Guerreiros do Minho, com sete baixas no plantel, goleiam um opositor que cedo cometeu vários erros. Jesualdo Ferreira tem muito trabalho pela frente no comando axadrezado.
Com uma entrada forte, o Sporting de Braga marcou três golos sem resposta antes da meia hora inicial, desequilibrando cedo o jogo frente ao Boavista e alcançando um triunfo indiscutível. A vitória permite à equipa de Carlos Carvalhal, ultrapassar, à condição, o F. C. Porto e igualar o Benfica, na segunda posição. Já os boavisteiros não ganham há dois meses e continuam em zona de intranquilidade.
A contas com sete baixas, entre casos de covid-19 e lesões que até obrigaram ao recurso ao veterano Rolando, que ainda não tinha jogado esta época, o Braga teve o mérito de entrar de rompante e de saber aproveitar as ofertas do Boavista. Primeiro foi Yusupha, em missão defensiva, a ceder a bola a Fransérgio em zona proibida. O brasileiro aproveitou e serviu Paulinho para o golo inaugural.
Ao quarto de hora surgiu o segundo golo do Braga. Mau passe de Devenish, Iuri Medeiros ganhou a bola e, num remate com o pé esquerdo de fora da área, assinou um golaço.
Antes da meia hora, surgiu o 0-3. Sequeira abriu em Ricardo Horta, Hamache ficou para trás e o número 21 do Braga picou com classe para o fundo da baliza.
Na segunda parte, após dois golos bem anulados ao Braga, o Boavista reagiu, com Devenish a reduzir, na sequência de um canto, mas pouco depois o Braga voltou à diferença de três golos, com Ricardo Horta novamente a marcar, após passe atrasado de Paulinho.
O jogo ficou definitivamente resolvido, com o Braga a confirmar a quinta vitória seguida, em todas as provas, tendo tempo para o regresso de Gaitán e para a estreia de Bruno Rodrigues.
Já Jesualdo Ferreira e naquele que era o primeiro jogo no Bessa, tirou por certo a ilação de que tem muito trabalho pela frente. Desta vez não contou com Javi García (lesão) e Sauer (isolamento profilático). Mesmo num plantel jovem, as baixas não explicam tudo.