O projecto fala em equipamentos, mas, por ora, a pressa está em dar instalações próprias à Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto, em tectos emprestados desde que foi criada, há cerca de 20 anos.
A correr bem e a cumprir-se o protocolo de colaboração, ontem assinado, entre a a Câmara da Maia e o Instituto Politécnico do Porto, dentro de um ano os 1400 alunos, repartidos por 13 cursos, estrearão uma sede própria, na freguesia de S. Pedro de Fins.
O estabelecimento de ensino superior será "o primeiro de outros equipamentos no Campus da Saúde", assim se baptizou a área onde a escola se edificará que, de concreto, só tem o terreno, com 30 hectares, avaliado em 2500 euros, oferecido pela edilidade maiata ao Instituto Politécnico.
Agora, ambas as partes comprometem-se a conseguir verbas junto do Ministério da Ciência, Inovação e Ensino Superior, que já deu aval ao projecto prelimiar da escola, ou através de programas de financiamento em vigor.
Tanto Bragança Fernandes, presidente da Câmara, como Luís Soares, responsável pelo Instituto Politécnico do Porto, não escondem que a instalação da Escola Superior de Saúde, por ora em espaço cedido pela Universidade do Porto, na Rua dos Bragas, será o embrião para outros voos.