Opinião

Ana Paula Laborinho

A banalidade do mal

Após duas guerras mundiais, a criação das Nações Unidas (NU), em outubro de 1945, representou a vontade dos países em encontrar soluções que garantissem a paz e a segurança. Podemos ver o copo meio cheio ou meio vazio e considerar que a organização que junta 193 países tem falhado nos objetivos da paz, ou entender que importa manter todas as possibilidades de diálogo. Em 2015, após dois anos de consultas públicas e muitos debates, as NU aprovaram uma nova agenda para o desenvolvimento visando a erradicação da pobreza, a prosperidade e o combate às alterações climáticas, apontando assim para a necessidade de respostas articuladas. Os 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável representam um desafio para mudar o Mundo em que todos estamos implicados. Combater a pobreza continua a ser o eixo central desta agenda, mas a forma de o alcançar passa por todos os objetivos e é uma responsabilidade conjunta. Nunca como agora os países foram chamados a colaborar para alcançar metas exigentes, mas decisivas para o seu futuro como humanidade. No ano em que a organização comemorou 70 anos, os chefes de estado e de governo aprovaram compromissos assentes no respeito universal dos direitos humanos e da dignidade humana, do Estado de direito, da justiça, da igualdade e da não discriminação, do respeito pela raça, etnia e diversidade cultural.

A sua Opinião

Um ano depois dos incêndios de Pedrógão, a floresta portuguesa está mais protegida?

Evasões

Ar livre

Viseu procura figurantes para recriar vida de Viriato

A primeira parte da produção fotográfica já teve lugar, e permitiu retratar alguns dos momentos-chave da vida de Viriato, como o nascimento e a sua existência enquanto pastor. O objetivo é focar seis momentos, havendo ainda a possibilidade de lhes juntar mais dois, segundo John Gallo, proprietário e diretor artístico da Chappa, uma agência colaborativa focada em projetos ligados à imagem. A próxima fase decorre nos dias 13, 14 e 15 de julho, na Serra da Estrela e no centro de Viseu. Quem quiser participar como figurante pode inscrever-se pelo site (lendadeviriato.chappa.pt), preenchendo um formulário e anexando fotografia de rosto […]

Mundial 2018

25 locais de norte a sul para ver os jogos do Mundial

De norte a sul do país, e ilhas inclusive, não faltam espaços ideais para assistir aos jogos do Mundial 2018, na companhia de alguns petiscos e bebidas frescas. O leque é variedade, tanto quanto a disposição geográfica destes 25 bares e restaurantes, os quais pode conhecer melhor ao longo da fotogaleria acima, com textos do jornalista Tiago Pais. Em comum, o mesmo: a esperança da vitória da Seleção das Quinas no campeonato mundial que decorre na Rússia até ao dia 15 de julho.     Leia também: 10 locais em Lisboa para ver os jogos do Mundial 10 sítios no […]

Comer

A receita de pato assado da chef Marlene Vieira

Receita de perna de pato assado, com abóboras e acelgas Ingredientes Para 4 pessoas 4 pernas de pato 1 kg gordura de pato 1 abóbora pequena 1 molho pequeno de tomilho fresco 6 dentes de alho com casca 1 molho acelgas de diferentes cores sal marinho 2 colheres de sopa de manteiga 1 colher de sopa de azeite virgem extra 100 ml de molho de carne Preparação Limpar as pernas de pato de algumas penas que possam ainda existir. Colocar num tabuleiro, temperar com sal e 4 dentes de alho esmagados e um pouco de tomilho, cobrir com a gordura […]

Ar livre

Porto: 5 lugares para ver o fogo de artifício sanjoanino

É quando o sol se põe que começa a verdadeira animação sanjoanina. E quando a meia-noite se aproxima todos procuram o melhor lugar para apreciar o fogo-de-artifício, que será lançado da ponte Luiz I e das barcas do Rio Douro. Ao pé da ponte, a partir de Gaia, ou bem alto nos miradouros, há várias opções para quem não quer perder pitada do espetáculo pirotécnico. Leia também: Mais São João: 5 festas para celebrar a festa fora do Porto São João: arraias e cascatas a não perder no Porto Porto: 6 sugestões para um fim de semana de festa

Ar livre

Lordelo do Ouro: Um arraial de São João a caminho da Foz

Caminhando pela marginal do Porto, à boa tradição são joanina, para lá da ponte da Arrábida os olhos já não alcançam o bulício do centro da cidade, mas na direção oposta atraem as luzes e cores vibrantes dos carrosséis, carrinhos de choque, trampolins e demais divertimentos instalados no Largo do Calém. Estão aqui para as festividades do São João e vão ficar até ao dia 1 de julho, lado a lado com as rulotes e barraquinhas de farturas, churros, cachorros, bifanas e cerveja, muita cerveja. Quando se forem fica o fresco jardim, e a vista desimpedida para o Estuário do […]