ordenado de outros elementos pictóricos, os sinais como as cruzes e rostos, um extra ou uma letra. Contribuem para a forma da figura mas ao mesmo tempo mostram como as imagens se tornam reais: analisadas atentamente são "apenas" uma disposição de aspectos formais e peculiares e a sua relação com a cor; mas, para além disso mostram-nos como as vemos, explicam os nosso modos de compreensão das realidades visuais. Uma relação espacial ou algum tipo de recorrência à forma ou à cor conduzir-nos-á a ver a relação. Os psicólogos chamam a este fenómeno a função da "alma" da percepção. Também seremos tentados a comparar as cores que vemos com aquelas de que nos lembramos e, consequentemente, aquelas que já "conhecemos".

Há um princípio incerto na Física de Heinsenberg, mas muito mais na arte, em imagens, na percepção de imagens. O pintor terá a sua própria motivação de como conceber as suas galáxias no universo semiótico. O observador, por seu lado, terá as suas memórias, os seus mecanismos de combinar texturas. O artista nunca pode ter a certeza de como o observador irá entender os seus modos e o observador nunca terá a certeza se está no caminho certo ao tentar seguir as pistas do artista.

Uma maneira de ter a certeza da compreensão normal tem lugar, pelo menos em parte, na aplicação de formas normais, texturas e coisas facilmente reconhecíveis e expandidas. Um rosto, uma cruz, uma letra. Toque-se a música que a experiência estética vai começar!

Sobral Centeno aplica os seus campos de cor de uma maneira independente. A sua expansão e formas são independentes, autónomas. Contudo, enquadram-se na imagem sem destruir a harmonia e o balanço, a menos isso seja desejado por algum motivo. Há um par de escadas fragmentadas que conduzem a lugar nenhum, traçadas em algumas linhas de preto carregado. Ao pé delas encontramos um rosto, com a forma típica de Centeno, também traçado em algumas linhas. E, depois, há um campo informal de vermelho, o vermelho quase explodindo como sangue aquecido (Zodíaco, Sons Cómicos, 1967). Este campo de vermelho é, em princípio, autónomo, mas também serve como um ambiente enquadrado para as escadas fragmentadas e o rosto, mesmo completando o rosto para uma cabeça. No momento seguinte, tudo se desmorona de novo, somente para se reunir no mesmo momento. Tal como fotões na espuma dos quantum.

Sobral Centeno é o cérebro por detrás de dum grande e virtuoso concerto visual.. É o homem por detrás dos registos graves do Sousafone bem como dos agudos do tocador de ferrinhos. Compositor, maestro, instrumentista - artista. As letras da sua pintura anunciam algo, falam de visões compreensíveis. Mostram-se explicitamente a elas próprias como sinais, acentuando também o carácter semiótico dos outros elementos pictóricos.

Podemos achar tudo isto arrepiante. Demasiado frio, calmo e abrangente. Mas é um erro. Não nos podemos esquecer do impacto visual das cores de Centeno. Trata-se de sensualidade na sua forma mais pura: as cores não têm tal significado, tocam acordes emocionais no observador, transmitem, por meio da aplicação expressiva, a dinâmica das pinceladas, carregadas de grande emoção. O que funciona como contrapeso para a frieza dos sinais. Os campos de cor atravessam a natureza do sinal, são pura estética. Mas a estética tem uma função apesar de tudo: é a organização do conteúdo, o agrupamento e o reagrupamento dos outros elementos pictóricos.

Por isso há esta cabeça à esquerda, em justaposição com o campo de preto. A outra está enquadrada no campo vermelho. A cabeça que pertence ao campo preto contém algum vermelho, a cabeça do campo vermelho é meia preta. Tais estruturas cruzadas tornam a pintura de Centeno tão diferente, tão cativante, especialmente quando as vemos juntas no trabalho das pinceladas. É também função das pinceladas estabelecer relações entre as diferentes partes da pintura.

Por fim, o caminho que leva à compreensão da arte de Centeno é a sua adesão sincera, folgazona mas sóbria aos tipos clássicos de pintura: o retrato, o retrato do grupo, a natureza morta, o pedaço de conversação, a peça de género. Não que eles governem com tanto poder como costumavam, mas são reconhecíveis e oferecem um pano de fundo histórico e tradicional contra os quais as novas interpretações e explicações individuais continuam a resistir num contraste preciso e definitivo.

