Buraco de ozono está mais pequeno

02/10/2004
 

O buraco de ozono está 20% mais pequeno, relativamente a 2003. O cálculo - divulgado, ontem, pelo Instituto Nacional de Investigações Atmosféricas da Nova Zelândia - delimitava o buraco em pouco mais de 23 milhões de quilómetros quadrados, seis milhões menos do que no ano passado.

Os cientistas começaram a notar há quase duas décadas que se formava um buraco na camada de ozono sobre a Antártida durante a primavera austral (o período que vai de Setembro a Dezembro).

Comprovou-se, então, que a densidade da franja de gás azulado, vital para filtrar os raios ultravioletas, diminuía devido aos gases provenientes dos derivados do petróleo emitidos pelas indústrias e os sistemas de transporte do mundo, em especial os clorofluorcarbonetos (CFCs). O problema afecta principalmente os habitantes, a fauna e a flora das zonas adjacentes à Antártida, ou seja, a América do Sul, Nova Zelândia e Austrália.

Uma outra preocupação dos cientistas na Europa é encontrar uma solução alternativa a um pesticida, também nocivo à camada de ozono, denominado brometo de metilo. A solução poderia ser "a solarização dos solos ou tratamentos térmicos".

 
 










Olhares sobre a violência no contexto familiar
 
1ª Liga
1|Sporting55
2|Benfica52
3|FC Porto49
4|Braga39
5|V. Guimarães31
6|P. Ferreira30
7|Rio Ave29
8|Arouca28
9|Belenenses28
10|V. Setúbal26
11|Estoril23
12|U. Madeira23
13|Moreirense23
14|Marítimo22
15|Nacional21
16|Boavista20
17|Académica18
18|Tondela10

Serviços


15º
HOJE, 13 de Fevereiro

Amanhã10º |
Segunda12º |
Terça12º |
Quarta12º |

 




Global Notícias - Media Group S.A. Todos os direitos reservados
Termos de Uso e Política de Privacidade |  Ficha Técnica |  Quem Somos |  Contactos |  Webmaster This website is ACAP-enabled
 
Email Marketing Certified by E-goi