Matosinhos

Câmara hiperbárica do Pedro Hispano tem histórico de êxito

Câmara hiperbárica do Pedro Hispano tem histórico de êxito

Há Cinco em Portugal, mas a que está no Hospital Pedro Hispano, Matosinhos, continua a ser a única que foi instalada num hospital público civil do continente. A câmara hiperbárica onde estão os únicos sobreviventes da intoxicação de gases num poço em Vilela Seca, Chaves, está a funcionar desde 2006, inserida numa unidade que tem, como objetivo, providenciar oxigenoterapia hiperbárica.

No caso dos dois homens, o tratamento será tentar debelar os danos causados pelo monóxido de carbono num meio ambiente com pressão superior à atmosfera.

Será no âmbito da Medicina Hiperbárica que tal tratamento se fará, sendo recomendável para várias patologias: doença de descompressão, osteorradionecrose, infeções e feridas crónicas. Cada sessão pode demorar até duas horas e podem ser prescritas cerca de 30 sessões. O oxigénio puro funciona como antibiótico e , por isso, no Pedro Hispano, já se tratam gangrenas desde 2009. Conta-se no Pedro hispano que um paciente entrou no hospital com um pé cortado a meio e que, ao fim de seis meses sem cicatrização, conseguiu-a ao cabo de algumas sessões na câmara.

Esta terapia tem sido utilizada também em lesões radicais tardias, consequência de tratamento por radioterapia, bem como em casos de surdez súbita (idiopática).

É ainda muito comentada a história de um músico que um dia acordou completamente surdo e que conseguiu curar-se na unidade de Medicina Hiperbárica de Matosinhos.

O caso mais conhecido, porém, é o de Hulk. O jogador, saído há dias do F.C.Porto para a Rússia,sofreu uma lesão que o afastaria dos relvados e quebraria o seu tempo de super-herói.

Sujeito a sessões de oxigenioterapia na câmara do Pedro Hispano, usando uma máscara facial, recuperou em duas semanas, dado que, através da corrente sanguínea, o oxigénico chega aos pontos do corpo que precisam de regeneração.

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