Ílhavo

Posto da Barquinha vira Ílhavo para a ria

Posto náutico também vai servir clube desportivo Foto: Direitos reservados

Investimento de 350 mil euros começou este mês e inclui zona de merendas e parque infantil.

 “Ligar Ílhavo à ria” é, para João Campolargo, presidente da Câmara, um dos objetivos a concretizar a curto prazo. Por isso, a autarquia avançou, no início do mês, com mais um projeto nesse sentido. O Posto Náutico da Barquinha, perto do centro da cidade, já está a ser criado. Com um investimento que ultrapassa os 350 mil euros, vai incluir um edifício dedicado ao Clube de Natureza e Aventura de Ílhavo (CNAI), zona para piqueniques, parque infantil e uma cafetaria, entre outras valências.

Ainda sem um prazo para a conclusão das obras, Campolargo diz que “gostaria muito que no verão já pudesse haver lá atividades”. A empreitada prevê também a criação de estacionamento automóvel e de infraestruturas que facultem a entrada de barcos diretamente na água.

Ao mesmo tempo, será construído um local fechado de apoio ao CNAI, para as suas embarcações, assim como sala de formação e balneários. Quanto à cafetaria, que terá instalações sanitárias de apoio, João Campolargo adianta que estão a ser definidos os moldes em que a mesma vai funcionar. A exploração do espaço por parte do CNAI é uma das hipóteses.

Biarritz com vigilância

O autarca frisa que a primeira manifestação de “virar a cidade para a ria” foi dada entre 2017 e 2021 – quando presidia à Junta de São Salvador –, com a construção de uma estrada pedonal junto à Barquinha, que tem planos, agora, por parte do executivo da atual Junta, para “seguir até à Vista Alegre”.

Mas João Campolargo realça também projetos como a biblioteca gastronómica que está planeada para o Parque Urbano da Malhada, onde serão igualmente colocados em breve equipamentos de ginástica ao ar livre.

Na Costa Nova, a Câmara tem planos para transformar a praia fluvial na zona da Biarritz num areal com vigilância de nadadores-salvadores, suportados por um apoio de praia. “Temos o processo a decorrer, mas está nas mãos da Agência Portuguesa do Ambiente”, revela.

Salomé Filipe