Portas aceita pagar "um preço de reputação" por "um futuro melhor"

12/07/2013
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, afirmou, esta sexta-feira, preferir pagar "um preço de reputação" do que não fazer o que deve para "um futuro melhor", voltando a defender a proposta pela maioria apresentada ao Presidente da República.
 
Natacha Cardoso / Global Imagens
Paulo Portas e Pedro Passos Coelho

"Prefiro pagar um preço de reputação nas vossas intervenções do que não fazer o que posso e o que devo para um futuro melhor", afirmou Paulo Portas, no encerramento do debate do "estado da nação', numa intervenção em que citou Sá Carneiro e Adriano Moreira.

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O também presidente do CDS-PP dirigia-se aos partidos da oposição, que se referiram nas suas intervenções ao caráter "irrevogável" da sua demissão do Governo, em que acabou por permanecer.

"Em tempo veloz, porque as circunstâncias o exigiam, a maioria entregou ao senhor Presidente da República para avaliação, uma solução governativa estável. Creio ser manifesto que a sociedade, os parceiros sociais, os mercados, a maioria dos cidadãos registaram esse entendimento e sublinharam a evolução que continham", disse.

"O país tem uma maioria que apresentou uma solução ao Chefe de Estado, é uma solução que bem proximamente demonstrará a sua confiança, vencendo com naturalidade a censura que foi hoje aqui anunciada", afirmou, numa alusão à moção de censura que vai ser apresentada pelo Partido Ecologista "Os Verdes" na próxima semana.

Na intervenção, Portas citou o fundador do PSD e antigo primeiro-ministro da Aliança Democrática Francisco Sá Carneiro: "Primeiro Portugal, depois o partido, por fim, a circunstância pessoal de cada um de nós", disse.

"Acrescentaria que em caso de opção entre o interesse de Portugal e do partido deve prevalecer o de Portugal e em caso de opção entre a razão de partido e a razão pessoal, deve prevalecer a razão de partido", defendeu.

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