Apesar de uma orientação determinada para uma semiótica de imagens, os trabalhos de Sobral Centeno continuam a resistir como configurações realmente reconhecíveis e variadas, sendo também comentários aos tempos actuais, na conditio humana dos nossos tempos. Há uma quantidade de fragmentos, um sentido de solidão, alguma melancolia, a representação de regras e regulamentos, alguns bem compreendidos, outros pouco e outros ainda menos. Mas há bom senso, sensibilidade e sensualidade e enquanto houver poder dinâmico e forte emoção colorida, a esperança não está perdida. Pelo contrário, pode ser destilada dos trabalhos de Centeno.



*: O autor é editor da secção de arte do jornal diário alemão "Die Welt" e professor de História de Arte na Universidade Técnica de Berlim.


By Gerhard Charles Rump*

Basically we see two kinds of things: Real objects and signs. Signs may be ?real? objects at the same time, but what makes them special is that they refer to objects (or thoughts) and are materially different from what they refer to. The famous painting by Magritte showing a pipe and the sentence denying that it?s a pipe makes this quite clear. We don?t see a pipe, indeed, rather the image of ? i. e. a sign for ? a pipe.

Signs themselves can, of course, be the subject of art. A painting, which is already a system of signs, can be ?optimized? to a kind of double-dutch with signs. Signs invented to speak about signs and thus making their funcion clear. This is also the case in the works of Sobral Centeno.

The works of Sobral Centeno are galaxies in a universe of signs, a ?semiotic? universe, a cosmos of signs. His paintings come alive through strong signs like crosses, half-abstract faces or busts, or letters. We have to remember that there are just three basic types of signs: Icons, which ?depict?, which are figurative, are the first. Then there are indexes, showing parts meaning the whole. Finally symbols, which can combine any form with any meaning. The progression from icon to symbol ist a diminishing percentage of depiction, plus a growing arbitrariness.

All signs belong to language. Any semiotic relationship is language. We have written, spoken and represented language, painting belongs to the last of the three categories. So there really is a pictorial language, and Sobral Centeno is one of the great masters of pictorial language.

His painting will usually be host to all three kinds of signs, embedded in the ?representing? manifestation of language. The crosses constitute indexes, referring to the Christian faith by just showing the cross, or to (a chain of) other larger units, maybe depending on a specific form of a cross. The faces and busts are icons, even though somewhat abstracted. Other bits can be judged as symbols. We have to convene on their meaning, and, if we can?t fully agree, it only makes the visual and sensual experience of Centenos paintings more interesting.

Paintings will, inevitably, reserve the right to keep, to be guardians of, some last secrets. So we should never expect to really ?fully? understand a work of art. This isn?t possible, or we aren?t dealing with art in the first place. To make the impact stronger, Sobral Centeno uses smaller and larger fields of strong and shiny colour, apparently following no rules but their own. They stand in contrast to the somewhat more orderly arrangement of the other pictorial elements, the signs like crosses and faces, a plus or a letter. They contribute to the shaping of a figure, but at the same time they show how images come into being: Analyzed sharply, they are ?just? an array of particular formal features and their relation to colour, but beyond that, they show us how we see, explain our ways of understanding visuals. A spatial relation or some kind of recurrence of form or colour will lead us to seeing relations. Psychologists call this the ?gestalt? function od perception. We will also try to match the patterns we see with those we remember and therefore seem to ?know?.

There is an uncertainty principle in physics (Heisenberg), but very much so in art, in images, in the perception of images. The painter will have his own motivation how to design his galaxies in the semiotic universe. Signs are arbitrary, but may be motivated. The viewer, in turn, will have his memories, his mechanisms of matching patterns. The artist can never be sure, how the viewer will understand his ways, and the viewer can never be sure whether he is on the right track trying to follow the ways of the artist.

A way of making sure that the common understanding takes place at least in part is the application of easily recognisable, proliferate and common forms and shapes and things. A face, a cross, a letter. Let the music play and aesthetic experience begin!

Sobral Centeno applies his fields of colour in an independent way. Their expansion and shapes are independent, autonomous. They do, however, fit into the image without destroying the balance and harmony unless wanted for a reason. There is a couple of fragmentary stairs leading nowhere, given in a few bold black lines. Near them we find a face, in the typical Centeno-shape, also given in just a few lines. And then there is this informal field of red, the red almost exploding like heated blood (Zodiac, Cosmic Sounds, 1967). This field of red is autonomous in principle, but it also serves as the embedding environment for the fragmentary stairs and the face, even completing the face to a head. Still the next moment it all falls apart again only to reassemble the very same moment. Like photons in the quantum foam.

