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Reclusos iniciam greve de fome e consumo excessivo de água e eletricidade

Reclusos iniciam greve de fome e consumo excessivo de água e eletricidade

O grupo dos "Reclusos Anónimos Organizados" marcou uma greve de fome para esta segunda-feira. Independentemente do nível de adesão ou da justeza do protesto, é mais um sinal da alta tensão que se vive nas prisões.

Em cadeias quase todas sobrelotadas, os reclusos acusam os tribunais de apreciarem os pedidos de liberdade condicional fora dos prazos legais, contestam a alimentação, a saúde, o regulamento disciplinar, os guardas. Da insatisfação geral surgiu o manifesto de um grupo denominado "Reclusos Anónimos Organizados", que, além da greve de fome, apela à greve ao trabalho, até dia 30, e ao consumo excessivo de água e eletricidade, para "multiplicar a despesa que cada recluso dá ao Estado, tornando crítica e insuportável a manutenção de 14 mil reclusos em prisões sem quaisquer condições". Desde Janeiro há três novos presos todos os dias.

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