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Ex-assessor diz que dirigentes do PS tentaram comprar silêncio com "tacho"

Publicado

Nuno Miguel Maia
 

"Até me ofereceram um emprego daqueles de nada fazer e muito receber". A revelação é de Horácio Costa, ex-assessor de Fátima Felgueiras, e refere-se a uma das reuniões havidas no início de 2000 com dirigentes do PS-Porto, quando rebentou a investigação da Polícia Judiciária à autarquia de Felgueiras. O agora principal denunciante da autarca garante que a intenção seria calar as denúncias que veio a fazer.

Os juízes do processo "saco azul" ouviram ontem, pela primeira vez, os nomes de importantes dirigentes do PS sucessivamente contactados por Horácio Costa para a denúncia de alegadas irregularidades. O ex-vereador diz que foi subindo a escala hierárquica do partido, até que alguém lhe desse ouvidos. Chegou aos ministros José Sócrates, do Ambiente, Jorge Coelho, na altura coordenador das autárquicas do PS, e aos órgãos dirigentes nacionais. Mas sem sucesso. Assegura que tomou essa iniciativa após o início das investigações porque só nessa altura se apercebeu que por trás dos donativos recebidos para a campanha eleitoral e outras despesas poderiam estar actos ilícitos relacionados com a câmara.

"Tive duas ou três reuniões, no Porto, com Narciso Miranda, que era o presidente da Federação Distrital. Recordo-me de me terem dito que me calasse, que não usasse os documentos, que não os desse e não fosse à PJ. Narciso chegou a perguntar-me 'Ela comprou uma viatura? [referindo-se ao Audi A4 de Fátima Felgueiras] E vocês não compraram um triciclo'? 'Nem um pedal!', respondi", relatou Horácio Costa ao tribunal, recordando ainda que o então autarca de Matosinhos o aconselhou - a par de Joaquim Freitas, o outro titular da conta do "saco azul" - a "falar baixinho" no restaurante, por não estarem livres de "alguém estar a ouvir".

Documentos a "cair ao mar"

O antigo assessor e ex-vereador de Felgueiras descreveu também uma reunião na qual, na sua óptica, terá ocorrido uma tentativa para "comprar" o seu silêncio. O episódio ter-se-á passado à mesa do restaurante "Scala", próximo da Praça Francisco Sá Carneiro, Porto, e a oferta de um emprego terá partido de Renato Sampaio, então dirigente do PS-Porto e hoje líder da federação distrital. Um episódio que o visado desmente (ler caixa).

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