Sobral Centeno is the mastermind behind a very virtuoso visual concert. He is the man behind the Sousaphone as well as the player of the triangle. Composer, director, performer ? artist. The letters in the painting announce something, they speak of understanding visuals. They show themselves explicitly as signs, pinpointing the semiotic character of the other pictorial elements, too.

One may find that somewhat chilly. Just too cool, calm, and collected. But this is an error. You must never forget the visual impact of Centeno?s colours. This is sensuality in its purest form: Colours have no meaning as such, they strike emotional chords in the viewer, they convey, by way of their expressive application, the dynamics of the brushstrokes, highly charged emotionality. Which functions as the counterweight to the coolness of the signs. The fields of colour step away from the nature of the sign, they just are, it?s aesthetics pure. But aesthetics has a function, nevertheless: It?s the organisation of content, the grouping and regrouping of the other pictorial elements.

So there is this head on the left, in juxtaposition to a field of black. The other is embedded in a red field. The head belonging to the black field has some red in it, the head in the red field is half black. Such cross-referentail structures make Centenos painting so different, so appealing, especially when you see them together with the brushwork. It?s also the function of the brushwork to establish connections between the different parts of the painting.

Last not least, a path leading to the understanding of Centeno?s art is his playful but sober and earnest adherence to the classical types of painting: The portrait, the group portrait, the still life, the conversation piece, the genre piece. Not that they wield as much power as they used to, but they are recognisable, and offer a historical, a traditional background, against which the new interpretations and individual explanations stand out in clear and definite contrast.

Despite a marked orientation towards the semiotics of images, the works of Sobral Centeno, which stand out as truly recognisable yet ever varied configurations, are also commentaries on the contemporary, on the conditio humana of our times. There are a lot of fragments, a sense of loneliness, some melanchloy, the represenations of rules and regulations, some better understood, some less, and some not at all. But there is sense, sensibility, and sensuality, and, as long as there is dynamic power and strong colourful emotion, hope is not lost. On the contrary, it can be destilled from Centeno?s works.



*: The author is art market editor of the German national daily ?DIE WELT? and also teaches History of Art at the Technical University of Berlin


Biografia

Biografie

Biography

Nasceu no Porto (Portugal) em 1948

Curso de Artes Plásticas da Escola Superior de Belas-Artes do Porto

Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 1983 a 1985



1948 in Porto (Portugal) geboren

Studium an der Hoschschule für Bildenden Kunst Porto

1983-1985 Stipendium der Calouste-Gulbenkian-Stiftung



Born in Porto (Portugal) in 1948

Graduated by Porto Fine School of Arts

Calouste Gulbenkian Foundation´s schoolarship in 1983-1985



Exposições Individuais (Selecção)

Einzelausstellungen (Auswahl)

Individual Exhibition (Selection)

2009

Galeria Diário de Notícias, Lisboa, Portugal

Galeria Jornal de Notícias, Porto, Portugal

Oficina Cultural Instituto Politécnico Viana do Castelo, Portugal



2008

Galeria El Torco, Suances, España

AtelierTom Munsteiner, Stipshausen, Deutschland

Arvore, Porto, Portugal (with Burkhard Held)

Galeria Municipal e Matosinhos, Portugal

Fórum Cultural de Cerveira, VN Cerveira, Portugal

Centro Cultural Galeria 23y12, La Habana, Cuba



2007

Centro Cultural dos Correios, S.Salvador da Baía, Brasil

Michael Schultz Galery, Seoul, South Korea

Library Hoelmgaard, Naestved, Danmark

Galeria Nuno Sacramento, Aveiro, Portugal



2006

Forum Cultural de Ermesinde, Portugal



2005

Hvidovre Hospitals Kunstforening, Hvidovre, Danmark

Segundo Jardim Galeria de Arte, Recife, Brasil

Galeria Artésis, Vila Nova de Gaia, Portugal



2004

Fundação D. Luís I, Centro Cultural de Cascais, Portugal

Galeria São Mamede, Lisboa, Portugal

Galeria Sacramento, Aveiro, Portugal



2003

Galeria O.M. Penafiel, Portugal

Fundação Espaço Cultural da Paraíba, João Pessoa, Brasil



2002

Galerie Christoff Horschic, Dresden, Deutschland

Cordeiros Galeria, Porto, Portugal

Lhália Galeria de Arte, Rio de Janeiro, Brasil

Museu de Arte Contemporânea, Olinda, Brasil (with Helge Leiberg)

