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Carlos Cruz está proibido de escrever memórias à máquina

Carlos Cruz está proibido de escrever memórias à máquina

Recluso está a redigir volumoso livro de memórias. Cadeia da Carregueira "obriga" a escrever tudo à mão. Segundo um colega da ala A do EPC, Carlos Cruz escreve, à mão, uma média de três horas por dia. Desde o primeiro rascunho, já terá escrito mais de uma centena de páginas.

Carlos cruz foi impedido de usar a sua velha máquina de escrever para datilografar a autobiografia que está a preparar na cadeia da Carregueira, onde cumpre pena de seis anos de prisão por alegado abuso de menores no processo Casa Pia. A Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR) diz que "os serviços prisionais têm o prazer (assente em maldade pura) de tornar cada vez mais penoso o dia a dia dos reclusos".

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