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Algumas trabalhadoras do sexo protestaram na segunda-feira em Belo Horizonte, no Brasil, pedindo para serem tratadas como grupo prioritário na campanha de vacinação da covid-19.
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"Precisamos ser vacinados, somos educadores de saúde, damos informações sobre doenças sexualmente transmissíveis aos homens, distribuímos preservativos e somos mulheres, nossos direitos são violados", afirmou a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira.