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Passos Coelho diz que votar PS é apostar na "ruína total" do país

Passos Coelho diz que votar PS é apostar na "ruína total" do país

O presidente do PSD disse, este domingo, que o partido é o único que pode abrir "uma janela de esperança, de confiança e de restauração da política portuguesa" e se os portugueses escolherem o PS será a "ruína total".

"Se o país continuar como está, se o país escolhesse porventura continuar como está, o exemplo que vem detrás dá-nos a certeza da resposta - desastre em desastre até a ruína total", disse Pedro Passos Coelho na sessão de encerramento do XIII congresso regional dos sociais democratas madeirenses.

"Se o país quiser ter a certeza de que a ruína será certa tem realmente muito por onde escolher, pode ir ao PS e ao actual Governo e escolher vários para poder garantir que, no futuro, tudo continuará na mesma e, portanto, será pior", acrescentou.

"Mas se o país quiser ter a esperança de trazer gente limpa, outras caras com crédito para o futuro, que saiba trazer os melhores e não o sacudir a água do capote à primeira dificuldade, de dar o dito por não dito sempre que é apanhado em contrapé, de encontrar estatísticas que não são as verdadeiras para esconder a situação do país, se o país e Portugal quiserem ter uma esperança que se pode fazer diferente, então, eu tenho toda a certeza que vai escolher o PSD que é, nesta altura, o único partido que pode abrir uma janela de confiança e de restauração da política portuguesa no nosso país", disse.

O presidente do PSD-M, Alberto João Jardim, disse na sessão de encerramento do XIII congresso regional dos sociais-democratas madeirenses que Pedro Passos Coelho é o "estadista" que pode dar "esperança" a Portugal.

Ao discursar no congresso, Alberto João Jardim revelou ter-se reunido esta manhã com o presidente do PSD nacional e que no final ficou "convicto que Portugal tem um homem que é estadista e que é capaz de nos dar futuro e nos dar esperança e esse é o Pedro Passos Coelho".

Mostrou-se ainda esperançado "no retorno do relacionamento institucional entre o Estado e a Região Autónoma da Madeira" com a vitória do PSD a 5 de Junho e ressalvou que os sociais-democratas da Madeira irão ajudá-lo a ser primeiro ministro e a governar Portugal mas pediu mais competências autonómicas para a região.

Pedro Passos Coelho encerrou hoje o XIII congresso regional do PSD-M que confirmou a liderança de Alberto João Jardim por mais quatro anos do partido, funções que desempenha desde 1976.

Alberto João Jardim foi reeleito, pela quarta vez em sufrágio universal e directo nas eleições internas a 26 de Fevereiro tendo então obtido 80,58% dos votos.

O XIII congresso do PSD-M, que terminou, decorreu à porta fechada.

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