Os Lugares do Desenho, Palacete Viscondes de Balsemão, Porto, Portugal



2001

Galerie Michael Schultz, Berlin, Deutschland

Centro Cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro, Brasil

Galeria Rúben Cunha, Lisboa, Portugal

Galeria Espaço Branco, Viana do Castelo, Portugal



2000

Casa Municipal da Cultura, Cantanhede, Portugal

Galeria Artésis, V.N. de Gaia, Portugal

Galeria Ignez Fiúza, Fortaleza, Brasil

Galeria Lídia Cruz, Leiria, Portugal

Galeria Alvarez, Porto, Portugal



1999

Galeria Gamela, João Pessoa, Brasil

Galeria Madeline, Recife, Brasil



1998

Galeria S.ta Joana, Aveiro, Portugal

Árvore, Porto, Portugal (with Cornelia Schleime)



1997

Galeria Barca d'Artes, Viana do Castelo, Portugal

Galeria Minimal, Porto, Portugal



1996

Galeria Alvarez, Porto, Portugal

Museu Amadeo Souza-Cardoso, Amarante, Portugal



1995

Casa da Cultura de Fafe, Portugal

Galeria Barca d'Artes, Viana do Castelo, Portugal



1994

Galeria Municipal Aveiro, Portugal

Galeria Fernando Santos, Porto, Portugal



1993

Galeria João Lagoa, Trofa, Portugal



1992

Árvore, Porto, Portugal



Galeria Lídia Cruz, Leiria, Portugal



1991

Galeria 5, Coimbra, Portugal

Galeria da Praça, Porto, Portugal



1988

Galeria 5, Coimbra, Portugal



1987

Galeria Barca d'Artes, Viana do Castelo, Portugal

Árvore, Porto, Portugal

Galeria EG, Porto, Portugal



1986

Câmara Municipal da Maia, Portugal



1985

Galeria Presença, Coimbra, Portugal



1984

Galeria Módulo, Porto, Portugal



1982

Galeria Roma e Pavia, Porto, Portugal

Fundação Eng.º António de Almeida, Porto, Portugal



1981

Galeria Alvarez, Porto, Portugal



1973

Galeria Dois, Porto, Portugal



Exposições Colectivas (Selecção)

Gruppenausstellungen (Auswahl)

Group Exhibitions (Selection)

2008

HIRSCHWEGEINUNDZWANZIG, Kunstverein Coburg e.V., Coburg, Deutschland

Feet To Feet, Galeria Por Amor á Arte, Porto, Portugal



2006

Dick Aufgetragen, Galerie Helmut Leger, Munchen, Deutschland

"KUNST FRA DEN IBERISKE HALVØ", Frederikssund Kunstforening, Danmark

Colectiva, Galeria Ikon, Braga, Portugal

O Canto das Sereias, Casino Lisboa, Portugal

"OPORTOÉOPORTO,OUNÂO?", Galeria São Mamede, Porto, Portugal



2005

Nanoexposição, Galeria Murilo Castro, Stº António, Belo Horizonte, Brasil

XIII Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira, Portugal



2004

"X Fenarte", João Pessoa, Brasil

Colectiva Galeria ACBEU, Salvador da Bahia, Brasil

"Lisboarte'04" (Gal. São Mamede e Gal. Sala Maior), Lisboa, Portugal

Art Cologne´04 (Gal. Sala Maior), Köln, Deutschland

Moments of Portuguese Art in Copenhagen, Galleri Fonseca, DanmarkArtville", Havneholmen, Kobenhavn, Danmark

"Moderne Portugisik Kunst", Galerie Artehouse, Kobenhavn, Danmark

"Objectos de Artistas", Galeria Alvarez, Porto, Portugal



2003

Arte & Cia, Atelier Ana Veloso, Recife, Brasil

Arco 03 (Gal. Michael Schultz), Madrid, España



2002

"Köpfe Und Portraits", Galerie Schlob Mochental, Ehingen ? Mochental, Deutschland

