Segundo fonte do Ministério tutelado por Nuno Crato, contactada pela Agência Lusa, a "ausência temporária do menino" da escola, que, esta quarta-feira, foi impedido de frequentar o espaço, "prende-se com uma medida concertada" entre a equipa médica pedopsiquiatra, docentes da educação especial, direção da escola e assistente social, que acompanham o caso.
"De forma a garantir a segurança de todos, estes acordaram a permanência do aluno na sua residência até que a medicação o estabilizasse do ponto de vista comportamental", esclareceu ainda a fonte.
A criança, de seis anos, foi impedida pela direção escolar de frequentar o estabelecimento de ensino por alegadamente estar "suspensa" devido ao comportamento hiperativo.
Durante cerca de uma hora, a criança e os avós, que assumiram a tutela desde o primeiro ano de vida do menor, estiveram à porta da Escola da Avenida, na cidade de Viana do Castelo, mas da parte da direção receberam apenas o pedido para terem "paciência" e que a criança estava "suspensa" devido ao seu comportamento.
"Ele é hiperativo, não para um segundo e isso é verdade. Não tem mais nada de especial e estava a ser acompanhado por uma especialista aqui na escola, porque em casa o comportamento é praticamente normal", explicou Vítor Araújo, o avô.