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Amor na Internet agrada aos portugueses

Amor na Internet agrada aos portugueses

Mais de 60 por cento dos cibernautas portugueses preferem namorar através de programas de mensagens instantâneas da Internet e um em cada três já iniciou relacionamentos online, segundo um estudo da Microsoft.

O estudo, divulgado a propósito do Dia dos Namorados (sábado), estima que em Portugal existem 3,3 milhões de cibernautas e foi realizado em Janeiro, a partir do portal MSN em 16 mercados da Europa, Médio Oriente e África, numa amostra de mais de 78 mil pessoas. Com 9.194 inquiridos, Portugal foi um dos países incluídos.

A investigação garante que um em cada três cibernautas portugueses já se apaixonou on-line.

O 'flirt' através do ecrã também é feito por pouco menos de metade dos cibernautas nacionais inquiridos. E cerca de 65 por cento admitem que recorrem ao galanteio virtual, por este ser um método que intimida menos do que o cara-a-cara.

Respostas românticas online são as preferidas por 23 por cento, porque ficam com mais tempo para serem criativos, e 12 por cento referem ser mais fácil, porque o outro não o vê corar.

E dizer "amo-te" por escrito no ciberespaço foi o que já fizeram 41 por cento dos cibernautas portugueses. 

"Uma excelente forma de conhecer pessoas" é uma afirmação subscrita por um quarto dos entrevistados quando se referem à Internet. Para conseguir novos contactos, a opção preferida continua a ser através de amigos (59 por cento). 

Na Europa, Médio Oriente e África, mais de 67 milhões de pessoas encontraram o amor na Internet, com cinco milhões de relações a acabarem em casamento e 19 milhões em relacionamentos de longa duração. Para calcular estes números foi utilizada uma base de população on-line dos 16 mercados: 203 milhões.

Em Portugal, os números referem que cerca de um milhão de pessoas iniciou relações através da Internet entre o total de cibernautas. De uma amostra de 2.962 pessoas, 5 por cento mantêm-se casadas, 1 por cento divorciou-se e 31 por cento estão numa relação de longa duração.

Quase metade refere que, apesar do relacionamento curto que teve, continua bom amigo do seu "ex", enquanto que de relações cortadas estão 13 por cento.

O inquérito foi aplicado a pessoas com mais de 14 anos e, no caso de Portugal, 74 por cento dos inquiridos tinham entre 14 e 30 anos de idade.

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