I Bienal Internacional de Desenho, João Pessoa, Brasil

Grenzenlos?Endlos, Miniatur in der Bildenden Kunst, Städtische Galerie, Fürstenwalde, Deutschland

Cordeiros 2002 ? Arte Contemporânea ? Centro de Congressos, Estoril, Portugal

Arco 02 (Gal. Michael Schultz), Madrid, España



2001

Art Cologne'01 (Gal. Alvarez), Köln, Deutschland

Mestres da Pintura, Cordeiros Galeria, Porto, Portugal

Quotations/Situations, Galeria do Palácio, Porto, Portugal

(+de) 20 Grupos e Episódios no Porto do Séc. XX, Galeria do Palácio, Porto, Portugal



2000

Art Cologne'00 (Gal. Alvarez), Köln, Deutschland

"Navegações", Galeria Gamela, João Pessoa, Brasil

Marca Madeira, Feira de Arte Contemporânea (Gal. Alvarez), Madeira, Portugal

"Oporto-Moguer-Oporto", Galeria Fernando Serrano, Moguer, España

MiArt, Fiera de Arte Contemporâneo (Gal. Por Amor à Arte), Milano, Italia

Transito, Feria de Arte Contemporâneo, Toledo, España



1999

Art Cologne'99 (Gal. Alvarez), Köln, Deutschland

"Zeitgenossische Kunstaus Nord Portugal", Rathaus Wiesloch, Germany

IV FORO ATLÂNTICO'99 (Gal. Alvarez), Pontevedra, España

"Holidays in Paradise", Galerie Michael Schultz, Berlin, Deutschland

"Tesouros de Portugal", Centro Cultural de Macau, Macau

Dimensión Del Dibujo, Museu de Belas Artes, Santiago do Chile, Chile

ART Frankfurt'99 (Gal. Alvarez), Frankfurt, Deutschland

"1979-1999/Vinte Anos", Galeria Alvarez, Porto, Portugal

"Tagebuch einer Reise I, Galerie Horschik & Schultz, Dresden, Deutschland

ARCO'99 (Gal. Por Amor à Arte), Madrid, España



1998

"La Pronunciación Del Norte", Galeria P.S., Burgos, España

Art Cologne'98 (Gal. Alvarez), Köln, Deutschland

"Tagebuch einer Reise I", Galerie Michael Schultz, Berlin, Deutschland

Art Jonction'98 (Gal. Alvarez), Nice, France

"Dimensão do Desenho", Centro de Artes UFF, Niterói, Brasil

ART Frankfurt'98 (Gal. Michael Schultz), Frankfurt, Deutschland

"Dimensão do Desenho", Museu do Estado, Belém do Pará, Brasil



1997

Prémio Nacional Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante, Portugal

"Dimensão do Desenho", Galeria Metropolitana de Arte do Recife, Brasil

"Portugisisk Tegning", Galerie Dragehoj, Naestved, Denmark

"OCEÂNOS", Galeria Metropolitana de Arte do Recife, Brasil

ART-CAR BMW, IX Bienal Internacional de V.N.de Cerveira, Portugal

V Mostra da União Fenosa, Coruña, España

"Portugisisk Tegning", Gelleri Fonseca", Kobenhavn, Denmark

"Dimensão do Desenho", Galeria Embaixada de Portugal, Brasília, Brasil

ARCO'97 (Gal. Por Amor à Arte), Madrid, España



1996

"Primer Salón de Otoño de Pintura 1996", Coruña, España

II Bienal de Arte AIP'96", Santa Maria da Feira, Portugal

"Dimensão do Desenho", Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil

"Gravures Croisées : Liège-Porto", L'Espace Churchill, Liège, Bélgique

V Bienal de Gravura da Amadora 96, Portugal

50 Anos/50 Artistas, Gal. Arménio Losa, S.Mamede Infesta, Portugal



1995

I Foro Atlântico (Gal. Alvarez e Gal. Fernando Santos), Santiago de Compostela, España

"ESBAP/FBAUP", Alfândega do Porto, Portugal

"Arte Contemporânea da Galiza e do Norte de Portugal", Forum da Maia, Portugal

"88 Leituras sobre Macau", Macau



1994

"I Bienal de Arte AIP, Tendências Anos 90", Santa Maria da Feira, Portugal

"Zeitgenossische Kunst aus Portugal", Kulturhaus Wiesloch, Heidelberg Druckmachinen AG Forschungs und Entwicklungszentrum, Bonn- Vertretung des Landes Baden- Wuttemberg belm Bund, Deutschland

