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Hospital da Guarda sem ressonância há dois anos

Hospital da Guarda sem ressonância há dois anos

Nos últimos dois anos o aparelho de ressonância magnética da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, o único existente em meio hospitalar em toda a beira Interior, não funcionou por falta de radiologistas, mas agora que foi recrutado um segundo profissional da área, os exames continuam a ser feitos no exterior.

E a razão é tão simples quanto insólita. É que o aparelho, adquirido por um valor superior a um milhão de euros, no lote de equipamentos do mais recente edifício hospitalar, terá sido desligado, motivando a evaporação do hélio, o gás que arrefece os ímanes da máquina e permite captar imagens.

"Quando tal acontece, o magneto, que é a peça fundamental para a realização do exame, deixa de flutuar e, com o passar do tempo, fica danificado", disse, ao JN, fonte ligada ao processo. Quem o fez e com que motivação é o que procura descobrir o auditor interno a quem o caso foi entregue para averiguações.

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