FERRAMENTAS
ESTATÍSTICAS
Patrocínio

STCP admite fazer ajustes mas não evita novas manifestações

Publicado

Hugo Silva
 

A STCP comprometeu-se a fazer, até ao fim deste mês, ajustes nos casos mais críticos da nova rede de autocarros, de acordo com um levantamento que já efectuado anteriormente com as câmaras municipais e juntas de freguesia. No entanto, a solução não convence o Movimento de Utentes dos Transportes do Área Metropolitana do Porto, que promete mais manifestações de rua para hoje. De acordo com Carlos Pinto, daquela comissão, os bloqueios de autocarro continuarão e em vários concelhos. Ontem à tarde, um protesto organizado pelo Movimento paralisou a Avenida dos Aliados, no Porto. Um manifestação que aconteceu duas horas antes da reunião entre a comissão e a STCP, mas que de nada adiantou no que diz respeito ao fim das manifestações. Ontem, também na Pasteleira (Porto) e na zona do Catassol (Maia) houve protestos na rua.

Mas foi nos Aliados que se juntaram centenas de pessoas, entoando palavras de ordem "O povo está na rua, a luta continua". Concentrada nos cruzamentos com as ruas do dr. Magalhães Lemos e de Elísio de Melo, a multidão impediu a passagem dos autocarros e obrigou a PSP a cortar a circulação. O trânsito foi desviado nos dois extremos da Avenida, com a revolta popular em pano de fundo. Havia gente de todo o lado: Porto, Gaia, Maia, Gondomar, Valongo, Matosinhos.

"Em Ermesinde (Valongo) cortaram os autocarros ao fim-de-semana. E quem necessitar de visitar familiares no hospital?", apontou Rufina Araújo.

"Para viajar de S. Mamede (Matosinhos) até ao Porto só precisava de um autocarro. Agora sou obrigado a apanhar três, com transbordos muito demorados", continuou Fernando Reis.

"Agora só há um autocarro a passar na ponte do Infante. Vai sempre cheio. Parte do Bolhão e já chega aos Aliados repleto. Ainda ontem uma senhora me dizia que esteve hora e meia à espera de transporte. Tem algum jeito?", questionou António Jorge, de Gaia. Ao lado, Imelda Conceição lembrou que os moradores de Custóias (Matosinhos) também não têm razões para ficar satisfeitos, sendo obrigados aos incómodos transbordos para chegar ao Porto. A necessidade de mudar de veículo com muita frequência é mesmo uma das queixas principais. "Moro na Ribeira e, com o fim do 88 e do 49, tenho de apanhar três autocarros para ir a qualquer lado", indicou António Freitas. "A minha neta tem que apanhar dois autocarros para ir trabalhar. A que horas chega agora a casa?", lamentou, por sua vez, Maria Alice, acrescentando que o Bairro Rainha D. Leonor (Porto) também ficou mal servido com as mudanças.

Ler Artigo Completo (Pág.1/2) Página seguinte
 
 










Siga-nos em   Google+


Multimédia
Cidadão Repórter
Em Destaque



Guia Emprego JN


Guimarães home
destaque conselhoeditorial
Últimas
+Lidas
+Comentadas
+Pesquisadas
 


Liga Zon Sagres
Jogos Ao Vivo
Classificação
Resultados
Próxima Jornada
1 - Benfica (45)
2 - FC Porto (40)
3 - Sp. Braga (37)
4 - Sporting (32)
5 - Marítimo (29)
6 - V. Guimarães (23)
7 - Olhanense (21)
8 - Académica (20)
9 - Gil Vicente (19)
10 - Nacional (19)
11 - Beira Mar (16)
12 - Rio Ave (15)
13 - Feirense (15)
14 - Paços Ferreira (15)
15 - U. Leiria (14)
16 - V. Setúbal (14)

Serviços


TEMPO Dados fornecidos pelo Weather Channel
  • n/d
  • 1ºC
  • HOJE
  • 14ºC
  • 2ºC
  • AMANHÃ

Classificados Tuti

CASAS EMPREGO MIX VEÍCULOS

 

Media Lab
Entre palavras


Controlinveste Media SGPS, S.A. Todos os direitos reservados
Termos de Uso e Política de Privacidade |  Ficha Técnica |  Quem Somos |  Contactos |  Webmaster This website is ACAP-enabled