"Gravures Portugais", L'Espace Churchill, Liège, Bélgique

El Duero que nos une, Arte Contemporáneo Portugués y Castellano ? Leonés, Zamora e Salamanca, España



1993

"Cumplicidades", Recife, Brasil

"Tendências de Arte Contemporânea em Portugal", Santa Maria da Feira, Portugal

"Arte Portuguesa em Maputo", Moçambique



1992

VII Bienal Internacional de Arte de Vila de Cerveira, Portugal

100 Anos de Arte no Porto, Árvore, Porto, Portugal

Feira Internacional SAGA (Árvore), Paris, France



1991

II Bienal de Gravura da Amadora, Casa Cultural de Curitiba e Museu de Belas-Artes do Rio de Janeiro, Brasil

O Desporto na Arte, Universidade do Porto, Portugal



1990

"I KREIS-KULTURWOCHE", Eberbach, Sinsheim, Laenburg e Weinheim, Deutschland.

II Bienal de Gravura 90, Amadora, Portugal

Euroamericana de Grabado, Coruña, España



1989

Galiza e Norte de Portugal, Orense, España

"Flutuações", Galeria Fluxos, Porto, Portugal

"I KREIS-KULTURWOCHE", Wiesloch, Neckar Gemund, St. Leon-Rot e Leimen, Deutschland



1988

"40 Artistes. 40 Ans. 40 Pays Unesco", Seul, República da Coréia.

"25 Anos. 44 Artistas", Árvore, Porto, Portugal

1987

Exposicion Internacional PAISAGE, Museu Comarcal de La Garrotxa, Olot, España

Direitos do Homem, ONU, Genéve, Schweiz



1986

Artistes du Nord du Portugal-Quinzaine Portugaise, Galerie L'Abbayo, Echternach, Luxemburgo

I Biennal Iberoamericana de Arte Seriado, Sevilha, España

40 Artistes, 40 Ans, 40 Pays Unesco-Palais de L´Unesco, Paris, France

Artistes Portugais, Bordeaux, France



1985

ARCO'85 (Gal. Módulo), Madrid, España.

Portuguese Contemporany Artists, World Trade Center, New York, U.S.A.

"Serigrafias Originais", Toronto, Canada

"Serigrafias Originais", Caracas, Venezuela

"I Kunstler aus Nordportugal", Wiesloch, Mainz, Backang, Offenbach e Munchen, Deutschland



1983

"Twelve Artists from the North of Portugal", Bristol City Museum and Art Gallery, United Kingdom



Colecções Públicas e Privadas

Sammlungen

Private and Public Collections

Museu Amadeo Souza-Cardoso, Amarante, Portugal

Museu de Arte Contemporânea do Estado de Pernambuco, Olinda, Brasil

Museu de Arte Contemporânea Assis Chateaubriand, Campina Grande, Brasil

Museu de Arte Contemporânea de Santa Catarina, Brasil

Museu de Arte Contemporânea da Bienal de Cerveira, Portugal

Kunstmuseum Walter Im Glaspalast, Augsburg, Deutschland

Casa - Museu Teixeira Lopes, Vila Nova de Gaia, Portugal

Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

Fundação Eng. António de Almeida, Porto, Portugal

Fundação António Prates, Ponte de Sôr, Portugal

Fundação D. Luís I, Cascais, Portugal

Fundação Espaço Cultural da Paraíba, João Pessoa, Brasil

Sammlung Sperling, Mainburg, Deutschland

Shoes or No Shoes Musem, Kreuishouten, Belgium

L'Unesco La Galerie d'Art, Paris, France

Câmara Municipal da Maia, Portugal

Câmara Municipal de Fafe, Portugal

Hospital Geral de Santo António, Porto, Portugal

Hospital de S. João, Porto, Portugal

Hospital Particular de Viana do Castelo, Portugal

Instituto Politécnico do Porto, Portugal

Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Portugal

Associação Nacional de Farmácias, Lisboa, Portugal

Associação Nacional de Jovens Empresários, Porto, Portugal

Banco Internacional do Funchal

Banco Português de Investimento

Banco Comercial de Macau

Banco Espírito Santo

Banco Comercial Português


















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